AVISO

Meus caros Leitores,

Devido ao meu Blog ter atingido a capacidade máxima de imagens, fui obrigado a criar um novo Blog.

A partir de agora poderão encontrar-me em:

http://www.arocoutinhoviana.blogspot.com

Obrigado

sábado, 1 de junho de 2019

Altar-mor e Altar da Senhora das Dores

Ao lado do Altar-mor aparece o Altar da Senhora das Dores aos pés do crucificado ladeado com imagens mais pequenas S. Brás e S. Frncisco de Paula. Do outro lado o cortinado esconde os gradeamentos que do lado de lá e do lado de dentro existiam para dividir esse espaço ondev as monjas assistam à missa, bem como por trás da imagem da Padroeira, Nª Sº de Fátima desde 1049 tem ainda o local onde as monjas comungavam.
O Altar Mor com om respecta painel da Fuga para o Egipto e ladeado da Imagem de S. José e de santa Terasa de Jesus de grande porte. No feicho do arco mais alto o brasão do vianense fundador Cónego Correia Seixas, lente de Letras na Universidade de Coimbra.

Púlpitos e Côro Alto

Púlpitos com entrada por escadas no interior das Paredes de de mais de 1,5 m, de espessura. O Côro Alto.
Nos púlpitos pregaram grandes oradores da Região. Sei que Padre Zamith e o Padre Rodrigo da Fontinha, por vezes, o utilizaram.

Altar da Sagrada Família na Igreja de Nª Sª de Fátima

Altar da Sagrada Família na Igreja Paroquial. Sobressai um singular conjunte de Jesus, Maria e José. Jesus entre eles caminha pela mão de S. José e com os cuidadas da Mãe. Num patamar mais baixo os pais de Maria : S. Joaquim e S. Ana e num patamar inferir Santa Teresa ao centro.

Igreja paroquial de Nª Sª de Fátima Viana do Castelo

Igreja paroquial de Nª Sª de Fátima Viana do Castelo








Altar da Sebhora do Carmo

Altar de Nosa Senhora do Carmo na igreja Paroquial de Nª Sª de Fátima. A Senhora está rodeada por S. João da Cruz e Nª Sª da Encrnação e, por baixo, Santa Filomena jacente dentro de um relicário trapezoidal. Este altar é tesmenho da existência do Carmelo do desterro Jesus Maria e José, conforme o painel em tela que fecha o trono por cima do sacrário.
Todas à excepção de Santa Filomena dizem respeito à Reforma carmelita em que se empenharam S. João da Cruz e Santa Teresa, autênticos missionários percorendo na Espanha, sobretudo, nos carmelitas, tanto nos coventos masculinos, como nos conventos femininos.

terça-feira, 30 de abril de 2019

POALHO (A)

Artur Coutinho
25 de março de 2016
POALHO (A)
Puã e Pu em línguas indígenas quer dizer redondo ou resto
Poalho (polha) pó, nevoeiro, chuva miudinha, nos dicionários aparece com esta significação.
Em brasileiro é também ente
 Artur Coutinho
25 de março de 2016
POALHO (A)
Puã e Pu em línguas indígenas quer dizer redondo ou resto
Poalho (polha) pó, nevoeiro, chuva miudinha, nos dicionários aparece com esta significação.
Em brasileiro é também entendido como esturrinho, amostrinha, caco, tigela.
Alguns idosos de hoje disseram-me que era o que ficava no fundo da chávena do café, o que fica no prato de pois de come ndido como esturrinho, amostrinha, caco, tigela.
Alguns idosos de hoje disseram-me que era o que ficava no fundo da chávena do café, o que fica no prato de pois de comer e outros, mas menos, o ficava no fundo da na malga do caldo, na tigela, era o restinho. No entanto, gente mais nova também lhe chama isto ao que fica no fundo da chávena do café.
Recordo que no meu tempo de criança e de jovem ouvia os mais velhos chamar poalho ao que ficava no fundo da “malga do caldo”, era um resto cremoso como “moinha” que restava das favas, do feijão, da abóbora, da batata, do toucinho que adubava o caldo. Era como uma “moinha” (resto do caldo) aureolada, arredondada, pois era a forma das malgas, tigelas. Esse poalho era dado pelas mães aos filhos quando começavam a meter-lhes comida na boca.
Os homens, entretanto, com esse poalho lavavam as malgas deitando vinho rodando a tigela até passar por toda a superfície da mesma e depois bebiam aquele vinho “adubado” pelo resto do caldo, pelo dito poalho.
Procurei em dicionários de português do século XIX e não encontrei este vocábulo “poalho” ou “poalha”. É possível que já existisse.
Será uma palavra com esta significação na zona do Lima?
Então procurei no dicionário do vianense Artur Fontinha que apresenta alguns vocábulos limianos e que ninguém mais regista, mas não regista este, nem com um nem com outro significado. Faltou-me procurar no “Serão” do Rosa Araújo
Polv que deu poeira mais alha, deu polvo, pó!… E o que é pulverizar? Aparece em vários dicionários…
Uma pessoa amiga encontrou esta indicação: “m. Náut. Nevoeiro pouco denso, que cerra o horizonte. Chuva miúda e passageira. (Cp. poalha)” Também a encontrei num dos meus dicionários.
Pu e Pua também aparece entre indígenas com o significado de casa.
Artur Coutinho