AVISO

Meus caros Leitores,

Devido ao meu Blog ter atingido a capacidade máxima de imagens, fui obrigado a criar um novo Blog.

A partir de agora poderão encontrar-me em:

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quinta-feira, 25 de abril de 2019

10.ª Estação - Via Sacra

ESTA É UMA DAS ESTAÇÕES DA VIA-SACRA NA PARÓQUIA AO AR LIVRE NO DOMINGO DE RAMOS À NOITE... Publicarei outras se me derem os textos...
10.ª Estação
Jesus é despojado das suas vestes
Muitas vezes trabalha-se para conseguir o necessário para sobreviver, e nem para isso, como tantas vezes acontece, por muito que se estique, o salário é suficiente para o sustento de uma vida com dignidade de pais e filhos.
E há os desempregados, que não conseguem trabalho ou os que, tendo-o, o perderam porque a empresa fechou.
Há os jovens, a quem os pais dão o que podem para o seu crescimento saudável, o conforto possível material, o ensino a educação, e que, concluindo os estudos, despojados das possibilidades de singrar no seu próprio país, se vêem obrigados a deixar a terra e a família em demanda de um destino distante.
Há os despojados do trabalho e dos seus rendimentos e os que, tendo pouco, tudo arriscam, sonhando com uma vida melhor e acabam com os seus sonhos sepultados no abismo dos mares e dos oceanos. São as tragédias tão frequentes, dos emigrantes africanos e dos países em guerra, que tanto nos inquietam.
Há também os que, por catástrofes naturais, ou incúria dos homens, perdem os seus haveres e ficam de um dia para o outro despojados dos seus haveres e com a vida em suspenso.
Mas não só, Senhor, nesta estação nos lembramos dos despojados dos bens materiais. Trazemos também aqui os despojados da sua honra e dignidade como pessoas e filhos de Deus: os inocentemente injustiçados, as mulheres vítimas de violência doméstica, as vítimas da exploração sexual, as crianças vítimas da pedofilia, e todos os que são deixados para trás e lhes são negados os meios de desenvolvimento e promoção profissional, cultural e social para uma vida digna em prol das suas famílias e da comunidade.
Senhor, em todos estes despojados dos bens materiais e do espírito pensamos nesta 10.ª Estação. E vós que das vossas vestes fostes despojado, e tudo suportastes para a salvação da Humanidade, inspirai nos nossos corações e de todos os homens sentimentos de justiça e de bondade para que a todos não falte o pão e as condições para uma vida feliz.

V Estação - Via Sacra

ESTA É UMA DAS ESTAÇÕES DA VIA-SACRA NA PARÓQUIA AO AR LIVRE NO DOMINGO DE RAMOS À NOITE... Publicarei outras se me derem os textos...
V Estação
Simão de Cirene leva a Cruz de Jesus
Nós vos adoramos e bendizemos ó Jesus.
Nós te adoramos e bendizemos pela tua Santa Cruz.
Jesus Caminha para o calvário com a cruz às costas. Quando Simão de Cirene, que voltava do campo, foi carregado com a cruz para a levar trás d`Ele.
Jesus carregava a cruz dos que passam fome e sede, dos pecados daquele tempo e de hoje. Não dar de comer a quem não tem, é pecado.
O povo fazia troça de Jesus e empurravam-no. Assim acontece nos que através dos meios de comunicação social e nos dias de hoje, aos que ninguém levanta uma mão para amparar, dar de comer e de beber a quem tem sede de justiça. Aqueles que são condenados na praça pública através dos meios de comunicação social ou das redes sociais. Por causa disto Cristo continua a sofrer porque carrega a cruz de todos nós, incluindo a cruz das culpas. No entanto, se Cristo foi capaz de se levantar e continuar a caminho, também nós sejamos capazes de nos levantar e fazer algo pelos outros através dos meios sociais e da obra vicentina.
Tu, Senhor, estendes a mão aos que não trabalham, liberta os drogados e afasta o mal os que vive abandonado ao seu belo prazer.
Obrigada Senhor, contagia-os a todos e a mim, com a coragem da Tua Misericórdia, para nos aproximarmos mais do que sofrem.
Amén.

