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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Artistas- criações artísticas-pinturas-desenhos-outros trabalhos-História da Arte

In Perpetuam Rei memoriam-Ponte de Lima foto


Este é um livro do Dr. Américo Carneiro, nosso paroquiano que escreve para perpétua memória da coisa, isto é, sobre assuntos de Ponte de Lima.

Trata-se de um livro de quase 250 páginas e todas elas falam, recordam-nos, trazem ao de cima documentações importantes não só em texto como em fotografia verdadeiros testemunhos históricos, como o capítulo “perder de vista” e a recolha etnográfica que aí reune.

Nele, recordei, deixei de “perder de vista” coisas importantes.É um belo trabalho para quem gosta do passado para viver o presente e repensar o futuro.


Quer saber muito de história da arte, pintura, desenho,etc...tudo o que diz respeito a arte, contacte o Dr. Américo Carneiro através do email: amermaca@sapo.pt

sábado, 1 de maio de 2010

Papa Bento XVI- Viana do Castelo - Portugal

Em prejuízo da Mensagem




Bento XVI vem a Portugal para transmitir uma mensagem que vai surpreender pela certa, mas os “amigos” do material, os pagãos portugueses estão a tentar construir o bezerro de ouro: os pratos a ouro, o microfone a ouro, os grandes tronos com investimentos próprios de um país em crise...estão a procurar ofuscar e prejudicar esta mensagem.

O Papa não é um Chefe de Estado de “poderes” económicos, mas de poderes de frutos espirituais e foi esta a mensagem que Cristo anunciou e que o Papa vai trazer.

Bem parece a construção de um bezerro no deserto, a juntar a sacrifícios abomináveis por Deus.

Também não foi esta a mensagem de Fátima, mas há muitos loucos por este mundo fora prontos para a, qualquer preço, destruir como de forças do mal se tratassem...Até quando?...

A Igreja de Cristo e o Papa se não o faz por diplomacia reprovar todas estas coisas...no seu coração pensou o mesmo que eu.

Igreja Católica, Vaticano, Dioceses, Paróquias, Comunidades Religiosas, Missões

Igreja Católica












Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.







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Organização

Igrejas particulares locais

Igrejas particulares sui juris (23):

de Rito Latino • Orientais (22)



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Presbíteros • Diáconos

Leigos e Consagrados


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Revelação divina • Tradição • Bíblia

Cânon bíblico • Catecismo • Credo • Moral

Sucessão apostólica • Concílios Ecuménicos

SS Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo)

Infabilidade e Primazia papais • Igreja

Dez Mandamentos • Sermão da Montanha

Corpus Mysticum • Transubstanciação

Dogmas • Graça • Salvação • Reino de Deus

Sacramentos • Pecado original • Virtudes

Virgem Maria • Santos • Comunhão dos santos

Doutores da Igreja • Doutrina Social

Apologética • Justificação • Santidade • Heresia



Liturgia e Culto


Piedade popular • Devoção • Ano litúrgico

Dulia • Hiperdulia • Latria • Orações

Missa • Eucaristia • Liturgia das Horas

Ritos litúrgicos latinos e orientais





Direito

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Portal sobre o Cristianismo

A Igreja Católica, chamada também de Igreja Católica Romana [1] e Igreja Católica Apostólica Romana [2], é uma Igreja cristã com aproximadamente dois mil anos[3], colocada sob a autoridade suprema do Papa, Bispo de Roma e sucessor do apóstolo Pedro. Seu objectivo é a conversão ao ensinamento e à pessoa de Jesus Cristo em vista do Reino de Deus. Para este fim, ela administra os sacramentos e prega o Evangelho de Jesus Cristo.[4] Atua em programas sociais e instituições em todo o mundo, incluindo escolas, universidades, hospitais e abrigos, bem como administra outras instituições de caridade, que ajudam famílias, pobres, idosos e doentes.[4]



Ela não pensa como uma Igreja entre outras mas como a Igreja estabelecida por Deus para salvar todos os homens. Esta ideia é visível logo no seu nome: o termo "católico" significa universal em grego. Ela elaborou sua doutrina ao longo dos concílios a partir da Bíblia, comentados pelos Pais e pelos doutores da Igreja. Ela propõe uma vida espiritual e uma regra de vida aos seus fiéis inspirada no Evangelho e definidas de maneira precisa. Regida pelo Código de Direito Canónico, ela se compõe, além da sua muita bem conhecida hierarquia ascendente que vai desde do simples diácono ao supremo Papa, de vários movimentos apostólicos, que comportam notadamente as ordens religiosas, os institutos seculares e uma ampla diversidade de organizações e movimentos de leigos.



Desde o dia 19 de Abril de 2005, a Igreja Católica é liderada pelo Papa Bento XVI. Nesse mesmo ano, ela contava aproximadamente com 1115 milhões de membros [5] (ou seja, mais de um sexto da população mundial[6] e mais da metade de todos os cristãos,[7]), distribuídos principalmente na Europa e nas Américas mas também noutras regiões do mundo. Sua influência na História do pensamento bem como sobre a História da arte é considerável, notadamente na Europa.



A Igreja Católica, pretendendo respeitar a cultura e a tradição dos seus fiéis, é por isso actualmente constituída por 23 Igrejas autônomas sui juris, todas elas em comunhão completa e subordinadas ao Papa. Estas Igrejas, apesar de terem a mesma doutrina e fé, possuem uma tradição cultural, histórica, teológica e litúrgica diferentes e uma estrutura e organização territorial separadas. A Igreja Católica é muitas vezes confundida com a Igreja Católica Latina, uma das suas 23 Igrejas autónomas e a maior de todas elas [8][9][10].



Índice [esconder]

1 História

2 Doutrina

2.1 Dogmas e Santíssima Trindade

2.2 Jesus, a salvação e o Reino de Deus

2.3 Eclesiologia

2.4 Divergências com as outras Igrejas cristãs

2.5 Dez Mandamentos e a Moral

2.6 Sacramentos

2.7 Cinco Mandamentos da Igreja Católica

3 Estrutura e Cargos

4 Culto e Prece

4.1 Liturgia

5 Organização por região

5.1 Igrejas sui juris e seus ritos litúrgicos

5.1.1 Lista

6 Igreja Católica no mundo contemporâneo

6.1 Críticas e controvérsias

7 Referências

8 Ver também

9 Ligações externas





História

Ver artigo principal: História da Igreja Católica

A Igreja Católica possui mais de dois mil anos de história, sendo a mais antiga instituição ainda em funcionamento. Sua história é integrante à História do Cristianismo e a história da civilização ocidental.[11].



Doutrina

Ver artigo principal: Doutrina da Igreja Católica

Segundo o Catecismo de São Pio X, a doutrina católica "é a doutrina que Jesus Cristo Nosso Senhor nos ensinou, para nos mostrar o caminho da salvação" e da vida eterna [12]. "As partes principais e mais necessárias da Doutrina [...] são quatro: o Credo, o Pai-Nosso, os Mandamentos e os Sacramentos" [13][14].



A Igreja Católica acredita que todas as coisas que ela acredita foram sendo gradualmente reveladas por Deus através dos tempos (nomeadamente ao longo do Antigo Testamento), atingindo a sua plenitude e perfeição em Jesus Cristo (que anunciou definitivamente o Evangelho à humanidade) [15], que é considerado pelos católicos e cristãos como o Filho de Deus, o Messias e o Salvador do mundo e da humanidade [16][17].



Mas, a definição e compreensão da doutrina católica (que é baseada na Revelação divina) é progressiva, necessitando por isso do constante estudo e reflexão da Teologia, mas sempre fiel à Revelação e sempre orientada pelo Magistério da Igreja [18]. Esta Revelação imutável e definitiva é transmitida pela Igreja sob a forma de Tradição [19]. A doutrina católica está expressa e resumida no Credo dos Apóstolos, no Credo Niceno-Constantinopolitano e também em variadíssimos documentos da Igreja, como por exemplo no Catecismo da Igreja Católica (CIC) e no seu Compêndio (CCIC) [20].



Dogmas e Santíssima Trindade

Ver artigo principal: Dogmas da Igreja Católica e Santíssima Trindade



Iluminura medieval com a representação clássica da Santíssima Trindade, sendo o homem mais velho o Pai, o mais novo (com uma cruz) o Filho e a pomba o Espírito Santo.Com os seus estudos teológicos, a Igreja vai-se gradualmente instituindo os seus dogmas, que é a base da sua doutrina, sendo o último dogma (o da Assunção da Virgem Maria) proclamado solenemente apenas em 1950, pelo Papa Pio XII. Para os católicos, um dos dogmas mais importantes é o da Santíssima Trindade, que, não violando o monoteísmo, professa que Deus é simultaneamente uno (porque, em essência, só existe um Deus) e trino (porque está pessoalizado em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo, que se estabelecem entre si uma comunhão perfeita). Estas 3 Pessoas eternas, apesar de possuirem a mesma natureza, "são realmente distintas" [21].



Logo, muitas vezes, certas actividades e atributos divinos são mais reconhecidas (mas não exclusivamente realizadas) em uma Pessoa do que em outra. Como por exemplo, a criação divina do mundo está mais associado a Deus Pai; a salvação do mundo a Jesus, o Filho de Deus; e a protecção, guia, purificação e santificação da Igreja ao Espírito Santo [21].



