Havia uma lenda antiga sore o "Poio do Judeu"-Um judeu que era pastor que escondeu 1000 ovelhas debaixo de um penedo para as salvar de uma grande tempestade.
Oja é bosque em espanhol.Olia,latino,deu folia,folha,foja, folio
AVISO
Meus caros Leitores,
Devido ao meu Blog ter atingido a capacidade máxima de imagens, fui obrigado a criar um novo Blog.
A partir de agora poderão encontrar-me em:
http://www.arocoutinhoviana.blogspot.com
Obrigado
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segunda-feira, 6 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
História da Polícia de Segurança pública
Polícia de Segurança Pública
142º aniversário Festa e Programa constou
1 de Julho – Celebração de uma Missa Solene pelo 142º Aniversário da PSP e em sufrágio dos elementos já falecidos, na Igreja de S Miguel Arcanjo na UEP-GOE.
2 de Julho – Realizou-se uma Parada Policial, na Praça do Império com forças apeadas e motorizadas.
O primeiro corpo de agentes policiais foi criado por D Fernando I, os chamados Quadrilheiros, com um efectivo de 20 elementos, tendo recebido um Regimento, datado de 12 de Setembro de 1383, que refere no seu preâmbulo a grande criminalidade que grassava na cidade de Lisboa.
A Lei de 22 de Fevereiro de 1838, foi a primeira lei que criou corpos para manter a segurança pública em cada um dos Distritos Administrativos do país, conseguiu melhores resultados. O Rei D. Luís fez publicar, em 2 de Julho de 1867, a lei que criou em Portugal o Corpo da Policia Civil. Com o nascimento desta nova instituição, estavam lançadas as bases, longínquas, para criação da actual Polícia de Segurança Publica.
Em finais de 1953 é dotada a PSP com seu primeiro Estatuto, sendo criada em 1962 a Escola Prática de Polícia. Em 1977 a Polícia de Segurança Pública é fortalecida com uma Unidade Especial de Intervenção. Em 1979 é criado o Grupo de Operações Especiais. Em 1985 é a instituição dotada de novo Estatuto. Finalmente, em 1987, deu-se a primeira integração de Oficiais Superiores do Exercito no Quadro da PSP, nos postos de Subintendente, Intendente e Superintendente.
142º aniversário Festa e Programa constou
1 de Julho – Celebração de uma Missa Solene pelo 142º Aniversário da PSP e em sufrágio dos elementos já falecidos, na Igreja de S Miguel Arcanjo na UEP-GOE.
2 de Julho – Realizou-se uma Parada Policial, na Praça do Império com forças apeadas e motorizadas.
O primeiro corpo de agentes policiais foi criado por D Fernando I, os chamados Quadrilheiros, com um efectivo de 20 elementos, tendo recebido um Regimento, datado de 12 de Setembro de 1383, que refere no seu preâmbulo a grande criminalidade que grassava na cidade de Lisboa.
A Lei de 22 de Fevereiro de 1838, foi a primeira lei que criou corpos para manter a segurança pública em cada um dos Distritos Administrativos do país, conseguiu melhores resultados. O Rei D. Luís fez publicar, em 2 de Julho de 1867, a lei que criou em Portugal o Corpo da Policia Civil. Com o nascimento desta nova instituição, estavam lançadas as bases, longínquas, para criação da actual Polícia de Segurança Publica.
Em finais de 1953 é dotada a PSP com seu primeiro Estatuto, sendo criada em 1962 a Escola Prática de Polícia. Em 1977 a Polícia de Segurança Pública é fortalecida com uma Unidade Especial de Intervenção. Em 1979 é criado o Grupo de Operações Especiais. Em 1985 é a instituição dotada de novo Estatuto. Finalmente, em 1987, deu-se a primeira integração de Oficiais Superiores do Exercito no Quadro da PSP, nos postos de Subintendente, Intendente e Superintendente.
As Tascas e a Feira do Jardim de Viana do Castelo
Grupo das tascas na Feira do Jardim
Este grupo é constituído sempre por muita gente. Apenas gostaria de lembrar etes amigos: a Fátima Pereira, o Manuel Barreto e esposa, Luísa Cambão, a Conceição S. João e o marido, o João Pires Costa, a Gorete, a Ana Maria Pereira, Ester Santa, João da Riba e vários jovens, sobretudo da Comissão do Menino.
Este ano já estão a preparar-se para arranjar mais algum para a obra da Igreja nova que vai recomeçar brevemente.
Este grupo é constituído sempre por muita gente. Apenas gostaria de lembrar etes amigos: a Fátima Pereira, o Manuel Barreto e esposa, Luísa Cambão, a Conceição S. João e o marido, o João Pires Costa, a Gorete, a Ana Maria Pereira, Ester Santa, João da Riba e vários jovens, sobretudo da Comissão do Menino.
