AVISO

Meus caros Leitores,

Devido ao meu Blog ter atingido a capacidade máxima de imagens, fui obrigado a criar um novo Blog.

A partir de agora poderão encontrar-me em:

http://www.arocoutinhoviana.blogspot.com

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quinta-feira, 14 de julho de 2016

aniversário do Centro Social Paroquial de Nossa Senhora de Fátima



Nesta sexta-feira a festa do aniversário do Centro Social

 Paroquial de Nossa Senhora de Fátima...Todas as mais

 diversificadas respostas sociais, utentes, trabalhadores e 

voluntários se reunirão em festa no recinto do Berço junto à 

igreja nova.



sexta-feira, 24 de junho de 2016

BODAS DE PRATA DA PARÓQUIA DE N.ªS.ª DE FÁTIMA --- VIANA DO CASTELO


Um registo entre milhares




BODAS DE PRATA DA PARÓQUIA DE 


N.ªS.ª DE FÁTIMA --- VIANA DO CASTELO

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

44 anos de Paróquia de Nª Sª de Fátima- Aniversário/ Albino Ramalho


































Foi a efeméride festejada no passado dia 7 (data do decreto episcopal - 7/12/1967-que criou, a título experimental, a Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, desmembrada da de Santa Maria Maior) e no dia 8, festa da Imaculada Conceição (data em que teve lugar o primeiro ato oficial da nova comunidade com a celebração da primeira missa paroquial). Dezoito anos depois, já na vigência da nova diocese de Viana do Castelo, D. Armindo Lopes Coelho, por decreto exarado em 15 de Outubro de 1985, transforma em definitiva a paróquia experimental, conferindo-lhe ereção canónica.



Em cada ano, o aniversário da fundação da paróquia tem vindo a constituir momento de convocação da comunidade para o aprofundamento dos princípios e ideais inerentes à espiritualidade cristã: a vivência da mensagem evangélica em todas a suas implicações, numa dinâmica de exigência individual e de compromisso com os outros. Particularmente marcantes foram os 25.º e 40.ºaniversários com programas comemorativos de maior fôlego e envolvência colectivos que constituíram marcos importantes na dinamização das estruturas e movimentos da paróquia bem como contributos decisivos para a sua coesão como comunidade humana e espiritual.

Lançamento de CD do Grupo de Cavaquinhos da Escola de Música

No presente ano, as celebrações decorreram em dois dias. O primeiro, dia 7, teve como prato forte a realização de um espetáculo musical, no auditório do Centro Social e Paroquial da Meadela, gentilmente cedido pela sua direcção, para apresentação e lançamento de um "CD", produto do trabalho de lazer e aprendizagem do Grupo de Cavaquinhos da Escola de Música desta paróquia e que contou ainda com a luzidia e agradável participação da Banda de Gaitas de Santiago de Cardielos e com números de boa disposição pela Tuna de Veteranos de Viana do Castelo. Além de um vasto e animado público proveniente sobretudo das freguesias de Santa Maria Maior e da Meadela, marcaram também presença no evento o bispo da diocese, D. Anacleto Oliveira, os párocos da Meadela e de Nossa Senhora de Fátima, bem como os presidentes de junta das duas freguesias.

O "CD" apresentado ao público e integralmente executado pelo Grupo de Cavaquinhos consta de 11 composições de música tradicional portuguesa de diferentes regiões do país, com destaque para as modas minhotas: Santa Luzia, Farol de Montedor, Minha Saia Velhinha, Marinheiro, e onde não foram esquecidos o Vira de Coimbra, as alentejanas Não quero que vás à monda, Roseira enxertada e o popular Alecrim. Sob a orientação de João Sá, grande animador deste evento e responsável pela Escola de Música, as execuções resultaram de completa agrado do auditório que sublinhou com fortes aplausos os números executados.

O produto dos ingressos no espetáculo e da venda dos "CD", que podem ser adquiridos ao preço unitário de 10 euros, reverteram integralmente a favor da igreja nova, em fase avançada de construção na Estrada de Entre-Santos, na Abelheira, junto à rotunda da Bela Vista.