Jesus, a salvação e o Reino de Deus

Ver artigo principal: Jesus, Salvação e Reino de Deus



A crucificação e morte redentora de Jesus faz parte da vontade de Deus Pai de salvar toda a Humanidade.Jesus Cristo é a figura central do Cristianismo, porque, por vontade de Deus Pai [22], ele encarnou-se (veio à Terra) para anunciar a salvação à humanidade inteira, "ou seja: para nos reconciliar a nós pecadores com Deus; para nos fazer conhecer o seu amor infinito; para ser o nosso modelo de santidade; para nos tornar «participantes da natureza divina» (2 Ped 1, 4)" [23]; e para "anunciar as boas novas do Reino de Deus" [24]. Santo Atanásio, um famoso Padre e Doutor da Igreja, afirmou que Jesus, "o Filho de Deus, Se fez homem, para nos fazer Deus", ou seja, para nos tornarmos santos como Deus [25].



O dogma cristológico ensina que Jesus é a encarnação do Verbo divino, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, Messias, Salvador e Bom Pastor da Humanidade [26]. Ele é também «o Filho Unigénito de Deus» (1 Jo 2, 23), a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, o único e verdadeiro Sumo Sacerdote [27] e Mediador entre os homens e Deus Pai, chegando mesmo a afirmar que "«Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por Mim» (Jo 14, 6)" [28].



Nas suas muitas pregações, Jesus, ao anunciar o Evangelho, ensinou as bem-aventuranças e insistiu sempre «que o Reino de Deus está próximo» (Mt 10,7). Exortou também que quem quisesse fazer parte desse Reino teria de nascer de novo, de se arrepender dos seus pecados, de se converter e purificar. Jesus ensinava também que o poder, a graça e a misericórdia de Deus era maior que o pecado e todas as forças do mal, insistindo por isso que o arrependimento sincero dos pecados e a fé em Deus podem salvar os homens [29]. Este misterioso Reino, que só se irá realizar-se na sua plenitude no fim do mundo, está já presente na Terra através da Igreja, que é a sua semente. No Reino de Deus, o Mal será inexistente e os homens salvos e justos, após a ressurreição dos mortos e o fim do mundo, passarão a viver eternamente em Deus, com Deus e junto de Deus [30].



A doutrina católica professa também que a salvação do Homem deve-se, para além da graça divina, ao voluntário Sacrifício e Paixão de Jesus na cruz. Este supremo sacrifício deve-se à vontade e ao infinito amor de Deus, que quis salvar toda a humanidade [31][32]. Além disso, é também fundamental para a salvação a adesão livre do crente à fé em Jesus Cristo e aos Seus ensinamentos, porque a liberdade humana, como um dom divino, é respeitado por Deus, o nosso Criador [33][34].



Esta fé cristã "opera pela caridade" ou amor (Gal 5,6), por isso ela obriga o crente a converter-se e a levar uma vida de santificação. Este modo de viver obriga o católico a participar e receber os sacramentos e a "conhecer e fazer a vontade de Deus" [35]. Este último ponto é cumprido através, como por exemplo, da prática dos ensinamentos revelados (que se resumem nos mandamentos de amor ensinados por Jesus), das boas obras e também das regras de vida propostas pela Igreja Católica [14][36][37]. Estes mandamentos de amor consistem em amar a Deus acima de todas as coisas (Mt 22,37), amar ao próximo como a si mesmo (Mt 22,39) e amar uns aos outros como Eu vos amei (Jo 15,10). Estes ensinamentos radicais constituem por isso o resumo de "toda a Lei e os Profetas" do Antigo Testamento (Mt 22,40) [38]. No fundo, a vida de santificação proposta pela Igreja tem por finalidade e esperança últimas à salvação [39] e à implementação do Reino de Deus [40][30].



A Igreja ensina também que todos os não-católicos que, sem culpa própria, ignoram a Palavra de Deus e a Igreja Católica, mas que "procuram sinceramente Deus e, sob o influxo da graça, se esforçam por cumprir a sua vontade", podem conseguir a salvação [41].



Eclesiologia

Ver artigo principal: Igreja, Eclesiologia e Quatro marcas da Igreja



A Igreja está alicerçada sobre o Apóstolo Pedro, a quem Cristo prometeu o Primado, ao afirmar que "sobre esta pedra edificarei a minha Igreja" e que "dar-te-ei as chaves do Reino de Deus" (cf. Mt 16, 17-20)A Igreja Católica define-se pelas palavras do Credo Niceno-Constantinopolitano, como:



«una» porque nela subsiste a única instituição verdadeiramente fundada e encabeçada por Cristo para reunir o povo de Deus, porque ela tem como alma o Espírito Santo, que une todos os fiéis na comunhão em Cristo e porque ela tem uma só fé, uma só vida sacramental, uma única sucessão apostólica, uma comum esperança e a mesma caridade [42].

«santa» por causa da sua ligação única com Deus, o seu Autor, porque "o Espírito Santo vivificou-a com a caridade" e porque ela é a "Esposa de Cristo"; também porque ela, através dos sacramentos, tem por objectivo santificar, purificar e transformar os fiéis, reunindo-os todos para o seu caminho de santificação, cujo objectivo final é a salvação, que consiste na vida eterna, na realização final do Reino de Deus e na obtenção da santidade [43].

«católica» porque a Igreja é universal e está espalhada por toda a Terra; é portadora da integralidade e totalidade do depósito da fé; "leva e administra a plenitude dos meios" necessários para a salvação" (incluindo os sete sacramentos), dados por Jesus à sua Igreja; "é enviada em missão a todos os povos, em todos os tempos e qualquer que seja a cultura a que eles pertençam"; e nela está presente Cristo [44][45].

«apostólica» porque ela é fundamentada na doutrina dos Apóstolos cuja missão recebeu sem ruptura [46]. Segundo a Doutrina Católica, todos os Bispos da Igreja são sucessores dos Apóstolos e o Papa, Chefe da Igreja, é o sucessor de São Pedro ("Príncipe dos Apóstolos"), que é a pedra na qual Cristo edificou a sua Igreja.

Além disso, a Igreja, de entre os seus inúmeros nomes, também é conhecida por:



<> porque os católicos acreditam que a Igreja não é apenas uma simples instituição, mas um corpo místico constituído por Jesus, que é a Cabeça, e pelos fiéis, que são membros deste corpo único, inquebrável e divino. Este nome é assente também na fé de que os fiéis são unidos intimamente a Cristo, por meio do Espírito Santo, sobretudo no sacramento da Eucaristia [47]. A Igreja Católica acredita que os cristãos não-católicos também pertencem, apesar de um modo imperfeito, ao Corpo Místico, visto que tornaram-se uma parte inseparável d'Ele através do Baptismo - constituindo assim numas das bases do ecumenismo actual. Ela defende também que muitos elementos de santificação e de verdade estão também presentes nas Igrejas e comunidades cristãs que não estão em plena comunhão com o Papa [48].

<> porque o próprio Cristo "Se definiu como o «Esposo» (Mc 2,19) que amou a Igreja, unindo-a a Si por uma Aliança eterna. Ele entregou-se a Si mesmo por ela, para a purificar com o Seu sangue, «para a tornar santa» (Ef 5,26) e fazer dela mãe fecunda de todos os filhos de Deus" [49].

<> porque o Espírito Santo reside na Igreja, no Corpo Místico de Cristo, e estabelece entre os fiéis e Jesus Cristo uma comunhão íntima, tornando-os unidos num só Corpo. Para além disso, Ele guia, toma conta e "edifica a Igreja na caridade com a Palavra de Deus, os sacramentos, as virtudes e os carismas" [50].

Divergências com as outras Igrejas cristãs



Ver artigo principal: A doutrina católica e a das outras Igrejas cristãs

A doutrina da Igreja Ortodoxa é bastante parecida com a da Igreja Católica. As únicas diferenças significativas dizem respeito ao filioque, ao entendimento um pouco divergente da salvação e do arrependimento e principalmente à compreensão do papel e função do Papa na Igreja, que para os ortodoxos não tem jurisdição sobre as outras Igrejas nem é revestido de infalibilidade quando fala ex cathedra.



Em relação às Igrejas protestantes, as diferenças mais significativas dizem respeito à doutrina da Eucaristia, dos outros sacramentos (a maioria dos protestantes só professam o Baptismo e a Eucaristia), à existência do purgatório, à composição do Cânone das Escrituras e ao culto de veneração à Virgem Maria e aos santos. Há também diferenças importantes na doutrina do pecado original e da graça, na necessidade e natureza da penitência e no modo de obter a redenção, com os protestantes a defenderem que a salvação só se atinge apenas através da fé (sola fide), em detrimento da crença católica que a fé deve ser expressa também através das boas obras. Esta divergência levou a um conflito sobre a doutrina da justificação, mas o diálogo ecuménico moderno levou a alguns consensos entre os católicos e os luteranos, através da Declaração Conjunta Sobre a Doutrina da Justificação, bem como com os anglicanos e outros.



