AVISO

Meus caros Leitores,

Devido ao meu Blog ter atingido a capacidade máxima de imagens, fui obrigado a criar um novo Blog.

A partir de agora poderão encontrar-me em:

http://www.arocoutinhoviana.blogspot.com

Obrigado

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

BISPOS NASCIDOS NO ALTO-MINHO, HOJE DIOCESE DE VIANA por acabar

Bispos nascidos em

Viana do Castelo

ou na região vianense





O território correspondente à Diocese de Viana do Castelo já fez parte da Diocese de Tui, de Ceuta e, por fim, de Braga.

É difícil saber em pormenor porque muitos foram Bispos mas missionários, ordenados  também fora e faltam registo sobre a naturalidade.
Fiz uma pesquisa e cheguei aqui...mas prometo continuar, a não ser que alguém com mais tempo e mestria o faça ou apareça a público, entretanto chego a esta conclusão:
Tentei apurar quais os  filhos desta região tivessem sido Bispos, segundo, Salgado Matos, dá conhecimento de 16, acrescentando o D. Manuel Carvalho, natural de Subportela e Bispo dos Açores, já falecido; o D. Joaquim Rodrigues Lima, da família “Novo” de Vila Nova de Anha, Bispo de Bombaim; D. Carlos Pinheiro de Vila Praia de Âncora, já falecido; D. Abílio Ribas, natural de Soajo e Bispo emérito de S. Tomé e Príncipe; D. José Augusto Pedreira, nascido em Valença e Bispo emérito de Viana; D. Antonino Dias, natural de Monção e Bispo de Portalegre; e agora D. Pio Alves, natural de Lanheses - Viana do Castelo e nomeado Bispo Auxiliar do Porto.
Nome do Bispo                          Naturalidade                         Diocese onde exerceu o seu múnus episcopal

D.António Mendes de Carvalho,      Ferreira-P.Coura              Elvas

D. António José de Sousa Barroso - Viana                               Índia / Porto

D. Pedro,                                  Conde de Viana                      Évora

D. Bernardo Ribeiro Seixas       V. N. Cerveira                        Bragança

D. Baltazar do Rego                  Viana do Castelo                    Angola

D. João Ribeiro Gaio                Viana do Castelo                     Malaca

D. Pedro                                  Viana do Castelo                     Faro/Porto


D. José António

D. Frei António do Desterro       Viana do Castelo                   Rio de Janeiro

D. Vasco                                   Viana do Castelo                    Porto/ Faro

D. Joaquim Rodrigues Lima        V. N. Anha / Vct.                   Bombaim

D. Carlos Pinheiro                      V. P. de Âncora-Caminha      Braga

D. José Augusto Pedreira           Gondomil, Valença                 Porto/ Viana

D. Abílio Ribas                           Soajo/ Arcos                         S. Tomé e Príncipe

D. Antonino Dias                        Viana do Castelo                   Portalegre

D. Pio Alves                               Lanheses, Vct.                       Porto








Alguns foram eleitos de entre os frades beneditinos, dominicanos e...daí   várias ordenações terem sido feitas na igreja de S. Domingos








D. Pio seria, nestas contas, o 32.º Bispo nascido no Alto Minho.





quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

“Olha para o que eu digo e não olhes para o que eu faço”.

“Olha para o que eu digo e não olhes para o que eu faço”.

O povo, na sua filosofia popular, sintetiza a sua ciência empírica numa linguagem proverbial, como acabei de citar.


Nem sempre é verdade, mas é quase sempre que o político diz uma coisa e faz outra; diz que é proibido fumar ali e ele é o primeiro a fumar mesmo ali. Qualquer pessoa que aconselha dá o melhor conselho, mas nem sempre ela o realiza.

Isto acontece até com o pregador que o povo diz: “ Bem prega frei Tomás o que ele próprio não faz”.

É que nunca ninguém sabe onde as nossas palavras vão chegar… depois de saírem da nossa boca podem ter um eco longe ou perto e até distorcido. São como balas que podem dar vida ou matar, aliviar ou ferir. É o caso de que quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto”. Esse ponto foi aquilo que não se disse: a “verdade” ou a “mentira”.