Este ano já estão a preparar-se para arranjar mais algum para a obra da Igreja nova que vai recomeçar brevemente.
Religiões
Diálogo de Religiões
Tem havido por aqui e por acolá debates, encontros, jornadas sobre este assunto.
A propósito entre as grandes religiões Cristianismo, Judaísmo, Islamismo, existe uma relação comum, como por exemplo a de todas meditarem num só Deus de onde vem a redenção do Homem.
Não é tão fácil encontrar muitos pontos comuns noutras grandes religiões orientais como o Budismo e o Hinduismo. Para muitos crentes ou quase todos são politeístas ou monistas?
Todas elas acreditam em algo para além, mas a redenção parece estar no nirvana cósmico ou na criação de outros deuses.
Gostaria saber mais sobre este assunto, pois não acredito no budismo sem Deus. É possível que estas diferentes crenças falem de Deus e salvação, mas de quem é a salvação e de quem ela vem?
Adquem
Tem havido por aqui e por acolá debates, encontros, jornadas sobre este assunto.
A propósito entre as grandes religiões Cristianismo, Judaísmo, Islamismo, existe uma relação comum, como por exemplo a de todas meditarem num só Deus de onde vem a redenção do Homem.
Não é tão fácil encontrar muitos pontos comuns noutras grandes religiões orientais como o Budismo e o Hinduismo. Para muitos crentes ou quase todos são politeístas ou monistas?
Todas elas acreditam em algo para além, mas a redenção parece estar no nirvana cósmico ou na criação de outros deuses.
Gostaria saber mais sobre este assunto, pois não acredito no budismo sem Deus. É possível que estas diferentes crenças falem de Deus e salvação, mas de quem é a salvação e de quem ela vem?
Adquem
Padres felizes e santos
Padres felizes e Santos
É um desejo do nosso Bispo manifestado na Peregrinação ao Sagrado Coração de Jesus. Dois dias antes, na sexta-feira, dia do Sagrado Coração de Jesus, a Igreja iniciou um novo ano segundo a vontade do Papa como “o ano Sacerdotal”.
Este sacerdotal está limitado ao sacerdócio ministerial que o nosso Bispo começa por desejar que todos sejam “felizes e Santos”, não só os padres, mas os bispos e todos os cristãos...
Temos um ano à nossa frente para reflexão sobre o exercício ministerial do sacerdote, do Bispo, do Papa quanto às pessoas em si, àquilo que a move o nosso espírito, a alma que pomos na missão que assumimos na ordenação sacerdotal.
Muitos morrerão a pensar, outros a rezar, outros a trabalhar ou doentes e o que é preciso é que cada um celebre a palavra de Deus, dela beba inspiração para actuar e para celebrar a vida na vida, assim, todos sacerdotes, bispos e papas seremos “felizes e santos”.
No entanto, nesta reflexão e oração para o sacerdócio ministerial não podemos esquecer o sacerdócio comum dos fiéis que têm de fazer o mesmo tipo de trabalho, tendo em conta os dois sacerdócios em Jesus Cristo.
É aqui que reside a corresponsabilidade eclesial muito esquecida. Ainda se vive muito a divisão: padres e leigos. Os padres para mandar, pregar, governar, presidir e os leigos a darem as esmolas aos santos e a dar o donativo, para isto ou para aquilo que o Padre e mais algum iluminado quer.
O Padre é tudo e o leigo que vá à Igreja rezar, obedecer e dar esmolas.
Ora este ano sacerdotal parece-me que pode ser um espaço para abrirmos os nossos horizontes sobre o sacerdócio a partir do baptismo e o sacerdócio a partir do sacramento da ordem. Há muito caminho a andar, a reflectir, a ceder, e a comungar mais a corresponsabilidade sacerdotal a partir das bases que estão nos sacramentos e na doutrina conciliar.
Até onde vai a nossa humildade de cristãos…? se alguns passam a vida a apontar o dedo ao outro?...a condenar na rua, em casa , na igreja, na festa e sei lá onde…a ver o mal nos outros e não se rever a si próprio bem pior…
A Paciência de Deus é grande e nós baptizados passamos a vida, às vezes, muito esquecidos dos nossos compromissos sacerdotais mesmo no sentido lato da palavra.
É bom que, no fim deste ano, todos sejamos capazes de discernir melhor entre o clérigo e o leigo, a necessidade de vocações, o lugar e o papel do que é profeta sacerdote e rei à maneira de Jesus Cristo pelo Baptismo nos seus distintos sacerdócios.