Nas últimas décadas milhares de grupos religiosos têm sido fundados visando atrair sobre si o título de verdadeira e única Igreja de Cristo, negando toda a tradição da igreja Católica e a sucessão direta do apóstolo São Pedro, instituido primeiro Papa pelo próprio Jesus Cristo, tomando como base uma interpretação livre da Bíblia Sagrada, apesar de este Livro ter sido constituído e compilado na Igreja Católica.



Dez Mandamentos e a Moral

Ver artigo principal: Dez Mandamentos e Teologia moral católica

Existem várias representações dos Dez Mandamentos, que é a base e o mínimo fundamental da Lei moral (ou Lei de Deus), devido à diversidade de traduções existentes. A mais utilizada é aquela ensinada actualmente na catequese de língua portuguesa da Igreja Católica:



1º Amar a Deus sobre todas as coisas.

2º Não invocar o Santo Nome de Deus em vão.

3º Guardar domingos e festas de guarda.

4º Honrar pai e mãe.

5º Não matar.

6º Guardar castidade nas palavras e nas obras.

7º Não roubar.

8º Não levantar falsos testemunhos.

9º Guardar castidade nos pensamentos e nos desejos.

10º Não cobiçar as coisas alheias.

Para os católicos, eles são de observância e cumprimento obrigatórios, porque "enuncia deveres fundamentais do homem para com Deus e para com o próximo" e dão a conhecer também a vontade divina sobre a conduta moral dos homens [51].



Sacramentos

Ver artigo principal: Sacramentos católicos



Baptismo de uma meninaDentro da fé católica, os sacramentos, que a Igreja acredita serem instituídas por Jesus, são gestos e palavras de Cristo que concedem e comunicam a graça santificadora sobre quem os recebe. Sobre os sacramentos, São Leão Magno diz: "«o que era visível no nosso Salvador passou para os seus sacramentos»" [52].



Ao celebrá-los, a Igreja Católica alimenta, exprime e fortifica a sua fé, sendo por isso os sacramentos uma parte integrante e inalienável da vida de cada católico e fundamentais para a sua salvação. Isto porque eles conferem ao crente a graça divina, os dons do Espírito Santo, "o perdão dos pecados, [...] a conformação a Cristo Senhor e a pertença à Igreja", que o torna capaz "de viver a vida nova de filhos de Deus em Cristo acolhido com a fé". Daí a grande importância dos sacramentos na liturgia católica [53]. Ao todo, a Igreja Católica tem sete sacramentos:



Baptismo é dado às criança e a convertidos adultos que não tenham sido antes baptizados validamente (o baptismo da maior parte das igrejas cristãs é considerado válido pela Igreja Católica, contanto que seja feito pela fórmulta: "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". A rigor, todo cristão pode, nessa fórmula, batizar validamente alguém, nomeadamente em situações urgentes. Entretanto, o baptismo será ilícito, devendo o baptizado ser levado na presença de um sacerdote, para que complete os rituais do sacramento, como a unção com o Crisma e com o óleo dos catecúmenos).

Confissão, Penitência ou Reconciliação envolve a admissão de pecados perante um padre e o recebimento de penitências (tarefas a desempenhar a fim de alcançar a absolvição ou o perdão de Deus).

Eucaristia (Comunhão) é o sacramento mais importante da Igreja porque ela relembra e renova o mistério pascal de Cristo, actualizando e renovando assim a salvação da humanidade [54]. Por isso, recebe também o nome de Santíssimo Sacramento. Este sacramento está associado também à transubstanciação, que é a crença de que, após a consagração, o pão e o vinho oferecidos e consagrados se tornam realmente o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, sob as aparências de pão e vinho.

Na Confirmação ou Crisma, o Espírito Santo, que é recebido no baptismo é "fortalecido e aprofundado" [55] através da imposição de mãos e da unção com santo óleo do Crisma. Na maior parte das igrejas de Rito latino, este sacramento é presidido por um bispo e tem lugar no início da idade adulta (na maioria das vezes, quando se completam 15 anos). Nas Igrejas Católicas Orientais o sacramento do Crisma é geralmente executado por um padre imediatamente depois do baptismo.

Sagrado matrimónio é o sacramento que valida, diante de Deus, a união de um homem e uma mulher, constituindo assim uma família. Segundo a tradição católica, com base no Evangelho de São Marcos, o casamento é indissolúvel. Só é permitido um segundo casamento no caso da morte de um dos cônjuges ou em situações especias de nulidade do casamento.

As Ordens Sagradas recebem-se ao entrar para o clero, através da consagração das mãos com o santo óleo do Crisma e, no rito latino (ou ocidental), envolvem um voto de castidade enquanto que nos ritos orientais, os homens casados são admitidos como padres diocesanos, mas não como bispos ou padres monásticos. Em raras ocasiões, permitiu-se que padres casados que se converteram a partir de outros grupos cristãos fossem ordenados no rito ocidental. No rito ocidental, os homens casados podem ser ordenados diáconos permanentes, mas não podem voltar a casar se a esposa morrer ou se for declarada a nulidade do casamento. O sacramento das Ordens Sagradas é dado em três graus: o do diácono (desde o Concílio Vaticano II um diácono permanente pode ser casado antes de se tornar diácono), o de sacerdote e o de bispo.

A Unção dos enfermos era conhecida como "extrema unção" ou "último sacramento". Envolve a unção de um doente com um óleo sagrado dos enfermos, abençoado especificamente para esse fim. Já não está limitada aos doentes graves e aos moribundos, mas a Igreja recomenda esse sacramento e o viático para a hora da morte.

Cinco Mandamentos da Igreja Católica

Participar da Missa aos Domingos e outras festas de guarda.

Na maior parte dos países ocidentais católicos, os dias santos de guarda são:

Santa Maria, Mãe de Deus - 1 de janeiro

Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) - data variável entre maio e junho: 1ª quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade

Imaculada Conceição de Maria - 8 de dezembro

Natal - 25 de dezembro

Confessar-se ao menos uma vez por ano.

Receber o sacramento da Eucaristia, pelo menos na Páscoa.

Abster-se de comer carne e observar o jejum nos dias estabelecidos pela Igreja.

Dias de jejum: Quarta-feira de Cinzas e Sexta-feira Santa.

Dias de abstinência de carne: sextas-feiras da Quaresma.

Atender às necessidades materiais da Igreja, cada qual segundo as próprias possibilidades.

Estes cinco mandamentos da Igreja (não confundir com os Dez Mandamentos da Lei de Deus), na sua forma atual, foram promulgados em 2005 pelo Papa Bento XVI, quando suprimiu o termo "dízimos" do quinto mandamento (pagar dízimos conforme o costume), cujo sentido real era, obviamente, contribuição, não taxação ou imposto.



Estrutura e Cargos

Ver artigo principal: Hierarquia católica



Basílica de São Pedro, Cidade do Vaticano.

Bento XVI, o actual Papa e sucessor do Apóstolo São Pedro.A Igreja Católica tem uma estrutura altamente hierarquizada, sendo o seu Chefe o Papa. A expressão "Santa Sé" significa o conjunto do Papa e dos dicastérios da Cúria Romana, que o ajudam no governo de toda a Igreja.



A Igreja tem uma estrutura hierárquica de títulos que são, em ordem descendente:



Papa, que é o Sumo Pontífice e chefe da Igreja Católica, o guardador da integridade e totalidade do depósito da fé, o Vigário de Cristo na Terra, o Bispo de Roma e o possuidor do Pastoreio de todos os cristãos, concedido por Jesus Cristo a São Pedro e, consequentemente, a todos os Papas. Esta autoridade papal (Jurisdição Universal) vem da fé de que ele é o sucessor directo do Apóstolo São Pedro [56]. Na Igreja latina e em algumas das orientais, só o Papa pode designar os membros da Hierarquia da Igreja acima do nível de presbítero. Aos Papas atribui-se infalibilidade, desde o Concílio Vaticano I, em 1870. Por essa prerrogativa, as decisões papais em questões de fé e costumes (moral) são infalíveis.[57] Todos os membros da hierarquia respondem perante o Papa e a sua corte papal, chamada de Cúria Romana.

Cardeais são os conselheiros e os colaboradores mais íntimos do Papa, sendo todos eles bispos (alguns só são titulares). Aliás, o próprio Papa é eleito, de forma vitalícia (a abdicação é rara, porque já não acontecia desde a Idade Média) pelo Colégio dos Cardeais. A cada cardeal é atribuída uma igreja ou capela (e daí a classificação em cardeal-bispo, cardeal-presbítero e cardeal-diácono) em Roma para fazer dele membro do clero da cidade. Muitos dos cardeais servem na Cúria, que assiste o Papa na administração da Igreja. Todos os cardeais que não são residentes em Roma são bispos diocesanos.

Patriarcas são normalmente títulos possuídos por alguns líderes das Igrejas Católicas Orientais sui juris. Estes patriarcas orientais, que ao todo são seis, são eleitos pelos seus respectivos Sínodos e depois reconhecidos pelo Papa. Mas alguns dos grandes prelados da Igreja Latina, como o Patriarca de Lisboa e o Patriarca de Veneza, receberam também o título de Patriarca, apesar de ser apenas honorífico e não lhes conferirem poderes adicionais.