Cada um de nós tem de ser sal e luz, motivo de esperança de vida não só pelo que dizemos, mas também pelo que fazemos…

O mal é que nós só gostamos de ser juizes dos outros para lhe apontar defeitos, incoerências, eu sei lá que mais...muitas coisas

Tenho por hábito não ligar muito àquilo que ouço, quando se trata de apreciações de pessoas. Gosto de observar primeiro… Muitas vezes, a gente apreça-se em etiquetar os outros, em vez de lhes dar a mão, oferecendo meios para melhorar…

Desde a pessoa mais simples, à mais notável, desde a mais profana à mais sagrada, isto é possível acontecer sempre, porque ninguém é tão perfeito que possa ser tão claro como isso.


Bem dizia o Mestre: “Sede perfeitos como o vosso Pai no Céu é perfeito”. Existe em nós uma luta muito grande, naturalmente, pela perfeição, mas só a atingiremos na plenitude, se para isso trabalharmos.

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Se o médico que diz para não fumar que faz mal à saúde e ele fuma?!... O clínico diz que não beba, mas ele bebe até mais do que devia!... Se o professor que diz aos alunos que é bom falar sempre a verdade e ele é um mentiroso!... o trabalhador que disse que fez como queríamos, mas afinal até fez o contrário e depois justificou-se que percebeu outra coisa, ou aldrabou porque se serviu do tempo para trabalhar para si próprio, mas  a cochichar com o vizinho do lado…

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Eu próprio gostaria de dizer a todos “Não olhes para o que eu digo, mas para o que eu faço”, pois às vezes não digo bem o que queria e faço o que quis dizer. Outras vezes acontece o contrário digo bem; mas eu próprio fragilmente vou cair e faço aquilo que finquei bem quando disso fala a eloquência.

Claro que os políticos estão muitas vezes habituados a dizer, mas não fazer…a ditar leis para


os outros e eles ficam inimputáveis toda a vida…Falam e prescrevem para os outros, mas consideram-se de fora.

Não há ninguém que esteja ilibado de dizer uma coisa e fazer outra melhor, pior, nada.

Todos nos temos de penitenciar e vem um tempo bom, favrável, que é a Quaresma para reflexão, oração, penitência e fazer antes o que deve ser feito para ter autoridade moral para dizer e exigir depois. Que as nossas palavras sejam sempre edificantes para os outros e princípio de conversão.
Interessa fazer para dizer e dizer e fazer...
Há muito quem fale, há pouco quem viva.



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A palavra doce multiplica os amigos e mitiga os inimigos; e a língua amável no homem bom produz abundantes frutos.              (Ben Sira 6,5).

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

S. Bento, padroeiro da Europa

O trabalho do artista Eugen Wihemann é fácil de explicar:

Bento significa Bendito ou Benedito.


Bento nasceu em 24 de Março de 480 na região da Úmbria em Itália e teve uma irmã gémea que se chamava Escolástica. Ela foi consagrada e fundou as monjas beneditinas. Nasceram na Úmbria, centro de Itália.

Ele também foi monge e fundou a Ordem dos Beneditinos no Monte Cassino, no Subiaco onde lá estive e visitei esse lugar refrescante e refúgio que convida à contemplação e oração.

Ele faleceu 40 dias depois da sua irmã e adivinhou o dia da sua partida mandando preparar tudo.

Faleceu em 21 de Março de 547. Foi canonizado em 1220. É venerado por Ortodoxos, Luteranos, Anglicanos, para não falar da Igreja Católica. É o padroeiro da Europa e da Alemanha. As suas relíquias estão , na França, em Orleans.A Regra Beneditina foi uma obra dele.A sua irmã faleceu em 10 de Fevereiro de 547.

Também na morte da sua irmã uma pomba apareceu a Bento como a dar-lhe a notícia da morte da irmã. S. Bento assim percebeu.Um corvo com um pão na boca, em memória ao pão envenenado que recebeu de um sacerdote invejoso apareceu a Bento.




Eugen apresenta  neste quaddro a óleo dse 210 por 150 cms + ou - as duas figuras quase simétricas (são irmãos gémeos tanto no nascimento como na fé e na ordem religiosa). Ambas têm um livro. S. Bento não podia ser outra coisa, senão a REGRA. Os hábitos semelhantes. O "báculo" símbolo do superior, chefe, ambos fundadores da Ordem Beneditina, um abade e uma abadessa.

