Já foi em 8 de Janeiro que faleceu o nosso colaborador Dr. José Luís Branco, natural de Outeiro, Viana do Castelo.
Foi seminarista e saiu com o curso de Teologia. Licenciou-se em Filosofica e depois em línguas. Foi professor distinto, escritor, poeta e artista na arte de ensinar e escrever, etc., investigador, historiador sobre as coisas da nossa região e da sua terra.
Sempre houve nele uma consciência serena de personalidade bem vincada até quase à morte. Ânsia da descoberta da origem das coisas, sobretudo, um zeloso investigador das origens e pureza da linguagem e como professor reformado dedicou-se a ensinar através dos seus trabalhos publicados, no jornal Aurora do Lima, "Cadernos Vianenses".
Sempre fiel à fé e à sua terra natal.
Era um católico com convicções bem firmes e lutador pela verdade na caridade. Foi, entre outros compromissos cristãos, secretário da Confraria de Santa Luzia vários anos.
Partiu. Para além de ser um colaborador, era amigo pessoal e amigo das nossas obras sociais e também da igreja nova para a qual contribuiu...
A freguesia de Outeiro já lhe prestou homenagem...é que Luís Branco é pessoa que vai ajudar a fazer história de Viana e da sua terra Natal.
Deixou rasto!...
AVISO
Meus caros Leitores,
Devido ao meu Blog ter atingido a capacidade máxima de imagens, fui obrigado a criar um novo Blog.
A partir de agora poderão encontrar-me em:
http://www.arocoutinhoviana.blogspot.com
Obrigado
Devido ao meu Blog ter atingido a capacidade máxima de imagens, fui obrigado a criar um novo Blog.
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domingo, 14 de março de 2010
Reconhecimento da Iª Comissão que abriu a igreja das Carmelitas
A Comissão que abriu a Igreja das Carmelitas ante meados Séc XX.
1.Monsenhor Corucho,2.Domingos Machado (o Costureiro),3.João “Estrossa”,4.Joaquim ,Estrossa”, 5.Miguel “Fradinho”,6.Jerónimo ( Janeiro),7. José “da Carma”,8.Manuel Pereira (o electricista – Necas),9.Benjamim “da Carma”,10.Cândido “Fogueteiro),11.João “Marron” 12.Alberto Varajão “Cabeças”. Quem puder dar nomes completos adradecíamos
Motivos para a Construção de uma Igreja Nova
Face às exigências do século XXI, a construção da nova igreja reveste-se de extrema importância e urgência. Emergem outros conceitos de bem-estar e conforto. Não apenas um lugar de oração, mas um espaço, ao mesmo tempo, de contemplação da presença de Deus e da obra humana, entendendo o homem como parthener do Criador. É uma construção eloquente, que utiliza as novas tecnologias e servir-se-á dos recursos naturais, sendo estes uma dádiva de Deus ao dispor do Homem. Daí, a exuberância da Casa do Senhor e a criatividade do Homem.
Sabemos que geograficamente a Paróquia se encontra numa zona periférica da cidade e, como é do conhecimento de todos, o número de paroquianos, felizmente, cada vez é maior. Assim sendo, precisamos de uma igreja que se coadune com a realidade actual, ou seja, uma igreja que possa acolher todos os fiéis de forma digna e humana. Onde o conforto físico seja de tal forma apelativo que convide os fiéis ao encontro com Deus, à reflexão espiritual, ao encontro com o Pai.
Para que este projecto se concretize e, sendo ele o local de comunhão de todos nós, será necessário o contributo de todos, onde cada um a seu modo e de acordo com as suas possibilidades, possamos levar em frente este projecto, que é património de todos, dos presentes e das gerações futuras.
Bem haja.
João Pedro C. de Sousa
Estudante universitário
Igreja Nova na Abelheira sob a invocação da Sagrada Família. Oitocentos lugares sentados, sede do escutismo,15 salas de catequese, escritórios, sacristia, capela de confissões, salas de reuniões, ecomuseu da Abelheira... Precisamos de recomeçar para acabar e precisamos de amigos que nos ajudem. Inscreva-se na liga dos amigos que contribuam mês a mês...
