Actividades básicas a Paróquia
1.O Acolhimento não é a mesma coisa que dar coisas, mas criar espírito de relação humana disponível para cooperar e não substituir. Uma Paróquia que não tem bom acolhimento, é como se não celebrasse a Eucaristia com muita fé e alegria consequente da audição da palavra de Deus, do louvor e acção de graças. É como não ter catequese, evangelização, proclamação da Palavra, Celebração da Palavra fazendo bem aos mais frágeis que é a Palavra vivida porque se faltam estas acções, qualquer grupo humanitário pode fazê-lo, ainda que seja em nome de uma coisa qualquer, Daí levar-nos ao melhor e mais adequado acolhimento, à ajuda ou inter-ajuda, à Cooperação ou Parceria (igualdade) de modo a conseguir o subsídio a solidariedade sem humilhação, sem ostentação, dispostos a um diálogo franco e criativo. É obrigação nossa que deve vir do mais fundo do nosso coração, como fosse do Coração de Deus, com olhos de quem sofre com o outro. Por isso temos que intervir socialmente como cooperantes desinteressados, mas atentos e saber olhar o outro, ou os outros como se fossem “cristos que necessitam de cireneus.”.
2. Nestes grupos há actividades que, numa Paróquia devem ser levadas a sério e não podem todos fazer tudo. Por isso, devem ser constituídos grupos de trabalho, como vicentinos, Cáritas, ou criar instituições, como na nossa paróquia temos de tudo. A Paróquia, no seu todo, tem o Cecan/rd (Centro Comunitário de Assistência aos Necessitados/ Recolha e Distribuição), Ozanan- Centro de juventude, Centro Social Paroquial com variadas respostas sociais (idosos, infância, e serviço de refeições e higiene a idosos e acamados, serviço de refeições a necessitados, Conferência Vicentina para acompanhamento espiritual e material a pobres, Legião de Maria para os doentes, para os solitários, sofredores crentes e menos crentes, pois a Legião de Maria é, para mim, numa paróquia o maior grupo missionário em nome de Nossa Senhora de todas as Graças. E, por fim, toda a Paróquia, cada um pelo trabalho e contributo, não pode estar alheio às necessidades existentes para colaborar ainda que seja para dar conhecimento das existências problemáticas.
3. Nestes grupos não podem faltar voluntários, pois há actividades ainda que sejam nas instituições que devem ser exercidas por voluntários, como temos na área da evaglização, na área das celebrações e na área da caridade, sem interesse próprio e sempre a favor de outrem movidos apenas por causas humanitárias e religiosas e as diferenças entre uns e outros podem ser apenas técnicas ou de competências, organização e dedicação. Ou melhor, a diferença está só entre a dedicação orientada para a não remuneração. É gratuidade.
Estes trabalhos nos grupos e instituições de uma paróquia podem ser lenitivo para pessoas reformadas se tornarem úteis e não arrumadas. É mais uma valia para a harmonia das comunidades orantes ou não.
Podem e devem existir voluntários para o estudo técnico-científico do projecto, para os de promoção e sem receberem algo, são os promotores, para os empresários sociais, directores institucionais. Direcção técnica e técnicos de ocorrências. O Voluntariado não pode ser tal que ocupe lugares de postos de trabalho, mas ajudar a criar postos de trabalho segundo as necessidades das Instituições. Pode haver estagiários sem remuneração.