As corôas símbolo da santidade. Em S. Bento a ave é preta porque é a cor dos corvos. Santa Escolástica a pomba é vermelha à moda do fogo sinal do Espírito Santo que a iluminou pedir ao irmão para, naquele dia, ficar mais tempo com ela , advinhando o fim das conversas espirituais que ambos tinham com frequência.A difrença foi de 4 dias.Também São Gregório conta que, por sua ordem, o corvo levou o pão até onde ninguém o encontrasse.




Santa Escolástica, virgem  faleceu em  543







"Santa Escolástica era irmã gémea do grande São Bento, pai do monaquismo. Nasceu numa região do centro da Itália em 480; infelizmente perdeu sua mãe no parto.



Gémea de Bento, tornou-se também gémea de busca de santidade e missão, já que ambos deram testemunho de santos fundadores. A vida totalmente consagrada a Deus de Escolástica começou até antes do irmão; porém, foi aprofundada quando seguiu o irmão até que ele se instalou em Cassino. Desta forma, Escolástica, fundadora das irmãs beneditinas, sempre esteve ligada com Bento.













Relata-nos o Papa São Gregório Magno que Escolástica e Bento embora morassem pertinho, apenas se encontravam para diálogos santos uma vez ao ano. Daí que, no encontro que seria o último, Santa Escolástica pediu ao irmão que desta vez ficasse, a fim de se enriquecerem em conversas santas até ao amanhecer, mas foi repreendida pelo irmão, pois seria causa de transgressão da Regra.

Diante da resposta negativa do irmão e com o coração pulsando de amor fraterno, Santa Escolástica entrelaçou as mãos, abaixou a cabeça e rapidamente conversou com Deus. De repente, levantou-se um tamanha tempestade que São Bento ficou impedido de sair com seus irmãos.

Vendo o irmão zangado, Santa Escolástica esclareceu: "Pedi-te a ti e tu não me ouviste; pedi ao Senhor e ele me ouviu. Vai-te embora, se puderes, volta para o teu mosteiro". Depois daquela providencial partilha de graça e oração, São Bento regressou ao mosteiro e passados três dias percebeu numa visão a morte de sua irmã que o antecedeu 40 dias no céu.








“Nos mosteiros beneditinos de toda a Europa medieval, os monges eram arrancados ao minguado conforto dos seus colchões de palha e ásperos cobertores pelos sineiros, que os despertavam às 2 horas da madrugada. Momentos depois, dirigiam-se apressadamente, ao longo dos frios corredores de pedra, para o primeiro dos seis serviços diários na enorme igreja (havia uma em cada mosteiro), cujo altar, esplendoroso na sua ornamentação de ouro e prata, resplandecia à luz de centenas de velas. Esperava-os um dia igual a todos os outros, com uma rotina invariável de quatro horas de serviços religiosos, outras quatro de meditação individual e seis de trabalhos braçais nos campos ou nas oficinas. As horas de oração e de trabalho eram entremeadas com períodos de meditação; os monges deitavam-se geralmente pelas 6.30 horas da tarde. Durante o Verão era-lhes servida apenas uma refeição diária, sem carne; no Inverno, havia uma segunda refeição para os ajudar a resistir ao frio.


No quadro da cidade romana, cada comunidade cristã organiza-se tendo à sua cabeça um bispo - episcopos, que quer dizer vigilante = eleito pelos fiéis. Com o número crescente de igrejas, os bispos localizam-se apenas nos centros mais importantes, enquanto se desenvolve, nas outras cidades, o papel dos presbíteros = do grego presbyteroi, os anciãos = donde vem a palavra francesa =prêtre=, sacerdote.

Foi nestas cidades que surgiram as Escolas Paroquiais (ou Presbitérias). As primeiras remontam ao século II. Limitavam-se à formação de eclesiásticos, sendo o ensino ministrado por qualquer sacerdote encarregado de uma paróquia, que recebia em sua própria casa os jovens rapazes. À medida que a nova religião se desenvolve, passa-se das casas privadas às primeiras igrejas nas quais o altar substitui a tribuna. O ensino reduz-se aos salmos, às lições das Escrituras, seguindo uma educação estritamente cristã”.




SÃO BENTO DE NÚRSIA

" São Bento de Núrsia, Patriarca dos Monges do Ocidente, Patrono da Europa e Fundador da Ordem Beneditina, é um dos maiores santos da Igreja.