Não temos comparticipação do Estado. Dê um pouco de si por esta obra que testemunhará a nossa fé aos vindouros. Passam-se recibos de donativos um a um, ou no fim do ano. Pode fazer transferência bancária para Millenium IBAN-003300004525795037705- Viana do Castelo
Sabemos que geograficamente a Paróquia se encontra numa zona periférica da cidade e, como é do conhecimento de todos, o número de paroquianos, felizmente, cada vez é maior. Assim sendo, precisamos de uma igreja que se coadune com a realidade actual, ou seja, uma igreja que possa acolher todos os fiéis de forma digna e humana. Onde o conforto físico seja de tal forma apelativo que convide os fiéis ao encontro com Deus, à reflexão espiritual, ao encontro com o Pai.
Para que este projecto se concretize e, sendo ele o local de comunhão de todos nós, será necessário o contributo de todos, onde cada um a seu modo e de acordo com as suas possibilidades, possamos levar em frente este projecto, que é património de todos, dos presentes e das gerações futuras.
Bem haja.
João Pedro C. de Sousa
Estudante universitário
Igreja Nova na Abelheira sob a invocação da Sagrada Família. Oitocentos lugares sentados, sede do escutismo,15 salas de catequese, escritórios, sacristia, capela de confissões, salas de reuniões, ecomuseu da Abelheira... Precisamos de recomeçar para acabar e precisamos de amigos que nos ajudem. Inscreva-se na liga dos amigos que contribuam mês a mês...
Não temos comparticipação do Estado. Dê um pouco de si por esta obra que testemunhará a nossa fé aos vindouros. Passam-se recibos de donativos um a um, ou no fim do ano. Pode fazer transferência bancária para Millenium IBAN-003300004525795037705- Viana do Castelo
A construção de uma igreja nova é um repto à Comunidade Cristã
Os desafios sociais e espirituais que a igreja actualmente enfrenta, nem sempre são compatíveis com a exiguidade e austeridade dos espaços que no passado a serviram. No actual contexto, a igreja assume um papel de crescente responsabilidade social que, a par da perseverança nos seus princípios doutrinários, exige uma constante adaptação às realidades humanas que enfrenta. O espaço e o tempo são indissociáveis, e para compreendermos as limitações que certos espaços presentemente nos impõem, temos necessariamente de conhecer as circunstâncias em que estes foram concebidos e avaliar a sua resposta às exigências actuais.
A actual Igreja Paroquial de Nossa Senhora de Fátima, concluída no final do século XVIII e benzida a 18-12-1792, foi edificada como parte integrante do antigo convento das Carmelitas, com a finalidade responder às necessidades de contemplativas desta comunidade religiosa. Arquitectonicamente, a igreja de Nossa Senhora de Fátima exibe essencialmente influências Neoclássicas que lhe conferem um ar sólido, frio e austero, propício à entrega espiritual que caracteriza as irmãs Carmelitas. Foi projectada com uma única nave central, sem pilares, sem vãos acessíveis ao olhar, sem capelas laterais e sem arestas que pudessem contribuir para o alheamento do indivíduo na sua relação espiritual com o Divino. Com o falecimento da última irmã extinguiu-se a comunidade carmelita, tendo o edifício do antigo convento sido reconvertido em orfanato.
No ano de 1967 é criada a Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, correspondendo ao anseio da comunidade cristã que se aglomerou na parte oriental do histórico burgo Vianense. O cariz eminentemente urbano e periférico, que actualmente caracteriza a freguesia de Santa Maria Maior e o lugar da Abelheira em particular, contribuiu para um certo enfraquecimento do espírito comunitário e do sentimento de pertença dos paroquianos. A promoção/construção da nova Igreja Paroquial de Nossa Senhora de Fátima resultou da conjugação de dois factores essenciais: a concessão de espaço por parte do poder local (Câmara Municipal de Viana do Castelo) e o espírito de iniciativa e de abertura às novas exigências da doutrina social da Igreja por parte do Padre Artur Coutinho, que idealizou o novo Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora de Fátima.