Além da Escola de Música e do seu Grupo de Cavaquinhos, toda a dinâmica organizativa do evento esteve a cargo do grupo de Amigos da Obra da Nova Igreja, a cuja capacidade empreendedora e dedicação à causa se devem numerosas iniciativas já concretizadas em ordem à angariação de fundos.

Festa da Imaculada Conceição: primeiro ato comunitário da nova Paróquia

O dia 8 constitui por si só uma data emblemática na história desta comunidade, não só pela devoção que a Imaculada Conceição inspira nos cristãos, como ainda por ter sido nesse dia que a comunidade como tal por primeira vez se reuniu em Eucaristia Dominical. Tal como em 1967, também agora a comunidade se congregou, de forma mais vasta e participada, honrando a sua padroeira, na festividade litúrgica deste dia e agradecendo as mercês recebidas ao longo do seu período de vida.

Seguiu-se um almoço de convívio no Centro Social e Paroquial, com sarrabulho e doçaria tradicional, pretexto para encontro de amigos e colaboradores da Paróquia e uma forma ainda de contribuir para as obras da nova igreja, visto o seu custo do repasto reverter integralmente para esse fim.





A construção de uma comunidade paroquial

Quarenta e quatro anos de vida de uma paróquia. Tempo de construção, crescimento e maturidade, graças à dedicação e desvelo dos párocos que lhe ensinaram os primeiros passos (António da Costa Neiva e Rogério Fernandes da Cruz) e à generosidade e dinamismo do atual, Pe. Artur Coutinho, que ao longo de 34 anos vem desenvolvendo uma obra nos campos pastoral, social e cultural, considerados uma referência tanto na diocese como a nível do país.

Porém, tal construção não seria possível sem o contributo de uma "verdadeira plêiade de PESSOAS", sim, esta a expressão correta, (de homens e mulheres de diferentes idades e condições sociais, livres e comprometidas), que de forma mais ou menos anónima, generosa e afincada foram no passado, no presente e sê-lo-ão no futuro as pedras vivas do edifício de uma Igreja ao serviço da dignificação e realização plena de todo o ser humano.


Albino Ramalho
(membro da Comissão Permanente do Conselho Paroquial de Pastoral de Nossa Senhora de Fátima)

domingo, 13 de junho de 2010

Técnica do Gaf escreve no Seminário

"Uma sociedade activa é caracterizada pela oportunidade e pela escolha, coesão e solidariedade. E sensível às necessidades económicas e sociais em mutação e permite aos seus membros agir sobre o sentido da mudança. O futuro começa hoje: as sociedades criam no presente as estruturas que lhes permitirão funcionar no futuro."


(in «Conduzir a Mudança Estrutural». Relatório OCDE, Paris, 1991)

[O FIM] «O Gabinete propõe-se criar um espaço de serviço humano e espiritual privilegiado para preparar, prevenir, reformular, reconstruir, desenvolver e repensar a família para os desafios que o mundo contemporâneo lhe coloca.» (Estatutos - Artigo 3 )

No XVI Aniversário do GAF

Em 1994, por proposta da Organização das Nações Unidas (ONU), o dia 15 de Maio passou a ser assinalado como o Dia Internacional da Família. Nesse mesmo ano, a 24 de Maio, no âmbito das comemorações do Ano Internacional da Família, por iniciativa da Ordem dos Padres Carmelitas, foi criado o GAF: Gabinete Social de Atendimento à Família.

As preocupações de intervenção social bem pa¬tentes no objectivo que orientou a criação desta Instituição Particular de Solidariedade Social aliam-se, desde a sua génese, a um trabalho em parceria com as diversas instituições locais que, directa ou indirectamente, prestam serviço à família.