Bento, cujo nome significa "bendito" ou "benedito", nasceu pelo ano 480 na cidade de Núrsia, no centro de Itália, conjuntamente com a sua irmã gémea Santa Escolástica. Morreu a 21 de Março em Montecassino no ano de 547. A sua festa celebra-se, actualmente, no dia 11 de Julho.

Desde a sua juventude, Bento teve o coração e a sabedoria dum velho; não concedia nada aos prazeres dos sentidos e, podendo gozar no mundo os bens passageiros, desprezou todas as vaidades.

O Papa S. Gregório Magno escreveu uma obra com o título de "Livro dos Diálogos" e aí nos apresenta S. Bento como o ideal do monge perfeito, acrescentando que ele descendia duma família nobre e cristã e ainda que, tanto ele como a sua irmã Escolástica, brilharam pela virtude e foram, pouco depois da morte, proclamados santos pelo povo e pela Igreja.

Aos 17 anos, foi acabar os estudos em Roma, mas aí, ao ver a libertinagem e imoralidade dos companheiros e temendo sucumbir como eles ao torvelinho das paixões, resolveu evitar a sua companhia.

O mundo sorria-lhe, mas ele, advertido pela graça, renunciou aos estudos literários, abandonou o mundo, disse adeus às comodidades desta vida e fugiu para um lugar seguro.

Confiou este segredo à sua ama, que muito o amava e o acompanhava, e também ela quis segui-lo, o que na realidade aconteceu.

O espírito reflexivo de Bento levou-o a considerar a vaidade das coisas mundanas e, desejando agradar apenas a Deus, renunciou a tudo e abraçou a austera vida eremítica.

Nesta breve resenha da sua vida, não falaremos da sua obra principal, A REGRA, ou seja o seu código de leis admiráveis que com pendiam toda a doutrina evangélica. Quem a praticar segue o caminho seguro da perfeição e da santidade."










A MORTE DE S. BENTO




"Quarenta dias depois de ter estado com a irmã, Bento anunciou a alguns discípulos o dia do seu próximo passamento. Restavam-lhe apenas seis dias de vida, embora nada fizesse prever um fim tão próximo. Mandou então abrir um túmulo para si junto do de sua irmã, onde pretendia repousar para sempre. Logo a seguir, foi tomado de febre violenta e, ao sexto dia, depois de ter recebido o santo viático, com os braços erguidos ao céu, entregou a alma ao Senhor, enquanto murmurava uma última prece.

Nesse mesmo dia, dois monges, um no mosteiro e outro num país distante, tiveram a mesma visão, conforme ele tinha predito antes da morte. Eles viram uma escada que subia do lugar onde Bento tinha exalado o último suspiro até ao céu, a qual estava coberta de ricas tapeçarias e iluminada por uma multidão de estrelas. No cimo estava um venerável ancião, envolto em luz divina, o qual lhes disse:

-"Este é o caminho pelo qual Bento, o bem amado do Senhor, subiu ao céu"...

Os monges sepultaram-no ao lado do corpo de Santa Escolástica, como era seu desejo. Era o dia 21 de Março de 547.

Durante muitos anos a festa litúrgica de S. Bento celebrou-se a 21 de Março, mas, actualmente, encontra-se fixada a 11 de Julho, com honras de Patrono da Europa."




MILAGRE DE SANTA ESCOLÁSTICA

"Quem haverá no mundo maior do que S. Paulo? Contudo, ele rogou três vezes ao Senhor que o livrasse do aguilhão da carne e não o conseguiu. É por isso que vou contar como o venerável abade Bento desejou uma coisa e não a conseguiu.

Com efeito, o santo tinha, como já foi dito, uma irmã chamada Escolástica, consagrada a Deus desde a sua infância, a qual costumava visitá-lo uma vez por ano. Para a ver, o homem de Deus descia até uma propriedade do mosteiro situada não muito longe do mesmo.

Um dia, ela veio, como de costume, e o venerável irmão desceu com alguns monges para estar com ela. Passaram todo o dia ocupados nos louvores divinos, em santos colóquios, e, quando advertiram, já era bastante tarde. Procurou ele despedir-se, mas a irmã suplicava-lhe que ficasse, para continuarem a falar dos gozos da vida celestial até de manhã. Bento respondeu-lhe que não era possível, porque não podia ficar fora do convento.