A construção desta nova igreja é um repto à comunidade cristã da paróquia e serve de barómetro ao grau de envolvimento dos paroquianos nos projectos de acção social, cívica e espiritual. Como parece evidente para qualquer pessoa bem formada do ponto de vista religioso, não está em causa, com esta iniciativa, a avaliação da dignidade do templo onde actualmente se celebram as cerimónias religiosas da paróquia, bem pelo contrário, importa até assegurar que com a conclusão das obras da nova igreja seja acautelada a preservação deste espaço em condições de solenidade idênticas às que presentemente são asseguradas.
Essencialmente, importa avaliar a importância da construção da nova igreja na perspectiva dos benefícios que a mesma, do ponto de vista da sua localização, dimensão, disposição arquitectónica, proximidade às pessoas e às instituições da paróquia, conforto térmico, conforto acústico e adequação às novas tecnologias poderá trazer a uma comunidade em permanente expansão. Certamente que uma avaliação tão exigente, quanto aquela que anteriormente referi, implica necessariamente, por parte do apreciador, um determinado grau de participação nas actividades da paróquia. Para as pessoas que se enquadram nas denominações correntes de "cristão não praticante" e até mesmo para aqueles que limitam a sua participação religiosa à presença na eucaristia dominical (ou vespertina) a maior valia inerente a este importante projecto paroquial assomar-se-á como diminuta. Poucas limitações físicas e participativas poderão ser sentidas por parte de quem reduz a sua intervenção a uma presença ocasional numa cerimónia previamente preparada por um conjunto de clérigos e leigos dedicados. Mas mesmo esses não poderão, do meu ponto de vista, ser indiferentes a quem clama por uma maior proximidade entre as instituições da paróquia e a igreja (ex. Instituição do Berço à qual estão associadas diversas crianças com necessidades especiais de integração na comunidade), por melhores condições para a realização da catequese, por espaço para a celebração das festas e celebrações religiosas (Celebração do Acolhimento, Celebração da Palavra, Eucaristia do Natal, Celebração da Comunhão, Celebração da Fé, Preparações para o Crisma, Festa do Pai, Missa de Ramos, Celebração Pascal, Celebração da Comunhão Solene, Celebração do Credo, Dia da Mãe, Festa da Padroeira, Celebração do Perdão, Celebração do Compromisso e Celebração do Pai Nosso, entre outras que envolvem e cativam um conjunto alargado de pessoas e sensibilidades), por condições para a preparação da Liturgia, por áreas reservadas destinadas ao treino do coral e por condições adequadas à implementação de novas tecnologias de som, imagem e conforto higrotérmico.
Meus caros, o poeta Português Fernando Pessoa (n. 1888 e f.1936), apesar de agnóstico referiu, numa célebre exortação ao poder dos sonhos, que "Deus quer, o Homem sonha, a Obra nasce.", reconhecendo que as duas primeiras premissas são inerentes à condição divina e humana, respectivamente, e a terceira depende essencialmente do talento e força de vontade de cada um de nós. Não há memória de uma igreja que tenha ficado inacabada por falta de empenho de uma comunidade cristã, com excepção de algumas que pela sua exacerbação artística se prolongam indefinidamente no tempo, transformando essa característica numa marca de singularidade (ex. Igreja da Sagrada Família em Barcelona).
André Lousinha
- Jovem Engenheiro civil
A actual Igreja Paroquial de Nossa Senhora de Fátima, concluída no final do século XVIII e benzida a 18-12-1792, foi edificada como parte integrante do antigo convento das Carmelitas, com a finalidade responder às necessidades de contemplativas desta comunidade religiosa. Arquitectonicamente, a igreja de Nossa Senhora de Fátima exibe essencialmente influências Neoclássicas que lhe conferem um ar sólido, frio e austero, propício à entrega espiritual que caracteriza as irmãs Carmelitas. Foi projectada com uma única nave central, sem pilares, sem vãos acessíveis ao olhar, sem capelas laterais e sem arestas que pudessem contribuir para o alheamento do indivíduo na sua relação espiritual com o Divino. Com o falecimento da última irmã extinguiu-se a comunidade carmelita, tendo o edifício do antigo convento sido reconvertido em orfanato.