Arcebispos (Metropolita ou Titular) são bispos que, na maioria dos casos, estão à frente das arquidioceses. Se a sua arquidiocese for a sede de uma província eclesiástica, eles normalmente têm também poderes de supervisão e jurisdição limitada sobre as dioceses (chamadas sufragâneas) que fazem parte da respectiva província eclesiástica.

Bispos (Diocesano, Titular e Emérito) são os sucessores directos dos doze Apóstolos. Receberam o todo do sacramento da Ordem, o que lhe confere, na maioria dos casos, jurisdição completa sobre os fiéis da sua diocese.

Presbíteros ou Padres são os colaboradores dos bispos e só têm um nível de jurisdição parcial sobre os fiéis. Alguns deles lideram as paróquias da sua diocese.

Monsenhor é um título honorário para um presbítero, que não dá quaisquer poderes sacramentais adicionais.

Diáconos são os auxiliares dos presbíteros e bispos e possuem o primeiro grau do Sacramento da Ordem. São ordenados não para o sacerdócio, mas para o serviço da caridade, da proclamação da Palavra de Deus e da liturgia. Apesar disso, eles não consagram a hóstia (parte central da Missa) e não administram a Unção dos enfermos e a Reconciliação.

Todos os ministros sagrados supra-mencionados fazem parte do clero. A Igreja acredita que os seus clérigos são "ícones de Cristo" [58], logo todos eles são homens, porque os doze Apóstolos são todos homens e Jesus, na sua forma humana, também é homem [59]. Mas isto não quer dizer que o papel da mulher na Igreja seja menos importante, mas apenas diferente [60]. Exceptuando em casos referentes aos diáconos e a padres ordenados pelas Igrejas orientais, todo o clero católico é celibatário [61]. Os clérigos são importantes porque efectuam exclusivamente determinadas tarefas, como a celebração da Missa e dos sacramentos.



Existem ainda funções menores: Leitor, Ministro Extraordinário da Comunhão eucarística, Ministro da Palavra e Acólito. Estas funções tomados em conjunto não fazem parte do clero, pois são conferidas aos leigos, uma vez que, para entrar para o sacerdócio, é preciso ao católico receber o sacramento da Ordem. Desde o Concílio Vaticano II, os leigos tornaram-se cada vez mais importantes no seio da vida eclesial e gozam de igualdade em relação ao clero, em termos de dignidade, mas não de funções [62].



Dentro da Igreja, existem um grupo de leigos ou de clérigos que decidiram tomar uma vida consagrada e normalmente agrupam-se em ordens religiosas, congregações religiosas ou em institutos seculares, existindo porém aqueles que vivem isoladamente ou até junto dos não-consagrados. Estes movimentos apostólicos têm a sua própria hierarquia e títulos específicos.



Culto e Prece

Ver artigo principal: Culto cristão e Oração



Procissão de Nosso Senhor dos Passos: uma das inúmeras expressões de piedade popular.Na Igreja Católica, para além do culto de adoração a Deus (latria), existe também o culto de veneração aos Santos (dulia) e à Virgem Maria (hiperdulia). Estes dois cultos, sendo a latria mais importante, são muito diferentes, mas ambos são expressos através da liturgia, que é o culto oficial e público da Igreja, e também através da piedade popular, que é o culto privado dos fiéis [63][64].



Dentro da liturgia, destaca-se a Missa (de frequência obrigatória aos Domingos e festas de guarda) e a Liturgia das Horas; enquanto que na piedade popular, destacam-se indubitavelmente as devoções e as orações quotidianas. Apesar de a piedade popular ser de certo modo facultativa, ela é muito importante para o crescimento espiritual dos católicos [63][64]. As principais devoções católicas são expressas em "fórmulas de orações" a Deus (Pai, Filho e Espírito Santo), à Virgem Maria e aos Santos (novenas, trezena, Santo Rosário...); em "peregrinações aos luga­res sagrados"; na veneração de medalhas, estátuas, relíquias e imagens sagradas e bentas de Cristo, dos Santos e da Virgem Maria; em procissões; e em outros "costumes populares" [65].



Liturgia

Ver artigo principal: Liturgia católica, Missa e Liturgia das Horas



A Missa (ou celebração eucarística) é a celebração litúrgica e sacramental mais importante da Igreja [66].O ato de prece mais importante na Igreja Católica é, sem dúvida, a liturgia Eucarística, normalmente chamada de Missa. A liturgia, que é centrada na missa, é a celebração oficial e pública do "Mistério de Cristo e em particular do seu Mistério Pascal". Através dela, "Cristo continua na sua Igreja, com ela e por meio dela, a obra da nossa redenção" [67]. Esta "presença e actuação de Jesus" são assegurados eficazmente pelos sete sacramentos [63][64], com particular destaque para a Eucaristia, que renova e perpetua "o sacrifício da cruz no decorrer dos séculos até ao regresso" de Jesus. Por isso, toda a missa centra-se na Eucaristia, porque ela "é fonte e cume da vida cristã" e nela "a acção santificadora de Deus em nosso favor e o nosso culto para com Ele" atingem o cume [66].



Jesus, como Cabeça, celebra a liturgia com os membros do seu Corpo, ou seja, com a sua "Igreja celeste e terrestre", constituída por santos e pecadores, por habitantes da Terra e do Céu [67][68]. Cada membro da Igreja terrestre celebra e actua na liturgia "segundo a sua própria função, na unidade do Espírito Santo: os baptizados oferecem-se em sacrifício espiritual [...]; os Bispos e os presbíteros agem na pessoa de Cristo Cabeça", representando-O no altar. Daí que só os clérigos (exceptuando os diáconos) é que podem celebrar e conduzir a Missa, nomeadamente a consagração da hóstia [69]. Apesar de celebrar o único Mistério de Cristo, a Igreja possui muitas tradições litúrgicas diferentes, devido ao seu encontro, sempre fiel à Tradição católica, com os vários povos e culturas. Isto constitui uma das razões pela existência das 23 Igrejas sui juris que compõem a Igreja Católica [70].



A missa é celebrada todos os domingos; no entanto, os católicos podem cumprir as suas obrigações dominicais se forem à missa no sábado. Os católicos devem também ir à missa em cerca de dez dias adicionais por ano, chamados de Dias Santos de Obrigação. Missas adicionais podem ser celebradas em qualquer dia do ano litúrgico, excepto na Sexta-feira Santa, pois neste dia não se celebra a Missa em nenhuma igreja católica do mundo. Muitas igrejas têm missas diárias. A missa é composta por duas partes principais: a Liturgia da Palavra e a Liturgia da Eucaristia. Durante a Liturgia da Palavra, são lidas em voz alta uma ou mais passagens da Bíblia, acto desempenhado por um Leitor (um leigo da igreja) e pelo padre ou diácono (que lêem sempre as leituras do Evangelho). Depois de concluídas as leituras, é feita a homilia por um clérigo. Nas missas rezadas aos domingos e dias de festa, é professado por todos os católicos presentes o Credo, que afirma as crenças ortodoxas (ou seja, oficiais) do catolicismo. A Liturgia da Eucaristia inclui a oferta de pão e vinho, a Prece Eucarística, durante a qual o pão e o vinho se transformam no Corpo e Sangue de Cristo, e a procissão da comunhão.



Além da missa, a Liturgia das Horas também é extremamente importante na vida eclesial, porque ela é a oração pública e comunitária oficial da Igreja Católica. Esta oração consiste basicamente na oração quotidiana em diversos momentos do dia, através de Salmos e cânticos, da leitura de passagens bíblicas e da elevação de preces a Deus. Com essa oração, a Igreja procura cumprir o mandato que recebeu de Cristo, de orar incessantemente, louvando a Deus e pedindo-Lhe por si e por todos os homens. A Liturgia das Horas, que é uma antecipacão para a celebração eucarística, não exclui, mas requer de maneira complementar, as diversas devoções católicas, particularmente a adoração e o culto do Santíssimo Sacramento.



Organização por região

Ver artigo principal: Igreja particular e Circunscrição eclesiástica

A unidade geográfica e organizacional fundamental da Igreja Católica é a diocese (chamada eparquia nas Igrejas orientais católicas). Estas correspondem geralmente a uma área geográfica definida, centrada numa cidade principal, e é chefiada por um bispo. A igreja central de uma diocese recebe o nome de catedral, que deriva do termo cátedra (ou cadeira do bispo), que é um dos símbolos principais do seu cargo episcopal. Dentro da diocese ou eparquia, o bispo (ou eparca) exerce aquilo que é conhecido como poder ordinário, ou seja, autoridade própria, não delegada por outra pessoa. Embora o Papa nomeie bispos e avalie o seu desempenho, e exista uma série de outras instituições que governam ou supervisionam certas actividades eclesiásticas, um bispo tem uma autonomia relativamente grande na administração de uma diocese ou eparquia. Algumas dioceses ou eparquias, geralmente centradas em cidades grandes e importantes, são chamadas arquidioceses ou arquieparquias e são chefiadas por um arcebispo. Em grandes dioceses (ou eparquias) e arquidioceses (ou arquieparquias), o bispo é frequentemente assistido por bispos auxiliares, bispos integrais e membros do Colégio dos Bispos não designados para chefiá-las. Arcebispos, bispos sufragários ou diocesanos (designação frequentemente abreviada simplesmente para "bispos"), e bispos auxiliares, são igualmente bispos; os títulos diferentes indicam apenas que tipo de unidade eclesiástica chefiam. Muitos países têm vicariatos que apoiam as suas forças armadas, chamados normalmente de Ordinariato Militar, e são governados por bispos.