Estava então o céu tão limpo que não se via nem uma nuvem. Mas a santa religiosa, ao ouvir a resposta negativa do irmão, juntou as mãos e rezou a Deus. Ao levantar a cabeça, viu a violência dos relâmpagos e trovões, de tal modo que houve uma enorme inundação de chuva, pelo que nem Bento nem nenhum dos frades que o acompanhavam ousaram sair à rua.



É conhecido um episódio que ocorreu poucos dias antes de sua morte. Como Bento, no zelo de cumprir a Regra, estabelecera que os dois só se veriam uma vez ao ano, para conversas e conselhos espirituais, os encontros eram sempre muito desejados e sempre curtos demais. Daquela vez, que seria a última, Escolástica quis prolongar o tempo com seu irmão, mas Bento foi inflexível. Serena e confiantemente, ela começou a rezar e uma tempestade fortíssima desabou, impedindo que Bento voltasse a seu mosteiro. “Pedi a ti e tu não me ouviste; pedi ao Senhor e Ele me ouviu”, disse-lhe a irmã muito contente. Bento não reclamou.


São Bento de Núrsia, nascido Benedetto da Norcia (Nórcia, c. 480 — monastério de Montecassino, c. 547) foi um monge italiano, fundador da Ordem dos Beneditinos, até hoje uma das maiores ordens monásticas do mundo. Foi o criador também da "Regra de São Bento", um dos mais importantes e utilizados regulamentos de vida monástica existentes e inspiração de muitas outras comunidades religiosas. Foi designado santo padroeiro da Europa e um grande intercessor pelo Papa Paulo VI em 1964, sendo venerado não apenas por católicos, como também por ortodoxos. Foi o fundador da Abadia do Monte Cassino, na Itália (destruída durante a Segunda Guerra Mundial e posteriormente restaurada). É comemorado a 11 de Julho".






"A fonte de todos os acontecimentos da vida de São Bento são os Diálogos de São Gregório Magno, que se baseou em fatos narrados por monges que conheceram pessoalmente São Bento.

Gregório, São Bento foi filho de um nobre romano, tendo realizado os primeiros estudos na Segundo São região de Núrsia (próximo à cidade italiana de Spoleto). Mais tarde, foi enviado a Roma para estudar retórica e filosofia, mas, tendo se decepcionado com a decadência moral da cidade, abandona logo a capital e se retira para Enfide (atual Affile). Ajudado por um abade da região chamado Romano, instalou-se em uma gruta de difícil acesso, a fim de viver como eremita. Depois de três anos nesse lugar, dedicando-se à oração e ao sacrifício, foi descoberto por alguns pastores, que divulgaram a fama de santidade.

A partir de então, foi visitado constantemente por pessoas que buscavam conselhos e direção espiritual. É então eleito abade de um mosteiro em Vicovaro, no norte da Itália. Por causa do regime de vida exigente, os monges tentaram envenená-lo, mas, no momento em que dava a bênção sobre o alimento,saiu da taça que continha o vinho envenenado uma serpente e o cálice se fez em pedaços. Com isso, São Bento resolve deixar a comunidade. Volta à caverna onde, recebendo grande quantidade de discípulos, funda diversos mosteiros. Em 529, por causa da inveja de um sacerdote da região, tem de se mudar para Monte Cassino, onde funda o mosteiro que viria a ser o fundamento da expansão da Ordem Beneditina. Em 540 escreve a Regula Monasteriorum (Regra dos Mosteiros). Morre em 547.

As representações de São Bento geralmente mostram, junto com o santo, o livro da Regra, um cálice quebrado e um corvo com um pão na boca, em memória ao pão envenenado que recebeu de um sacerdote invejoso. São Gregório conta que, por sua ordem, o corvo levou o pão até onde ninguém o encontrasse.

As relíquias de São Bento estão conservadas na cripta da Abadia de Saint-Benoît-sur-Loire (Fleury), próximo a Orleáns e Germigny-des-Prés, no centro da França.

[editar] Oração

Em Latim:

"Crux Sacra Sit mihi lux;

non draco sit mihi dux;

vade retro satana!;

non suad mihi vana;

sunt mala quae libas;

ipse venena bibas"

Tradução:

"A Cruz sagrada seja a minha Luz.

Não seja o Dragão meu guia.