No ano de 1967 é criada a Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, correspondendo ao anseio da comunidade cristã que se aglomerou na parte oriental do histórico burgo Vianense. O cariz eminentemente urbano e periférico, que actualmente caracteriza a freguesia de Santa Maria Maior e o lugar da Abelheira em particular, contribuiu para um certo enfraquecimento do espírito comunitário e do sentimento de pertença dos paroquianos. A promoção/construção da nova Igreja Paroquial de Nossa Senhora de Fátima resultou da conjugação de dois factores essenciais: a concessão de espaço por parte do poder local (Câmara Municipal de Viana do Castelo) e o espírito de iniciativa e de abertura às novas exigências da doutrina social da Igreja por parte do Padre Artur Coutinho, que idealizou o novo Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora de Fátima.
A construção desta nova igreja é um repto à comunidade cristã da paróquia e serve de barómetro ao grau de envolvimento dos paroquianos nos projectos de acção social, cívica e espiritual. Como parece evidente para qualquer pessoa bem formada do ponto de vista religioso, não está em causa, com esta iniciativa, a avaliação da dignidade do templo onde actualmente se celebram as cerimónias religiosas da paróquia, bem pelo contrário, importa até assegurar que com a conclusão das obras da nova igreja seja acautelada a preservação deste espaço em condições de solenidade idênticas às que presentemente são asseguradas.
Essencialmente, importa avaliar a importância da construção da nova igreja na perspectiva dos benefícios que a mesma, do ponto de vista da sua localização, dimensão, disposição arquitectónica, proximidade às pessoas e às instituições da paróquia, conforto térmico, conforto acústico e adequação às novas tecnologias poderá trazer a uma comunidade em permanente expansão. Certamente que uma avaliação tão exigente, quanto aquela que anteriormente referi, implica necessariamente, por parte do apreciador, um determinado grau de participação nas actividades da paróquia. Para as pessoas que se enquadram nas denominações correntes de "cristão não praticante" e até mesmo para aqueles que limitam a sua participação religiosa à presença na eucaristia dominical (ou vespertina) a maior valia inerente a este importante projecto paroquial assomar-se-á como diminuta. Poucas limitações físicas e participativas poderão ser sentidas por parte de quem reduz a sua intervenção a uma presença ocasional numa cerimónia previamente preparada por um conjunto de clérigos e leigos dedicados. Mas mesmo esses não poderão, do meu ponto de vista, ser indiferentes a quem clama por uma maior proximidade entre as instituições da paróquia e a igreja (ex. Instituição do Berço à qual estão associadas diversas crianças com necessidades especiais de integração na comunidade), por melhores condições para a realização da catequese, por espaço para a celebração das festas e celebrações religiosas (Celebração do Acolhimento, Celebração da Palavra, Eucaristia do Natal, Celebração da Comunhão, Celebração da Fé, Preparações para o Crisma, Festa do Pai, Missa de Ramos, Celebração Pascal, Celebração da Comunhão Solene, Celebração do Credo, Dia da Mãe, Festa da Padroeira, Celebração do Perdão, Celebração do Compromisso e Celebração do Pai Nosso, entre outras que envolvem e cativam um conjunto alargado de pessoas e sensibilidades), por condições para a preparação da Liturgia, por áreas reservadas destinadas ao treino do coral e por condições adequadas à implementação de novas tecnologias de som, imagem e conforto higrotérmico.
Meus caros, o poeta Português Fernando Pessoa (n. 1888 e f.1936), apesar de agnóstico referiu, numa célebre exortação ao poder dos sonhos, que "Deus quer, o Homem sonha, a Obra nasce.", reconhecendo que as duas primeiras premissas são inerentes à condição divina e humana, respectivamente, e a terceira depende essencialmente do talento e força de vontade de cada um de nós. Não há memória de uma igreja que tenha ficado inacabada por falta de empenho de uma comunidade cristã, com excepção de algumas que pela sua exacerbação artística se prolongam indefinidamente no tempo, transformando essa característica numa marca de singularidade (ex. Igreja da Sagrada Família em Barcelona).