Quase todas as dioceses ou eparquias estão organizadas em grupos conhecidos como províncias eclesiásticas, cada uma das quais é chefiada por um arcebispo metropolitano. Logo, estes arcebispos exercem uma jurisdição e supervisão limitada sobre as dioceses que fazem parte da sua província eclesiástica. Existem também as conferências episcopais, geralmente constituídas por todas as dioceses de um determinado país ou grupo de países. Estes grupos lidam com um vasto conjunto de assuntos comuns, incluindo a supervisão de textos e práticas litúrgicas para os grupos culturais e linguísticos da área, e as relações com os governos locais. Porém, a autoridade destas conferências para restringir as actividades de bispos individuais é limitada. As conferências episcopais começaram a surgir no princípio do século XX e foram oficialmente reconhecidas no documento Christus Dominus, do Concílio Vaticano II.



As dioceses ou eparquias são subdivididas em distritos locais chamados paróquias. Todos os católicos devem frequentar e sustentar a sua igreja paroquiana local. Ao mesmo tempo que a Igreja Católica desenvolveu um sistema elaborado de governo global, o catolicismo, no dia a dia, é vivido na comunidade local, unida em prece na sua paróquia. As paróquias são em grande medida autossuficientes e são administradas por um presbítero (o pároco); uma igreja, frequentemente situada numa comunidade pobre ou em crescimento, que é sustentada por uma diocese, é chamada de "missão".



Para além da sua vasta hierarquia, a Igreja Católica sustenta muitos grupos de monges e frades, não necessariamente ordenados, e religiosas que vivem vidas consagradas, especialmente devotadas a servir a Deus. São pessoas que se juntaram sob um determinado sistema e regra a fim de atingir a perfeita comunhão com Deus. Os membros de algumas ordens religiosas são semi-independentes das dioceses a que pertencem; o superior religioso da ordem exerce jurisdição ordinária sobre eles.



Igrejas sui juris e seus ritos litúrgicos

Ver artigo principal: Igreja particular sui juris

A Igreja Católica é actualmente constituída por 23 Igrejas autônomas sui juris, todas elas em comunhão completa e subordinadas ao Papa. A maior de todas elas é a Igreja Católica Latina. As restantes 22 Igrejas sui juris, conhecidas colectivamente como "Igrejas Católicas do Oriente", são governadas por um hierarca que pode ser um Patriarca, um Arcebispo maior ou um Metropolita. A Cúria Romana administra quer a Igreja Latina, quer (de maneira mais limitada) as Igrejas orientais. Devido a este sistema, é possível que um católico esteja em comunhão completa com o Pontífice de Roma sem ser um católico latino.



As Igrejas sui iuris ou sui juris utilizam uma das seis tradições litúrgicas tradicionais (que emanam de Sés tradicionais de importância histórica), chamadas de ritos. Os ritos litúrgicos principais são o Romano, o Bizantino, o de Antioquia, o Alexandrino, o Caldeu e o Arménio. O Rito Romano, que predomina na Igreja Latina, é por isso dominante em grande parte do mundo, e é usado pela vasta maioria dos católicos (cerca de 98%); mas mesmo na Igreja Latina existem ainda outros ritos litúrgicos menores, em particular o Rito Ambrosiano, o Rito Bracarense e o Rito Moçárabe). Antigamente havia muitos outros ritos litúrgicos ocidentais, que foram substituídos pelo Rito Romano pelas reformas litúrgicas do Concílio de Trento.



Historicamente, a forma da Missa usada no Rito Romano de 1570 até 1970 (a "Missa Tridentina") era conduzido, na maioria dos países, inteiramente em Latim eclesiástico. Porém, o Concílio Vaticano II (1962-1965) promulgou uma grande revisão do Missal Romano, que agora é celebrada com o padre a voltar para a assembleia (ou o povo), ficando entre eles o altar, e em todos os países na sua língua vernacular (local), além do Latim. Mas, devido às pressões dos católicos tradicionalistas, a partir de 7 de Julho de 2007, através da carta apostólica "Summorum Pontificum", o Papa Bento XVI autorizou os padres a celebrar novamente a Missa Tridentina em latim a pedido dos fiéis.



O serviço correspondente das Igrejas Católicas Orientais, a Divina Liturgia, é conduzido em várias línguas antigas e modernas, segundo o rito e a Igreja: as Igrejas de Rito Bizantino usam o grego, o eslavo eclesiástico, o árabe, o romeno, o georgiano e outras; as igrejas de Ritos Antioquiano e Caldeu usam o siríaco e o árabe; a Igreja de Rito Arménio usa o arménio; e as Igrejas de tradição alexandrina usam o copta e o ge'ez.



Actualmente, a esmagadora maioria dos católicos são de rito latino. Os católicos orientais totalizam somente 16 milhões [71].



Lista

Na lista que se segue, encontra-se enumeradas as 23 Igrejas católicas sui juris, os seus respectivos ritos litúrgicos e a sua respectiva data de fundação (ou de comunhão com a Santa Sé). Esta lista baseia-se no Anuário Pontifício da Santa Sé, presente neste website.









Ritos Ocidentais

São utilizados pela Igreja Católica Latina. Existem vários ritos litúrgicos ocidentais, sendo o mais utilizado o Rito Romano.





Rito Romano (a anterior forma deste rito litúrgico - a Missa tridentina - é permitida como uma "forma extraordinária")

Uso Anglicano (uma variante do rito romano)

Rito Ambrosiano

Rito Bracarense

Rito Galicano

Rito Moçárabe

Rito dos Cartuxos







Rito Bizantino

É utilizado pelas seguintes Igrejas:



Igreja Greco-Católica Melquita (1726)

Igreja Católica Bizantina Grega (1829)

Igreja Greco-Católica Ucraniana (1595)

Igreja Católica Bizantina Rutena (1646)

Igreja Católica Bizantina Eslovaca (1646)

Igreja Católica Búlgara (1861)

Igreja Greco-Católica Croata (1611)

Igreja Greco-Católica Macedónica (1918)

Igreja Católica Bizantina Húngara (1646)

Igreja Greco-Católica Romena unida com Roma (1697)

Igreja Católica Ítalo-Albanesa (esteve sempre em comunhão com a Igreja Católica)

Igreja Católica Bizantina Russa (1905)

Igreja Católica Bizantina Albanesa (1628)

Igreja Católica Bizantina Bielorrussa (1596)







Ritos de Antioquia

São utilizados pelas seguintes Igrejas:



Igreja Maronita (união oficial reafirmado em 1182)

Igreja Católica Siro-Malancar (1930)

Igreja Católica Siríaca (1781)


Ritos da Síria oriental (ou da Caldeia)

São utilizados pelas seguintes Igrejas:


Igreja Católica Caldeia (1692)

Igreja Católica Siro-Malabar (1599)




Rito Arménio

É utilizado pela Igreja Católica Arménia (1742)

Ritos de Alexandria

São utilizados pelas seguintes Igrejas:

Igreja Católica Copta (1741)

Igreja Católica Etíope (1846)

Igreja Católica no mundo contemporâneo

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Mapa mostrando a percentagem de fiéis católicos em relação à população de cada país.Na sociedade ocidental, mas não ao nível mundial, a Igreja Católica, como muitas outras denominações cristãs, assistiu a um rápido declínio na sua influência global no fim do século XX. Crenças doutrinárias rígidas em matérias relacionadas com a sexualidade humana são pouco atraentes num mundo ocidental secularizado onde a diversidade de práticas sexuais e a igualdade dos sexos são norma. A Igreja Católica Apostólica Romana, anteriormente influente nesta parte do globo terrestre, perdeu muita da sua influência, principalmente em lugares onde em tempos desempenhou um papel de primeira importância, como o Quebec, a Irlanda ou a Espanha. A generalidade população abraçou a ideia do secularismo e tentou diminuir a influência da Igreja na sociedade. Ao mesmo tempo, no entanto, o Catolicismo, principalmente o latino, vem experimentando uma dramática adesão em África e em partes da Ásia. Ao passo que em tempos os missionários católicos romanos oriundos do Ocidente serviam como padres em igrejas africanas, em finais do século XX havia um número crescente de países ocidentais que já recrutavam padres africanos para contrabalançar a redução nas suas próprias vocações.