Retira-te Satanás!

Nunca me aconselhes coisas vãs.

É mal o que tu me ofereces.

Bebe tu mesmo do teu veneno !"


sábado, 19 de fevereiro de 2011

Senhora dos Prazeres, hoje, Senhora das Boas que morgado em Mazarefes


Há quem pense que é a Igreja de Mazarefes, mas é uma capela antiga da Senhora dosPrazeres 

 que foi evoluindo e desde a emigração para o Brasil começou a chamar-se de Senhora das Boas

Novas.

A Igreja Paroquial cujo o padroeiro é S. Nicolau , é uma antiga igreja de um convento beneditino

e que fica a uns 500m para poente desta capela.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

ESTATUTOS DO CONSELHO PASTORAL PAROQUIAL de Nª Sª de Fátima- Viana do Castelo

Ao ser criada a Paróquia o Padre Dr. António Neiva criou o Senado Paroquial e o Padre Rogério Cruz continuou como o mesmo Senado.
Em 1978 ainda trabalhei dois anos com o mesmo senado, embora tivesse criado já o Conselho Económico, ou seja a Comissão Fabriqueira. Outra coisa é o Conselho de Pastoral da Paróquia com estatutos feitos por nós e aprovados "ad experimentum", uma vez que não havia ainda nenhum estudo diocesano sobre as bases orientadoras deste organismo a nível diocesano.


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ESTATUTOS DO CONSELHO PASTORAL PAROQUIAL


REVISÃO - PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA - VIANA DO CASTELO

ARTIGO I -Definição e objectivos

O Conselho Pastoral Paroquial é o organismo representativo e consultivo da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima - Viana do Castelo que, em comunhão com a Igreja Diocesana, anima e dinamiza os dons e carismas dos seus membros como assembleia convocada por Deus e exemplo de Fé viva.

ARTIGO II - Atribuições do Conselho Pastoral Paroquial


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São atribuições do Conselho Pastoral Paroquial:

a) Animar a vida paroquial como comunidade eclesial; b) Coordenar as actividades do plano anual de pastoral, de harmonia com as orientações diocesanas; c) Estar atento aos problemas de natureza socioeconómica e cultural da comunidade, fazendo o encaminhamento de necessidades para as entidades competentes; d) Promover a cooperação entre os diversos organismos paroquiais; e) Fomentar a ligação com os órgãos pastorais de nível interparoquial, regional e diocesano; f) Eleger o(s) seu(s) representante(s) ao Conselho Pastoral Diocesano; g) Analisar e decidir sobre todas as questões da pastoral da Paróquia.

ARTIGO III - Constituição

1. São membros do Conselho Pastoral Paroquial:

a) O Pároco, por inerência do cargo; b) Os Presbíteros que, em união com o Pároco, colaboram na pastoral paroquial;

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c) Um representante do Seminário do Carmo; d) Os delegados dos movimentos de fiéis canonicamente erectos, em número de dois, dos quais o presidente, por inerência do cargo, e outro por eleição ou nomeação; e) Os membros do Conselho para os Assuntos Económicos; f) O responsável pela Direcção de cada uma das valências do Centro Social;

g) O Pároco poderá nomear ainda três membros da sua responsabilidade.

2. São os seguintes os movimentos referidos na alínea d), com representação no Conselho Pastoral Paroquial:

2.1. PASTORAL LITÚRGICA : Acolhimento, Acólitos, Comissão de Culto Nossa Senhora das Necessidades, Corais, Leitores, Ministros Extraordinários da Comunhão, Ofertórios, Ostiários, Sacristães, Zeladores


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2.2. PASTORAL SOCIAL: CECAN - RD. ,Comissão de Angariação de Fundos, Estabelecimento Prisional, Legião de Maria,Observatório da Pobreza, OZANAN, Vicentinos. Centro Social: , ADI , Berço , Cegos e Amblíopes , Centro de Convívio , Centro de Dia , Escola de Música, Infantário, Oficina de Bonecas, Ponto de Encontro, Refeitório Social ,Rendimento Social de Inserção, SAD.