4.A Paróquia por si não basta, faz parte de uma Diocese e esta tem um secretariado diocesano para reconhecimento dos problemas, coordenar as fundações contra as concorrências desnecessárias e, muitas vezes inconvenientes, dinamizar em comunhão as de âmbito paroquial, diocesano e nacional, transmitir orientações, recolher as preocupações de cada uma, avaliar o trabalho e os meios económico-financeiros de cada uma e, por fim, fundamentar a Acção Social, ou Sócio caritativa, da Igreja Diocesana. de uma Paróquia
1.O Acolhimento não é a mesma coisa que dar coisas, mas criar espírito de relação humana disponível para cooperar e não substituir. Uma Paróquia que não tem bom acolhimento, é como se não celebrasse a Eucaristia com muita fé e alegria consequente da audição da palavra de Deus, do louvor e acção de graças. É como não ter catequese, evangelização, proclamação da Palavra, Celebração da Palavra fazendo bem aos mais frágeis que é a Palavra vivida porque se faltam estas acções, qualquer grupo humanitário pode fazê-lo, ainda que seja em nome de uma coisa qualquer, Daí levar-nos ao melhor e mais adequado acolhimento, à ajuda ou inter-ajuda, à Cooperação ou Parceria (igualdade) de modo a conseguir o subsídio a solidariedade sem humilhação, sem ostentação, dispostos a um diálogo franco e criativo. É obrigação nossa que deve vir do mais fundo do nosso coração, como fosse do Coração de Deus, com olhos de quem sofre com o outro. Por isso temos que intervir socialmente como cooperantes desinteressados, mas atentos e saber olhar o outro, ou os outros como se fossem “cristos que necessitam de cireneus.”.
2. Nestes grupos há actividades que, numa Paróquia devem ser levadas a sério e não podem todos fazer tudo. Por isso, devem ser constituídos grupos de trabalho, como vicentinos, Cáritas, ou criar instituições, como na nossa paróquia temos de tudo. A Paróquia, no seu todo, tem o Cecan/rd (Centro Comunitário de Assistência aos Necessitados/ Recolha e Distribuição), Ozanan- Centro de juventude, Centro Social Paroquial com variadas respostas sociais (idosos, infância, e serviço de refeições e higiene a idosos e acamados, serviço de refeições a necessitados, Conferência Vicentina para acompanhamento espiritual e material a pobres, Legião de Maria para os doentes, para os solitários, sofredores crentes e menos crentes, pois a Legião de Maria é, para mim, numa paróquia o maior grupo missionário em nome de Nossa Senhora de todas as Graças. E, por fim, toda a Paróquia, cada um pelo trabalho e contributo, não pode estar alheio às necessidades existentes para colaborar ainda que seja para dar conhecimento das existências problemáticas.
3. Nestes grupos não podem faltar voluntários, pois há actividades ainda que sejam nas instituições que devem ser exercidas por voluntários, como temos na área da evaglização, na área das celebrações e na área da caridade, sem interesse próprio e sempre a favor de outrem movidos apenas por causas humanitárias e religiosas e as diferenças entre uns e outros podem ser apenas técnicas ou de competências, organização e dedicação. Ou melhor, a diferença está só entre a dedicação orientada para a não remuneração. É gratuidade.
Estes trabalhos nos grupos e instituições de uma paróquia podem ser lenitivo para pessoas reformadas se tornarem úteis e não arrumadas. É mais uma valia para a harmonia das comunidades orantes ou não.
Podem e devem existir voluntários para o estudo técnico-científico do projecto, para os de promoção e sem receberem algo, são os promotores, para os empresários sociais, directores institucionais. Direcção técnica e técnicos de ocorrências. O Voluntariado não pode ser tal que ocupe lugares de postos de trabalho, mas ajudar a criar postos de trabalho segundo as necessidades das Instituições. Pode haver estagiários sem remuneração.
4.A Paróquia por si não basta, faz parte de uma Diocese e esta tem um secretariado diocesano para reconhecimento dos problemas, coordenar as fundações contra as concorrências desnecessárias e, muitas vezes inconvenientes, dinamizar em comunhão as de âmbito paroquial, diocesano e nacional, transmitir orientações, recolher as preocupações de cada uma, avaliar o trabalho e os meios económico-financeiros de cada uma e, por fim, fundamentar a Acção Social, ou Sócio caritativa, da Igreja Diocesana.

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