Críticas e controvérsias

Ver artigo principal: Críticas à Igreja Católica



Martinho Lutero, um grande crítico da Igreja Católica e o Pai da Reforma Protestante [72].A Igreja Católica, é uma das instituições mais antigas do mundo contemporâneo. Simultaneamente, ela é uma das mais controversas, porque ela "revela-se muitas vezes [...] em oposição ao que parece ser o conhecimento vulgar dos nossos tempos" e porque ela insiste sempre que "a fé envolve verdades, que essas verdades envolvem obrigações e que essas obrigações exigem certas escolhas". Por essa razão, a Igreja Católica, "vista do exterior, [...] pode parecer de vistas curtas, mal humorada e atormentadora - o pregador azedo de um infinito rosário de proibições" [73]. Historicamente, as críticas à Igreja Católica já tiveram muitas formas e partiram de diversos pressupostos ao longo das gerações. Algumas vezes essas críticas tiveram grandes consequências, como as contestações morais e teológicas de Martinho Lutero no século XVI, que levaram ao nascimento do protestantismo [72].



Atualmente, as críticas são frequentemente dirigidas, como por exemplo, à idolatria, à ética católica sobre o casamento (que não aceita o divórcio), sobre a Vida (que não aceita o aborto, a eutanásia, o uso de contraceptivos artificiais e a utilização de células-tronco embrionárias para fins científicos) e sobre a sexualidade (que não aceita o sexo pré-marital, a homossexualidade e o uso de preservativos). Estas questões ético-morais continuam a gerar muitas polémicas e controvérsias [74][75][76].



Nos tempos modernos, a própria crença em Deus e as inúmeras regras ético-morais da Igreja são também duramente criticadas como sendo obstáculos para a verdadeira libertação, progresso e realização do Homem. A origem da Igreja e da Bíblia, a vida de Jesus (com particular destaque às teorias sobre Maria Madalena [77]) e a paradoxal compatibilidade entre a existência de Deus e a existência do mal e do sofrimento são também questionadas [76]. Recentemente, a questão teológica da "unicidade e universalidade salvífica de Jesus Cristo e da Igreja [Católica]" [78] e a definição teológica de que a Igreja Católica é a única Igreja de Cristo [79] continuam a suscitar várias polémicas e desentendimentos [80]. Apesar destas duas crenças, a doutrina católica nunca negou a salvação aos não-católicos.



Questões mais disciplinares da Igreja, como a hierarquia católica, o celibato clerical e a proibição da ordenação sacerdotal às mulheres são também temas muito debatidos na actualidade [76]. Outras controvérsias que a Igreja está ou esteve metida incluem o mediático e actual caso do abuso sexual das crianças por padres [81], as históricas acções opressoras e violentas das Cruzadas e da Inquisição (que perseguiu os hereges, os judeus e alguns cientistas), o seu suposto envolvimento com os regimes não-democráticos e as acções "desatinadas" de alguns missionários católicos durante o período colonial na África, na Ásia e na América [82].





Galileu Galilei, um dos símbolos do confronto entre a Igreja Católica e a Ciência.A relação entre a Igreja e a Ciência não foi fácil e está recheada de controvérsias passadas e já resolvidas, como a questão da perseguição de certos cientistas e teorias (ex: os casos famosos de Galileu Galilei e do evolucionismo darwiniano). Apesar de a Igreja defender, a partir do século XX, uma reconciliação com a Ciência [82] (aceitando, como por exemplo, a possível veracidade das teorias do Big-Bang e do evolucionismo [83]), ambas as partes continuam a discordarem-se em questões mais teológicas relacionadas com a infalibilidade e a autenticidade da Revelação divina contida nas Escrituras e na Tradição oral; com a negação da existência de Deus e da alma (e da sua imortalidade); com os momentos exactos do princípio e do fim da vida humana; e com as implicações éticas da clonagem, da contracepção ou fertilização artificiais, da manipulação genética e do uso de células-tronco embrionárias na investigação científica [84][85].



Algumas das controvérsias já actualmente resolvidas foram, em parte, solucionadas através do reconhecimento por parte da Igreja Católica de que erros graves foram cometidos pelos seus membros. No Jubileu do ano 2000, a Igreja pediu perdão pelos actos que considerou errados cometidos pelos seus membros [82].

Ponte de Lima e Américo Carneiro

In Perpetuam Rei memoriam


Ponte de Lima

Este é um livro do Dr. Américo Carneiro, nosso paroquiano que escreve para perpétua memória da coisa, isto é, sobre assuntos de Ponte de Lima.

Trata-se de um livro de quase 250 páginas e todas elas falam, recordam-nos, trazem ao de cima documentações importantes não só em texto como em fotografia verdadeiros testemunhos históricos, como o capítulo “perder de vista” e a recolha etnográfica que aí reune.

Nele, recordei, deixei de “perder de vista” coisas importantes e é um belo trabalho para quem gosta do passado para viver o presente e repensar o futuro.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Jornais-catequese- via sacra dos jornais sem dono?

Via sacra dos jornais:




1º Estação



Jesus Senhor Cristo,

Quando, pela manhã, abro o jornal e leio a lei vejo como a vossa primeira estação de N.S. se repete milhares de vezes, Ainda não se modificou nada, apenas os nomes,.

A Pilatos sucedem os ditadores e folhas juizes de partidos.

A populaça, que naquele tempo gritava contra voz, e hoje transportada aos camiões para os espectaculoso. Vos estáveis perante governadores romanos. Os vossos sacerdotes estavam perante os comissários da policia secreta.

Hoje esta eles perante os esbirros da S.P.N. e são, condenados como vós fostes.



Vos guardaste silencio

Mas eles são forçados a falar

também nos vamos agora guardar silencio.

Por eles vão sair de nossa corações oração e vós juiz divino.

Não permitais os cristãos condenados na china na Hungria e nos outros

Países desesperem.

Vos sofreis com eles. Vós guardais silencio com eles.

Na cela nos interpontonio. Durante a noite, na solidão e no abandono.

Senhor concederia ele e a todos nos a vossa graça vitotiosa.



2º Estação



Senhor Jesus Cristo

Talvez seja preciso ver-vos primeiro nesta 2º estação da V.S. para compreender os blarfêneas com os quais os homens encaneceram a Vossa Cruz . As revistas ilustradas exprimem tais infâncias e cais sem gente.

Esta isso melhor entre nós?

Não raras vezes a cruz e recebida nos casos de vossa casais com uma piedade vergonhosa . Nalgumas casas ricas a cruz e colocada ao lado da estatua de Berda.

Muitas trazeres ao pescoço como amuletos, e até uns trapos de carnaval. Mas a vossa cruz foi um horrível instrumento de martírio um pelourinho iguanioso na Historia universal.

Fazei que ao fazermos o sinal da cruz nos lembramos do que fazemos não só na igreja mas também antes e depois das refeições, no hotel ou no vagão- restaurante.

Se hoje em dia, em lermos os jornais havemos de nos lembrar em oração junto a cruz de todas as castrofes e de todas conferencias. mundiais pois so mente a vossa cruz da o ultimo sentido e a última resposta a todos o que acontece no mundo.





3º Estação



Senhor Jesus Cristo

Os homens de hoje prenderam-se de tal maneira ao carrossel do seu “eu” que só vêem os sofrimentos próprios e trata de se ver livres da mais pequenina dor.

Não se querem ressequir com os espíritos e abrolhos e dores que depoius do pecado corrigiam, se tornaram a nossa sorte.

Com drogas e comprimidos de industrias de mamute queriam muitos arranjar uma felicidade artificialmente mundo.

Chefes de partidos ainda iam mais longe anunciando um paraíso socialista.

Outros queriam, por meio de eutanásia e esterilização, acabar com doenças e invalidez .

Ousavam intervir nos vossos planos como uma diabólica

Senhor J.C,

Quando voz vejo cair pela primeira vez depois de tudo sido flagelado lembro-me, envergonhado de quantos milhares de pequenas indisposições físicas e pesiquimica eu me esquivei cada dia, de uma maneira cobarde e mesquinha .

Cansa-me dor de mão ter ainda aprendido a dor um sim a este sofrimento como vos destes em autentico espirito de reparação



4º Estação



Senhor Jesus Cristo

Vejo-vos na minha frente, no vosso caminho para o calvário, rodeado duma multidão desesperada. Mas a beira do caminho vejo uma mulher... uma mulher?

E a vossa mãe que aqui espera e voz não pode, a voz se filho divino que cai sob o peso da cruz.

E a vossa V.S Ainda não chegou ao seu fim ao galgato . Ela continua. E a vossa mãe acompanha-vos.



Pelas ruas de Londres do Chicago

Pelas boulevarde de Paris e de Marsulde

Pelos bairros de houskous e de Bagdade

Pelos bairros dluxsos de Hollywood.



Pelas ruas e Moscovo até Kreul

Também vos acompanha a Vossa Mãe...

Ainda hoje ícone em muitas casas de compromisso russo. Nas igrejas que ainda se conservam abertas. E vejo-a no museu para onde Lenin o se célebre e muito venerado quadro.

Santa mãe de deus,

As vossas palavras em Fátima faz-me inquérito a Rússia converter-se-á , se rezarmos e fizermos penitencia.

Depende de vos.

Depende de mim, se a V.S de nossos filhos também em não na Rússia.

Nossa Senhora da Kreul,

Libertai o Povo Russo do camino diabólico dai em alegria pessoalem fim a via sacra e ao sofrimento dos nossos irmãos e irmãs.