2.3. PASTORAL DA EVANGELIZAÇÃO : Acolhimento a Noivos, Biblioteca Paroquial . Caminho Neocatecumenal, Carismáticos , Catequese , Centro de Formação ,Centro de Preparação para o Matrimónio, Escutismo, Formação para o Baptismo, Jornal "Paróquia Nova", Luz Dominical , Missionários Voluntários, Sítio da Paróquia, Viagens e Peregrinações

Artigo IV - Eleições e mandatos

a) A eleição a que se refere a alínea d) do Artigo III será feita pelos respectivos grupos, em dia, hora e local a determinar;

b) Quando no decurso de um mandato ocorra mudança de presidente de um movimento, a mesma se verificará no Conselho; c) Em caso de impossibilidade permanente de um membro participar no Conselho, deverá o mesmo ser substituído até ao fim do mandato por um outro proposto pelo movimento; d) O membro do Conselho que incorra em três faltas não justificadas perde a representação, não podendo ser considerado elegível no decurso desse mandato; e) Quando um elemento do Conselho não puder participar numa reunião, deverá ser substituído por outro elemento do movimento, devendo este munir-se de uma credencial passada pelo seu presidente ou responsável; f) A participação na vida política activa ou o exercício de cargos de implicação partidária são incompatíveis com o exercício de funções no Conselho Pastoral Paroquial. Assim, se no decurso do mandato um membro do Conselho Pastoral Paroquial optar por essas formas de intervenção pública, deverá apresentar o respectivo pedido de suspensão de funções.

ARTIGO V - Órgãos do Conselho Pastoral Paroquial

São órgãos do Conselho Pastoral Paroquial: a) O Plenário; b) A Comissão Permanente.

1. Constituição e funcionamento do Plenário a) O presidente do Plenário, bem como da Comissão Permanente será, por inerência do cargo, o Pároco; b) O Plenário é constituído pelo conjunto dos membros do Conselho nos termos do Artigo III; c) O Plenário reúne, em sessão ordinária, três vezes por ano, por convocação do Pároco, e em sessão extraordinária, sempre que o Pároco, a Comissão Permanente ou dois terços dos membros do Conselho o solicitem;


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d) A convocatória deve ser feita com pelo menos 15 dias de antecedência, incluindo, obrigatoriamente, a agenda de trabalhos da assembleia; e) De todas as reuniões será lavrada a respectiva acta a cargo de um secretário para o efeito nomeado no princípio de cada mandato do Conselho Pastoral Paroquial; f) Em todas as reuniões far-se-á o registo das presenças em folha própria que cada elemento presente deverá assinar.

2. Constituição e funcionamento da Comissão Permanente: a) A Comissão Permanente será constituída por um máximo de cinco membros eleitos pelo Plenário, salvaguardando-se a representatividade de todos os movimentos paroquiais repartidos pelos sectores da Pastoral Litúrgica, Social e Evangelização; b) De entre os seus elementos, a Comissão escolherá um para secretário; c) Compete à Comissão Permanente representar e apoiar, de forma responsável e continuada, o Conselho Pastoral Paroquial na prossecução dos seus fins e na execução dos seus planos; d) A Comissão Permanente reunirá, ordinariamente e por convocação do Pároco ou em seu nome pelo secretário, uma vez por mês, e extraordinariamente sempre que o Pároco ou pelo menos dois terços dos seus membros o solicitem.

ARTIGO VI - Formas de decisão

1. As decisões do Conselho Pastoral Paroquial serão tomadas por maioria simples de votos de todos os seus membros, exceptuando-se o respeitante às alíneas d) e f) do artigo III em que, independemente do número de respresentantes, tanto cada um dos movimentos como o Centro Social no seu todo, têm direito unicamente a um voto.

2. Quando o Plenário assim o entender, as decisões poderão ser tomadas por voto secreto.

3. Em caso de dúvida, recorrer-se-á ao Ordinário Diocesano.

ARTIGO VII - Duração do Conselho de Pastoral Paroquial

1. O mandato dos membros do Conselho terá a duração de três anos.



2. Uma vez constituído e aprovado, o Conselho Pastoral Paroquial só pode ser dissolvido pelo Ordinário Diocesano.

3. O Conselho Pastoral Paroquial não cessa, nem com a mudança do Pároco nem com a vacatura do respectivo ofício; manter-se-á até que novo Conselho Pastoral Paroquial seja constituído e aprovado. Durante a vacatura, a presidência será exercida pelo Administrador Paroquial ou por um Delegado indicado pelo Ordinário Diocesano.