II Estação da Via Sacra

Via Sacra
ESTA É UMA DAS ESTAÇÕES DA VIA-SACRA NA PARÓQUIA AO AR LIVRE NO DOMINGO DE RAMOS À NOITE... Publicarei outras se me derem os textos..
II Estação
Jesus carrega com a Cruz às costas.
Depois de O terem açoitado, carregaram-lhe uma cruz para levar até ao Calvário.
Quantos pais carregam a cruz de ver os seus filhos cegos, paralíticos e surdos-mudos.
Querem ver, ouvir e falar e não podem são seus pais cuidadores, que o fazem por si.
Quantas lágrimas descem no rosto destes pais, aflitos, pela deficiência dos seus filhos.
Peçamos ao Senhor que carrega a cruz às costas, que dê conforto aos pais são auxílio na adversidade, e exemplo que jamais deixa os seus filhos sem amor.
Ajuda-nos Senhor a carregar a nossa cruz todos os dias!

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Aumentam os católicos


Aumentam os católicos
 

Os novos dados estatísticos sobre a Igreja Católica, divulgados pelo Vaticano, mostram que o número de católicos aumentou 1,1 %.
Em 2017, os católicos baptizados eram 1313 milhões, ou seja, 17,7% da população mundial; o crescimento é particularmente visível na África e Ásia, prospectivamente 2,5% e 1,5%; a Europa tem uma variação quase nula, 0,1 %.
Por continente, os católicos estão assim distribuídos: 48,5 % na América; 21,8% na Europa; 17,8% na África; 11,1% na Ásia; e 0,8% na Oceânia.  REV. Além-Mar

Mas que chatice!…

Mas que chatice!…
Encontro-me numa situação má, não sei o que se passa, mas gostaria de saber. - Oh! Não é nada, é só mania minha porque não tenho razões para me encontrar assim! Deus está comigo e para Ele olho com clemência e, quando isso acontece, logo me cresce a alma e fico cheiinho de calor e de força para avançar em frente.
Será que fui eu que ofendi, ou sou eu que fui ofendido? O perdão é uma atitude própria de quem ama. E será sempre um acto da minha vontade. A decisão será minha para a vida do ofendido. Isto é também fruto da minha fé e quem ofendeu sentir-se-á grato. Ambos nos sentiremos sem algemas, presos um ao outro, pela falta de liberdade, pois nos sentiremos ambos presos pelo pecado que nos envolve.
Disso também Jesus nos deu um exemplo ímpar. Amar é mais importante que ensimesmar e quem ama dá tudo e não pode olhar para trás… Não espero nada em troca, apenas a alegria de me sentir útil e fazer os outros felizes.
O problema fundamental é o cansaço com pouca coisa e tão cansado, cansado que, quando me deito, num ápice entro no hiperurânio, isto é, na essência de mim mesmo até ao acordar e agradecer a Deus a minha estadia fora do meu consciente acordando com outro ar feliz, com tudo esquecido e energias renovadas para um novo dia. Agradeço a Deus por uma noite bem passada e a graça de um novo dia a que cheguei.
É certo que de noite acordei, disso tomei consciência apenas quando acordei, mas mantive-me no mesmo sono e virei-me sobre o meu lado direito sem que tivesse dado por isso.
Aqui estou para fazer uma história nova!...
Virei a página e já comecei essa mudança. Tomei uma atitude e dei o primeiro passo. Sacudi-me todo, lavei-me e preparei-me para sair para a rua. Entretanto estaquei porque me lembrei do sinal junto do caminho-de-ferro: Pare, escute e olhe. Foi o que fiz, parei, escutei e olhei. Parei e fiquei ali fixo à terra, com os pés bem assentes no chão, escutei como as antenas da maior estação espacial e, entre o chilrear de passarinhos que faziam festa a darem bom-dia uns aos outros, nas árvores do meu quintal, e ouvi uma voz que dizia: Anda, estou contigo, deixa o último capítulo da tua vida para poderes recomeçar comigo o novo. Não tenhas medo de perder algo para ganhar mais e, apaixonadamente, para sentires que a vida só faz sentido se a viveres com alegria, sem pensar no passado, mas no presente para que o hipotético futuro possa ter um fim feliz.
É verdade. Chegou a hora de acordar para a vida, de dar corda ao relógio e assim como o relógio não anda para trás e só anda para a frente, assim vai acontecer comigo. Aqui estou. Deixe que este desejo permaneça com tanta intensidade na minha vida que me faça feliz, sem exagero e sem loucura, mas fique com a certeza que vou escrever o novo capítulo duma vida nova, onde cada dia encontre uma luz que me mostre um outro mais elevado e a rir de felicidade, mais que eu.
Isso vai acontecer.
P. Coutinho