Artur Coutinho
É um desejo do nosso Bispo manifestado na Peregrinação ao Sagrado Coração de Jesus. Dois dias antes, na sexta-feira, dia do Sagrado Coração de Jesus, a Igreja iniciou um novo ano segundo a vontade do Papa como “o ano Sacerdotal”.
Este sacerdotal está limitado ao sacerdócio ministerial que o nosso Bispo começa por desejar que todos sejam “felizes e Santos”, não só os padres, mas os bispos e todos os cristãos...
Temos um ano à nossa frente para reflexão sobre o exercício ministerial do sacerdote, do Bispo, do Papa quanto às pessoas em si, àquilo que a move o nosso espírito, a alma que pomos na missão que assumimos na ordenação sacerdotal.
Muitos morrerão a pensar, outros a rezar, outros a trabalhar ou doentes e o que é preciso é que cada um celebre a palavra de Deus, dela beba inspiração para actuar e para celebrar a vida na vida, assim, todos sacerdotes, bispos e papas seremos “felizes e santos”.
No entanto, nesta reflexão e oração para o sacerdócio ministerial não podemos esquecer o sacerdócio comum dos fiéis que têm de fazer o mesmo tipo de trabalho, tendo em conta os dois sacerdócios em Jesus Cristo.
É aqui que reside a corresponsabilidade eclesial muito esquecida. Ainda se vive muito a divisão: padres e leigos. Os padres para mandar, pregar, governar, presidir e os leigos a darem as esmolas aos santos e a dar o donativo, para isto ou para aquilo que o Padre e mais algum iluminado quer.
O Padre é tudo e o leigo que vá à Igreja rezar, obedecer e dar esmolas.
Ora este ano sacerdotal parece-me que pode ser um espaço para abrirmos os nossos horizontes sobre o sacerdócio a partir do baptismo e o sacerdócio a partir do sacramento da ordem. Há muito caminho a andar, a reflectir, a ceder, e a comungar mais a corresponsabilidade sacerdotal a partir das bases que estão nos sacramentos e na doutrina conciliar.
Até onde vai a nossa humildade de cristãos…? se alguns passam a vida a apontar o dedo ao outro?...a condenar na rua, em casa , na igreja, na festa e sei lá onde…a ver o mal nos outros e não se rever a si próprio bem pior…
A Paciência de Deus é grande e nós baptizados passamos a vida, às vezes, muito esquecidos dos nossos compromissos sacerdotais mesmo no sentido lato da palavra.
É bom que, no fim deste ano, todos sejamos capazes de discernir melhor entre o clérigo e o leigo, a necessidade de vocações, o lugar e o papel do que é profeta sacerdote e rei à maneira de Jesus Cristo pelo Baptismo nos seus distintos sacerdócios.
Artur Coutinho
Pandemia da Comunicação
Educação para os valores “A Pandemia dos Média”
Os Média estão a ser a maior pandemia mundial. É a minha opinião porque a maioria limita-se a explorar o mal através da escrita e da imagem: a violência doméstica, a guerra, a violência na rua, a vida sexual como único valor absoluto, os divórcios, os atentados, as manifestações violentas, os desastres, os acidentes, a falta de respeito pela vida, a calúnia, a difamação, o juízo final adiantado, o juízo unilateral, o jogo de influências, o poder, a corrupção, os maus tratos a crianças, jovens, a idosos e entre os esposos.
Nunca fiz; mas, não devo estar longe da verdade, que 80 por cento do que se lê, do que se ouve e do que se vê é tudo negativo até mostragem de pormenores para servir de exemplo e estímulo a quem por ventura já perdeu algum sentido pela vida ou está a vir para o mundo.
Ultimamente, reservo-me o nome, mas tenho comprado um jornal novo que saiu e não me parece ser desses sensacionalistas à procura de curiosos de maus agouros e de compradores.
Os Média estão a ser a maior pandemia mundial. É a minha opinião porque a maioria limita-se a explorar o mal através da escrita e da imagem: a violência doméstica, a guerra, a violência na rua, a vida sexual como único valor absoluto, os divórcios, os atentados, as manifestações violentas, os desastres, os acidentes, a falta de respeito pela vida, a calúnia, a difamação, o juízo final adiantado, o juízo unilateral, o jogo de influências, o poder, a corrupção, os maus tratos a crianças, jovens, a idosos e entre os esposos.
Nunca fiz; mas, não devo estar longe da verdade, que 80 por cento do que se lê, do que se ouve e do que se vê é tudo negativo até mostragem de pormenores para servir de exemplo e estímulo a quem por ventura já perdeu algum sentido pela vida ou está a vir para o mundo.
Ultimamente, reservo-me o nome, mas tenho comprado um jornal novo que saiu e não me parece ser desses sensacionalistas à procura de curiosos de maus agouros e de compradores.
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