O GAF apresenta como missão desenvolver res¬postas sociais de qualidade, com um espírito humanista e solidário, que promovam os direi¬tos, a qualidade de vida, a inclusão e a cidadania de indivíduos e famílias em situação de vulnera¬bilidade social e/ou económica. A sua visão é tornar-se uma referência nacional no âmbito da intervenção social, pela inovação das suas prá-ticas e pela qualidade dos serviços prestados às comunidades. Esta consistência e complementaridade só é

possível através da observação e manutenção de um sistema de valores partilhado, que dê sentido e significado às suas práticas. O GAF, fundado por intermédio de referências centrais à mensagem cristã, pressupõe e revê-se em princípios éticos universais, traduzidos na se-guinte matriz de valores: Família - Uma unidade estruturante da socie¬dade e o contexto mais significativo do desen¬volvimento do ser humano. Tendo um desígnio educativo e formativo tão exigente, e uma res¬ponsabilidade crucial no equilíbrio psicossocial dos seus membros, o GAF pretende, por isso, potenciar as suas diferentes dimensões, pro¬movendo a qualidade das experiências e rela¬ções interpessoais aí vividas; Equidade - Proceder de forma justa e imparcial, actuando segundo princípios de neutralidade, sem prejudicar ou beneficiar alguém em função da sua ascendência, idade, sexo, orientação sexual, convicções políticas, ideológicas ou religiosas, nível sócio-económico, condição de saúde e eliminando efeitos de preconceitos ou ideias pré-concebidas;

Individualidade - A par da não discriminação, é essencial o respeito pelas características indi-

viduais e experiências de vida que definem a pessoa e a distinguem dos demais; Autodeterminação - Respeitar tanto quanto possível as escolhas e decisões dos utentes é um factor essencial quer para o seu bem-estar físico e emocional, quer para a sua autono¬mização;

Autonomia - Promoção e incentivo à autonomia dos utentes, encorajando a sua independência e auto-suficiência;

Confidencialidade - Preservar a integridade e privacidade dos utentes, assim como actuar com reserva e discrição no que respeita a informa¬ções pessoais de carácter sigiloso, não as divul¬gando ou utilizando em proveito pessoal e/ou de terceiros;

Inovação - A antecipação de necessidades e problemas, assim como o surgimento de novos desafios e problemáticas, exige a constante evolução das práticas. Com efeito, fòmenta-se a inovação através de um ambiente estimulador de impulsos criativos e de uma atitude empre-endedora de todos os membros; Qualidade - Cultivar o rigor, eficiência e a trans¬parência nas práticas, de forma a providenciar serviços personalizados e com qualidade, orien¬tados para o cliente e para a sociedade. Seguindo estes objectivos, todos os anos o GAF desenvolve Jornadas de reflexão, onde através de seminário e workshops, é possível debater e reflectir os problemas sociais actuais e formas de actuação. Este ano — Ano Europeu de Com¬bate à Pobreza e Exclusão Social —, as Jornadas decorrerão nos dias 27 e 28 de Maio, no Audi¬tório da ESTG/IPVC de Viana do Castelo, com o tema "Construir alternativas para a inclusão social".

                                                                                            Dra Isabel Fernandes, Coordenadora do GAF

Dezasséis anos de Gabinete de Apoio à Familia-GAF

Celebramos hofe 16 anos da fundação do Gabinete Social de Atendimento à Família (GAF). Foi em 24 de Maio de 1994, celebrava-se então o primeiro Ano Internacional da Família, que a Comunidade dos Padres Carmelitas do Carmo, movida pelo Espírito que tudo revoluciona e transforma, que considerou ser o tempo favorável e oportuno a criar uma resposta inovadora e eficaz para responder aos múltiplos problemas humanos, sociais e espirituais com que as famílias do Alto Minho se confrontavam, lidos, percebidos e discernidos no atendimento diário da sua acção pastoral.