5º Estação:



Senhor Jesus Cristo:

E fácil ser porta bandeira numa procissão de luxo, mas e difícil ser portador da cruz. – Mais difícil ainda é ter de lutar contra os respeitos humanos frente a zumbaiaria da multidão.

Este homem ainda jovem vinha--- numa aldeia de simples fieis. Era menbros da associação religiosa e gostava de estar presente nas grandes procissões no tempo de Jerusalém.

Mas o homem mudou-se no crucifica-o. Então o medo cresceu.

Foi preciso obriga-lo a levar a cruz de um condenado.

Senhor Jesus cristo.

Se vos compreendi bem então será verdadeiramente uma acção como a de Simão que posso fazer



- aceitando uma tertúlia a uma jovem mãe,

- oferecendo uma pensão a um estudante sem recurso

- assistindo parcelarmente um trabalhador emigrante

- ou cuidando de um preso.

Assim esta 5º estação V.S tornasse numa fonte de graças na minha vida





6º Estação:



Senhor Jesus Cristo

O jornal e o noticiário têm-se calado acerca das figuras e de Verónica. Estes ainda não acabaram já naquele tempo foi preciso muita coragem para isso, pois vós éreis considerado como um criminoso e ela era observada pelos farineus

Todavia festoou-vos este acto de caridade levando-vos um pano, o seu próprio véu Assim se conta dela há a já dois mil anos. Será uma relíquia preciosa para todos os tempos pudéssemos ver a vossa face infernada no céu como o vosso sangue. Porém, e muito importante só recebermos o vosso Retrato nos nossos irmãos. Fazei que o recebemos no rosto aflitos dos prisioneiros do C.P.U, na cara carcomida de um leproso, na figura leproso na figura desfigurada de um alcoólico.

Não vive a corajosa Verónica nas mulheres e raparigas que, sujeitas á norte, tratava de sacerdotes, tratava de sacerdotes prisioneiros nos campos de concentração ?

Naquelas que punham, as ocultas batatas cozidas ao lado dos caixotes do lixo os prisioneiros russos fanintas ?

Naquela que dava asilo aos judeus expulsos?

Senhor Jesus Cristo,

Não foi judeus nem aos prisioneiros da guerra que elas fizera isto, mas a Vós que nelas neles foste perseguidas sofrestes.

O que aconteceu ontem, acontecera ainda hoje e acontecera amanha.

Senhor que em todos os sofrimentos apareça sempre a Verónica no caminho.









7º Estação:



Senhor Jesus Cristo:

As revistas ilustradas de todo o mundo estão cheias de relatórios de casamentos de príncipes, de filmes de desafios de futebol.

Mas encontra-se apenas alguns relatórios das que se encontram na parte sombria da vida. E já que os sofrimentos e as doenças ficam ocultas as reportagens têm de ser de sensação ou de escândalo.

O sofrimento diário e sem sensação, por isso não interessa aos jornalistas.

Vós porem não esquecestes:

Aqueles pobres doentes internados nos tristes quartos dos hospitais, os tuberculosos que são levados para comportamentos isolados.

- os feridos de um desastre

- os doentes em celas de borracha

Senhor Jesus Cristo



Heide no futuro rezar sempre pelos doentes com grande reocupação vejo que faltam milhares de enfermeiros e enfermeiras nos hospitais para velhos.

Por isso, senhor, vos pedimos,

Suscitai entre nós homens cujos corações não estejam endurecidos como muitos para os quais os prazeres são mais importantes que o amor do proximo.

Fazei que eles busquem a força ao vosso requeda queda para lhes darem a sua mão fraternal e para se entregar livremente ao vosso serviço.



8º Estação:



Senhor Jesus Cristo:

Are as revistas sem valor apresenta relatorios de lamentações para fazer soltar as lagrimas aos leitores frios cálculos de comercio dirigem-se a sensação do povo.

Também a vossa V,S foi para muitas observadas apenas uma sensação horripilante.

Por isso exortaste as mulheres chorosas e preparaste-las para maior sofrimento.

Também dizeis as mulheres do vosso tempo: chorai antes sobre o outro vosso filho que regressam com saúde e que, juntamente com o uniforme, abandonam a fé!

Não choreis sobre o vosso filho paralítico? Não, chorei antes sobre os vossos filhos saudáveis que crescem em deus escolas sem fé!

Não choreis sobre os vossos filho que tem um coração maternal por ela não encontra um noivo! Chorai antes sobre os vossos filhos honestas que se metem matrimonio alheios!

Não choreis se alguém dos vossos filhos que trabalham para o Senhor, ganham pouco dinheiro! Chorais antes se os vossos filhos ganharem muito dinheiro e metidos no material lenho endureceram os seus corações para o amor do próximo que vive na miséria!

Senhor Jesus Cristo.

Jornais sem valor torna-se dogmas para os homens do nosso tempo. Hipnotizam as multidões com as suas promessas de bons ordenados bem estar e bom sucesso.

Precisamos de uma impressa que não se satisfaça com relatórios de sensação que com o materialismo pratico mas que só abre para os problemas religiosos urgentes do nosso tempo.



9ºEstação:



Senhor Jesus cristo:

Ciaste pela 3º vez sob o peso da cruz. E parece que já não vos podeis levantar.

Mesmo nesta queda mais difícil os esbirros vos levantam para continuardes a vossa V,S,E vós digais mais uma vez, sangrando e já perto da morte:

Pai faça-se a vossa vontade!

Envergonho-me, senhor de ter rezado esta vossa oração com tanta presunção Fomos frequentemente tão superfícies que fomos capazes de ouvir, de manha na radio, e ler no jornal noticias de catástrofes e de desastres sem notar que com isso me quereis chamar a atenção .

E fácil ser-se conformidade com as vontade de Jesus quando todos nos corre bem , quando o negocio progredi quando os filhos fazem bons casamentos,

Mas e difícil dizer: Pai faça-se a vossa vontade mesmo nas mais pequeninas vontades contrariadas .

Mais difícil ainda é quando uma grande infelicidade acontece na nossa vida, quando se tem de comunicar doenças incuráveis a nossa existência sucumbe.

Senhor Jesus Cristo:

Fazei que aprendemos na vossa terceira queda sob a cruz pronunciar na vossa próprias dificuldades ajuda oração com o qual suportaste todos os sofrimentos.

Pai faça-se a vossa vontade.



10º Estação:

Senhor Jesus Cristo:

Quando , depois de V.S , vos despiram os vestidos , abriram-se as chagas a pela flagelação e o vosso corpo torna-se um espectáculo para a multidão.

O vosso corpo e para nos um modelo. Também deve ser um templo de Espirito santo.

E o que acontece entre nós ?

Crianças são constantemente envenenadas com revistas ilustradas mas experimentam bem pares de respeito quem é devido ao homem.

Em revistas atraentes belo corpo a coroa da criação torna-se uma isca atraente para os olhares luxuosos tornando-se, assim, um instrumento satanás.

Nas peças de teatro e nas operas sob são raras vezes desprezadas a pureza e a fidelidade do esposo.

Senhor Jesus Cristo:

Na vossa decima estação da V.S reparaste , em primeiro lugar os pecados de carne.

Nos, cristãos não desfizeram o vosso corpo. Eu também o sexual santo Ma não queremos esquecer que o homem também tem, alem do belo corpo uma imortal.

Quando lutar para conservar a pureza do corpo e da alma. Se não conservarem o amor o matrimonio e o desporto senhor enato serão obras do demónio.



11º Estação

Senhor Jesus Cristo:

Vos fostes pregado na cruz, As pancadas do martelo ressoam por todo o mundo e estremecem-no.

Para que tento martírio?

E porque quereis reparar por um povo que caio no pecado e no vícios. Vós deixas-te pregar no vossos mãos na cruz, porque as mãos ------ dos homens só querem agarrar os prazeres -----

E porque a mão que nos destes para abraçar e fazer bem servem para amaldiçoar e os criminosos servem-se para assassinar. Vos deixas-te pregar as vossos pés, porque os homens em vez de seguirem o caminho para o seu irmão vos antes para o lugar dos vícios e prazeres nele são consumidos milhares de hectolitros de álcool e onde a morfina e o oficio arruinam famílias internas,

Se numa grande cidade se encontra-se 5000 viciosos.

Senhor Jesus cristo.

Vos quisestes reparar tudo isto suportando dores horríveis, querem lembramos na vossa 11 estação que devemos abrir a nossa mao maternal este homem vicioso o que lhes devemos prestar serviço de anjos da guarda.

Lembramo-nos que o mundo principalmente a Europa e a América e em desordem e em luxuoso só pela reparação pela cruz e que pode encontrar a salvação e refugio.



12º Estação:

Senhor Jesus Cristo:

De que vale acumular o mundo pela sua injustiça pelo seu egoísmo, pela sua dureza?

Vós não o amaldiçoaste. Quiseste antes ser o seu redentor direita. Na Cruz de Gólgota perdoaste ao criminoso de direita. Reuniste-lo, Reuniste-lo, e quereis reunir, a cada um de nós que, em silencio, reconhecemos vosso amor na cruz. Agonias-te , olhas-te como filhos de deus para o futuro. Da cruz vieste aos nossos pés o mundo inteiro, os judeus os romanos daquele tempo e os homens de todo os milénios are ao dia de hoje,

Viste ideia ludia com a sua V.S fome, peste e guerra. Vistes os horrores da revolução. Francesa abençoas-te do nosso tempo.