André Lousinha
- Jovem Engenheiro civil
Bispo encerra processo de Canonização
No dia 22 de Fevereiro, o Bispo de Viana do Castelo, após 20 anos de estudo e recolha de documentação, declarou encerrada a fase diocesana da Causa de Canonização de Maria da Conceição Pinto da Rocha, prosseguindo agora o processo em Roma.
Maria da Conceição Pinto da Rocha (1889-1958) nasceu em Viana do Castelo, passando nesta cidade quase toda a sua vida. Foi a fundadora das Irmãs Reparadoras Missionárias da Santa Face. Desde a catequese que inaugurou, em Barroselas, até ao monumento à Imaculada Conceição, junto ao Cemitério da Ordem Terceira, passando pelo templo do Coração de Jesus. Seus escritos retratam a sua vida interior e alto grau de vivencia das virtudes teologais. Após 25 anos do falecimento, fez-se a exumação dos restos mortais, a 4 de Outubro de 1983, de forma canónica, em ordem a uma futura Introdução da Causa de Canonização.
José AlbertoFerreira da Silva
Seu nome de baptismo dado pelos pais Manuel Ferreira da Silva e Angelina Martins Sousa Lopes foi de José Alberto Martins Ferreira da Silva, nascido a 30 de Abril de 1940. Os seus pais tiveram ainda os seguintes filhos: o Moisés, o Raúl, o António, a Albertina e o Celestino. Todos casados e com filhos à excepção de Moisés.
É natural de Lordelo do Douro - Porto, mas após o ensino primário foi trabalhar. Com 13 anos partiu, em 1953, para Luanda com os pais, pois os irmãos já lá estavam, onde começou a trabalhar como empregado de escritório na fábrica de sacas de Luanda.
Em 1962 veio a Portugal e conheceu a Maria da Graça Varajão Meira, filha de António Rodrigues Meira e de Maria de Passos.
O sogro era de família numerosa, mas muito digna e conhecida na cidade de Viana, os Meiras, pela alcunha "Remantelas".
Veio de vez em 1964. A sua esposa deu-lhe duas filhas: a Maria José (Mizé), educadora de infância, casada com José Manuel Sá Martins e mãe de uma filha, a Inês; e a Maria Angelina (Gélita), escriturária, reformada, solteira e sem geração.
Depois de vir de África esteve como escriturário na Juntas de Freguesia de Santa Maria Maior e de Monserrate, ao mesmo tempo, até 1981.
Nesta data começou a trabalhar no Comércio com o Sogro, na Casa Meira, antiga rua da Piedade, hoje, Mateus Barbosa, até à reforma, aos 67 anos.
A esposa sempre foi doméstica. Era irmã de mais três, todas casadas e com filhos.
Torce totalmente pelo Porto, no desporto, na religião por Cristo e pela Igreja Católica, mas politicamente não tem, nem teve qualquer militância; tem a sua tendência, mas não a demonstra.
Em 1980 começou a voltar à Igreja da sua Paróquia, onde já estava a Mizé e a Gélita, assim como a Graça, sua esposa; então foi toda a família a fazer parte do Coral na Paróquia ou as suas filhas também a dar catequese, a Mizé e a Gélita.
Fez dois mandatos na Comissão Fabriqueira como tesoureiro e dois, no Ozanan, também como tesoureiro. Participou nas encenações paroquiais e, agora, limitado pela visão e pela saúde da filha mais nova e da esposa, vai fazendo só o que pode.
Continua atento às dificuldades da Comunidade, mas faltam-lhes alguns meios para ir mais longe. É daqueles que se faltassem 5000 euros para a obra acabar, ela acabaria mesmo porque daria tudo para isso.
Gosta muito da obra que a Paróquia está a fazer e diz que “é absolutamente necessária para a Comunidade”.
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