Homilia do Director do GAF

Sem estruturas físicas, que ainda hoje quase não possui, mas mobilizado pela missão de se sentir en-viado ao mundo da exclusão, foi desenvolvendo servi¬ços progressivos e diversificados em ordem ao bem comum, sobretudo aos grupos mais tipif icadores da exclusão social: jovens/adultos sem projectos de vida provenientes de famílias disfuncionais, sem-abrigo, consumidores de substâncias, infectados de HIV/SIDA, mulheres vítimas de violência, desempregados de longa duração, famílias em situações reais de pobreza estrutural (económica, emocional e social), famílias que passam fome e vivem do cabaz de géneros ali¬mentares que vem buscar regularmente ao GAF, ou se alimentam no seu refeitório social. Actualmente, o GAF conta com uma numerosa equipa de cerca de 60 colaboradores, sendo 30 técnicos su¬periores das várias áreas das Ciências Sociais e Huma¬nas, atendendo cerca de 1000 pessoas ao ano com mais de 15 mil atendimentos anuais. Imagino que face a estes dados, fica no ar esta ques¬tão: Como se torna sustentável esta obra grandiosa e quase incomensurável? Vai-se viabilizando com imensas dificuldades financeiras, mas graças ao em¬penho e compromisso de muitos cristãos e cidadãos do Distrito de Viana do Castelo que gostaria enunciar: » O apoio incondicional da Ordem do Carmo, através do seu Provincial e da colaboração disponível e con¬tinuada da Comunidade do Carmo de Viana; » Cidadãos que no decurso deste anos integraram

voluntariamente os órgãos sociais do GAF: João Ferreira, Fernando Guerreiro, Liliana Iglésias, José Mi-guelote... José Vieira, Isolina Pequeno; Ângela Pontes, Julieta Palma;

>> A dedicação de muitos voluntários anónimos; » A colaboração de inúmeros parceiros: Organismos públicos: Câmara Municipal, Governo Civil e Centro Regional de Segurança Social; e entidades, organis¬mos privados e empresas, com sentido de responsa¬bilidade social;

» Cidadãos, que contribuem anonimamente com gé¬neros alimentares realiza nas grandes superfícies co¬merciais do distrito;

» Os sócios amigos do GAF, que periodicamente con¬tribuem em forma de donativo solidário, para a sua sustentabilidade financeira; » A criatividade, dedicação e saberes científico e té¬cnico dos profissionais que passaram pela instituição que mantiveram sempre este sentido de pertença e missão à família GAF mesmo com remunerações mo¬destas.

Que futuro para o GAF nestes tempos de Crise?

Haverá espaço para a solidariedade e para as políticas sociais de erradicação da pobreza e da exclusão em tempo de grave crise social, precisamente no ano europeu de combate à pobreza e à exclusão social? Se o presente do GAF já é problemático e me preo¬cupa com as dívidas aos nossos fornecedores (que

têm sido tolerantes!) e à banca, o futuro produz-me insegurança, incerteza e apreensão. Os tempos pró¬ximos, dizem os analistas financeiros, serão de grande contenção das despesas e sacrifício para todos. Espe¬ro que não recaíam sobre os mesmos e os que nada têm; que os poderosos sejam mais sensíveis à partilha, à justa distribuição dos bens da terra em ordem ao bem comum, para que se esbatam as desigualdades e não hajam cidadãos de primeira e cidadãos que aguardam ainda a sua possibilidade de o serem de pleno direito. Acredito que, com um maior investi¬mento e compromisso na definição de políticas so¬ciais eficazes por parte do Estado e um crescente envolvimento da sociedade civil e da Igreja numa maior responsabilização social, poderemos encontrar soluções criativas e inovadoras para viabilizarmos este projecto GAF ao serviço dos mais carenciados, colaborando solidariamente m construção de uma sociedade mais fraterna e justa na distribuição do bens da Terra.

Continuamos a lançar a campanha dos "sócios e ami¬gos do GAF" para despertar a consciência colectiva dos cristãos, de que temos de cuidar responsável e solidariamente dos nossos pobres que são os "te¬souros mais preciosos da Igreja". Cada um, através desta forma, poderá ter a oportunidade de partilhar o pouco que tem; de certeza, que não vai agravar o vosso orçamento familiar. No próximo ano fiscal, na declaração do vosso IRS podereis também sinalizar que 0,5% das vossas deduções poderão ser atribuídas para o GAF.

No final da celebração, na saída da Igreja, encon¬trareis funcionários do GAF para vos entregar alguma informação acerca dos vários serviços que actual¬mente se prestam no GAF e uma ficha de inscrição, caso decidam aceitar o nosso desafio, para serem "Sócios amigos do GAF".

Em nome dos cidadãos anónimos que servimos todos os dias, um muito obrigado a todos. Que Deus vos abençoe e vos conceda graças abundantes para que as possam partilhar abundante e graciosamente por aqueles que mais precisam.