A vossa morte na cruz não e um acontecimento histórico.

Em cada santa missa repete-se a vossa morte de uma maneira incruenta conservação. Por isso, ordem secreta sacerdote celebra o santo sacrifício que seja um bispo uma catedral ou um sacerdote em campo de concentração na Sibéria, e reunido o mundo.

Senhor Jesus Cristo

Vós também vos vistes na agonia de Gólgota, a nos que e a sombra do comunismo temos de dar testemunhos da nossa fé.

Vós vistes a ideia contemporânea ate ao fim do mundo viste-lo e abençoas-te ,

E quereis libertarmos e salvados em todos as vossas misérias.



13º Estação:

Senhor Jesus Cristo:

Cá estais nos braços da vossa mãe, ela esta em silencio, o mundo esta cheio de vingança e grita por sangue.

E que fizestes vós? Sacrificas-te o vosso sangue pelos outros, Com isso reparas-te os crimes de todos os tempos. Reparas-te a culpa de um Nero que lanças-te os cristãos as feras ou os mandava queimar em vez de archos-te.

Também reparas-te megalomania satânica dos nossos dias, aqueles discursos das multidões no palácio dos desportos em Berlim que com as palavras de guerra total levaram milhões de homens a morte.

Mas os homens não aprenderam nada dai.

Os repórteres satânicos que envenenaram as massas com comentários de sensação ainda insistem maus instintos.

Fuzila-se destroça-se os olhos das crianças e os homens caçados no chão como baratas Sentimentos políticos de ódio e de vingança fazem ainda hoje sangrar nações internas e o mundo de outra guerra mundial ataca o homem de hoje.

Senhor Jesus Cristo?

O vosso corpo nos braços da vossa mãe e pra nós senhor de que o poder de satanás já foi vencido

E nem que os vossos pecados fossem vermelhos como escarlate, seriam purificados como o vosso sangue e tornar-se-ia mais brancos que a neve.

Pela vossa morte sabem que o sofrimentos dos Martins tem valor e que todo o medo dos cristãos há-de ser transformado em alegria.



14º Estação:

Senhor Jesus Cristo:

Vemos em todos os Jornais anúncios de mortes, em grandes formatos, em títulos e nomes que só encontram grandeza, se bem que na morte todo somos mineráveis perante vos.

Em muitas sepulturas nunca se recita uma oração.

Não tem nenhuma cruz, sobre as cinzas destes homens nota-se a descrição.

Mas mesmo na Rússia, apesar dos 50 anos de perseguição não a nenhuma palavra que tanto fascine como chamar: woskresse.



O senhor ressuscitou





Senhor Jesus Cristo:

Para os ateus a morte significa uma catástrofe sem sentido, Para o cristão tíbio é o último fracasso porque esta diante de vos eterno juiz de mãos vazias.

Nós porem sabemos que a morte e para os cristãos a porta da alegria mais ainda o nascimento para o céu.

Guia-nos na convicção alegre de que como vos ressuscitais vitoriosos mesmo aqueles que morreram debaixo das bombas, aqueles que ciaram na batalha aqueles que morreram afogados e aqueles que morreram asfixiados nos fogões de gás nos campos de aniquilamento.

Fazei-nos reconhecer que todas as dores o sofrimento são apenas uma purificação! Que depois de uma sexta –feira de trevas vem um dia de páscoa!

Fazei que levemos esta fé de alegria a todos aqueles que já não sabem nada a seu respeito:

Pela cortina de ferro ate a Rússia para que os sinos toquem, finalmente, o aleluia da Ressurreição.

Senhor Jesus Cristo:

- Andamos convosco esta V.S. até Gólgote pelas estradas de Jerusalém e também pelas ruas das nossas cidades.

- Vimo-vos sofrer em crianças cheias de fome, em mãos a despedaçar-se nos vossos presos e nos vossos doentes.

- A nossa nação era tão miserável até agora porque vos encerráveis nas vossas igrejas, porque superávamos o mundo de vós.

- Agora vemos que cada jornal pode servir de devocionário e cada estatística de santo sismógrafo com que reagimos como cristãos nos sinistros deste mundo.

- Fazei que vejamos entre a vida do mundo com sua sorte e com as suas catástrofes, a sombra da vossa cruz.

- Fazei que reconhecemos que devemos completar na nossa carne o que falte as vosso sofrimento para a salvação do mundo. Amem.

sábado, 24 de abril de 2010

PEC----Programas para o Bem-estar e Crescimento do indivíduo e do Bem comum

O PEC?    … do Bem-estar e Crescimento!...


É muito complexo abordar esta realidade. Queremos bem-estar e crescimento. O PEC (o programa de estabilidade e crescimento) de qualquer país deve ser motivo para repensar sobre as verdadeiras fracturas sociais dos povos: religião, marginalização, pobreza infantil, vulnerabilidade dos idosos, violências, assaltos, imigrantes, desempregados, famílias sem o suficiente para viver…

Não pode haver com facilidade modelos económicos capazes de responder cabalmente quando as contradições são muito notórias: “divórcio entre a economia e a ética”, a falsa hipótese da eficácia e a despreocupação pelos pobres que se mandam ou se entregam ao lixo ou à procura da caridade, ao estender a mão e ao recorrer à bondade das religiões…

É por isso que se propõe a todos os responsáveis políticos, sociais e religiosos um repensar os objectivos sociais com perguntas e critérios fundamentais que ofereçam sustentabilidade para uma vida estável e a crescer.

Como podemos viver com simplicidade aumentando a nossa qualidade de vida e não lançarmos a muitos no lixo da sociedade.

Parece crescer a classe dos ricos e a classe dos pobres, ficando uma pequena classe média a pagar com os pobres a sobrevivência da classe com poder.

O mercado capitalista tem gerado novas formas de pobreza através dos diferentes canais, com a precariedade dos vínculos com o mercado de trabalho, de elevado número de assalariados ou a existência de práticas discriminatórias que limitam o acesso a um nível digno de salários de uma percentagem cada vez maior de trabalhadores.

Isto não é animador e traz outra fractura crescente na nossa sociedade, que é o crescimento da vulnerabilidade das pessoas idosas que comparando com as infantis conduz-nos a uma grande fragilidade das nossas estruturas sociais, a maior fractura social.

A primazia do mercado como elemento constituinte da realidade social impediu a questão dos verdadeiros lucros do crescimento económico, iludindo as pessoas a viveram de modo superior às suas possibilidades, de forma camuflada, criando mais que coesão e justiça social, desigualmentes, entre a sociedade de regiões grandes e mais pequenas, entre ricos e pobres.

Repensar o modelo económico há que aproximar mais a ética e a economia, subordinando ao critério de justiça distribuitiva ao objectivo da etapa de maior properidade nos mercados em geral.

Para uma sociedade anárquica, pobremente vivida e onde todos são escravos pobres, ou grandes são os corruptos, são custos sociais subestimados pelo capitalismo que quer torneiras de ouro, onde as vulgares servem da mesma forma. Às tantas, nem esses pobres podem algum dia vê-las, nem resistir a tanta exigência, deixando-se confundir e mergulhar no desânimo, na solidão ou na marginalização.

Vamos repensar esta responsabilidade que, para a Igreja é co-responsabilidade, para os defensores da globalização ninguém é responsável, ainda que alguns continuem, comam tudo e outros nada.

Os governos têm de reconhecer que nem todas as opções do mercado são as mais apropriadas nesta causa, aqui ou ali, ou que há um único modelo que serve para toda a gente, o que não é possível. Cópias, raras vezes, têm algum valor e são sempre cópias. A originalidade cultural, social perfeitamente identificável com com o ideal tem mais valor.

Quais são os objectivos sociais à nossa volta? Já descobrimos quais são as nossas reais farturas sociais? Descobri-las e lutar para os conseguir debelá-los deve ser a meta fundamental para a criação de um bem-estar e um crescimento social verdadeiro, autêntico, eficaz e justo.

Os programas económicos do progresso ou crescimento do bem-estar das pessoas têm de começar pelo exemplo de moderação nos proveitos e custos dos mais fortes para que possa ser reflexo para os menos fortes, de uma vida sem grandes ambições, embora com a qualidade mínima.

É que o bem-estar individual não basta como os que então bem pensam. Para um equilíbrio social e uma vida justa na sociedade, os interesses individuais e os interesses de todos, isto é, o Bem comum é preciso que “estejam em consonância” e, segundo os Bispos Europeus, a forma como se está a gerir a vida económica e social não parece que vai resolver os problemas da pobreza, mas aumentá-los.

Os programas não atacam os males pela raiz, pelas causas ou suas origens. Para isso o PEC de que os políticos tanto falam parece inverter a face da medalha para o mesmo lado, com o perigo de os superiores interesses do Bem comum utilizados na linguagem, venham, apenas, servir os bens individuais dos mais fortes e seus amigos encobertos. Cf.Lucio Ayala Canón, in revista CorintiosXIII (Jan/Mar de 2010)- Madrid.

Aliquis