domingo, 21 de abril de 2019

Círio Pascal



C í r i o  P a s c a l
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CÍRIO PASCAL
José Aldazábal
A palavra círio vem do latim, cereus, de cera (produto das abelhas). Na Liturgia cristã, ao falar-se das «velas», alude-se ao uso humano e ao sentido simbólico que os círios produzem.
O círio mais importante é o que se acende na Vigília Pascal, como símbolo de Cristo- Luz, e que se coloca sobre uma coluna elegante ou candelabro adornado. O Círio Pascal é, desde os primeiros séculos, um dos símbolos mais expressivos da Vigília. No meio da escuridão (toda a celebração se faz de noite e começa com as luzes apagadas), de uma fogueira previamente preparada acende-se o Círio, que tem uma inscrição em forma de cruz, acompanhada da data do ano e das letras Alfa e Ómega - a primeira e a última do alfabeto grego -, para indicar que a Páscoa de Cristo, princípio e fim do tem¬po e da eternidade, nos atinge com força sempre nova, no ano concreto em que vivemos. Tem menor importância a pi¬nha de incenso que também se pode incrustar na cera, simbolizando as cinco chagas de Cristo na cruz. Este Círio, «pela verdade do sinal, deve ser de cera, novo cada ano, único, relativamente grande, nunca artificial, para poder evocar que Cristo é a luz do mundo» (CFP 82: EDREL 3192). Na procissão de entrada da Vigília, canta-se por três vezes a aclamação ao Círio: «A luz de Cristo. Graças a Deus», enquanto, progressivamente, se vão acendendo as velas dos presentes e as luzes da igreja. Depois, coloca-se o Círio na coluna ou candelabro, que vai ser o seu suporte, e proclama-se à sua volta, depois de o incensar, o solene Precónio Pascal.
Além do simbolismo da luz, tem também a de oferenda, como cera que se gasta em honra de Deus, espalhando a sua luz: «Aceitai, Pai santo, este sacrifício vespertino de louvor, que, na solene oblação deste círio, pelas mãos dos seus ministros Vos apresenta a santa Igreja. Agora conhecemos o sinal glorioso desta coluna de cera, que uma chama de fogo acende em honra de Deus [...] Nós Vos pedimos, Senhor, que este círio, consagrado ao vosso nome, arda incessantemente para dissipar as trevas da noite.» O mesmo que vão anunciando as leituras, orações e cânticos, di-lo o Círio com a linguagem diáfana da sua chama viva. A Igreja, a esposa, sai ao encontro de Cristo, o Esposo, com a lâmpada acesa na mão, gozando com Ele na noite vitoriosa em que se anunciará - no momento culminante do ¬Evangelho - a grande notícia da sua Ressurreição.
O Círio estará aceso em todas as celebrações, durante as sete semanas da Cinquentena, ao lado do ambão da Palavra, até à tarde do domingo de Pentecostes. Uma vez concluído o Tempo Pascal, convém que o Círio se conserve dignamente no baptistério, e não no presbitério (cf. CFP 99: EDREL 3209).
Durante a celebração do Baptismo deve estar aceso, para tomar dele a luz das velas dos novos baptizados. Também se acende o Círio Pascal, junto ao féretro, nas exéquias cristãs, para indicar que a morte do cristão é a sua própria Páscoa. Assim, utiliza-se o simbolismo deste Círio, no Baptismo e nas exéquias, no princípio e na conclusão da vida: o cristão participa da luz de Cristo, ao longo de todo o seu caminho terreno, como garantia da sua definitiva incorporação na Luz da vida eterna.
Secretariado Nacional de Liturgia