ARTIGO VIII - Regulamento interno

A Comissão Permanente poderá, se solicitada, elaborar um regulamento interno a ser submetido à aprovação do Plenário.

ARTIGO IX - Alteração dos estatutos

Qualquer proposta de alteração destes estatutos só poderá ser apresentada ao Ordinário Diocesano para aprovação, se for aceite por maioria dos membros do Conselho Pastoral Paroquial.

ARTIGO X - Resolução de casos omissos

Nos casos omissos regem as normas do Direito Comum da Igreja e as orientações do Bispo da Diocese.

Julho de 2010-data da revisão dos antigos estatutos que vieram a ser aprovados pelo decreto episcopal de 17/11/2010, de D. Anacleto Oliveira


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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Presépio dos Escuteiros Paróquia de Nª Sª de Fátima

Esta é uma imagem do




presépio montado pelos



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 






escuteiro na igreja.

CÁRITAS DE VIANA DO CASTELO Renovada

Caritas Diocesana


Foi remodelada a Cáritas Diocesana

com mais gente nova que nos

dá um calor de esperança para uma

actividade mais dinâmica e criativa

nesta Diocese. O Presidente José

Machado mantém-se agora com

membros novos.


Da Direcção: Presidente, José Manuel Machado de Oliveira; Vice-Presidente, Engº Manuel Artur da Silva Carvalho; Secretário, Dr. José Maria Miranda Pinto; Tesoureiro, Carlos Alberto de Miranda Barbosa; Vogais, D. Teresa de Jesus Ribeiro Fernandes Marques, João da Silva Marques, Manuel de Oliveira Fiúza, Drª Elisa Maria Azedo dos Santos, Engº Manuel Gonçalves Felgueiras, D. Maria Isabel Esteves Queiroz Soares, Drª Maria Idília Monteiro Dias Pinheiro (Delegada do Fundo Social Solidário pela Cáritas); Do Conselho Fiscal: Presidente, Manuel José Rodrigues Ribeiro; vogais, D. Maria Engrácia Pinto Soares Correia, Dr. Salviano Pereira Pinho Vitoriano.

O grupo de Cavaquinhos no aniversário de João Sá

O grupo de Cavaquinhos




levou a efeito



uma festa 



























de aniversário



do seu maestro



e ofereceram-lhe


uma réplica



dum cavaquinho



em metal.

Liga dos Amigos do Hospital de Viana do Castelo

Recebemos

ainda o Boletim

Comemorativo do 29º

aniversário da Liga

dos Amigos do Hospital






















à qual preside

o Dr. Inácio Rocha.

O cingapurense Michael Thio Yauw Beng é o novo Presidente Geral da Confederação Internacional da Sociedade de São Vicente de Paulo

O cingapurense

 Michael Thio Yauw Beng

é o novo Presidente Geral

da Confederação

Internacional

da Sociedade

de São Vicente de Paulo,




 escolhido durante a Assembleia Geral Extraor dinária, realizada de 27 de Maio a 1 de Junho, na cidade espanhola de Salamanca. A primeira vez que esta Instituição eclesial, fundada há 177 anos, confia seu mais alto cargo diretivo a um associado não europeu.


A sessão em que Thio foi eleito com a expressiva maioria de 87% dos votos, contou com a presença do Cardeal Paul Josef Cordes, Presidente do Pontifício Conselho Cor Unum. O prelado condecorou com uma medalha de São Gregório Magno, conferida pelo Papa Bento XVI em reconhecimento aos serviços prestados à Igreja o Thio.

A Confederação Internacional da Sociedade de São Vicente de Paulo congrega 51 mil Conferências nacionais de 146 países, as quais contam com 750 mil membros apoiados por 1,5 milhão de voluntários. Pode assim prestar assistência a quase 40 milhões de pessoas, entre as quais vítimas de desastres naturais, como, por exemplo, os recentes tufões na Ásia, os terremotos na Indonésia e no Chile, as inundações na índia, no Haiti.

Thio nasceu em 1945, Michael Thio entrou para a Sociedade de São Vicente de Paulo no ano de 1967. Foi secretário e, logo depois, presidente de Conferência, Conselho Particular e do Conselho Nacional de Cingapura. Entrou no Conselho Geral Internacional em 1988 na função de coordenador, depois, passou aos cargos de Vice-presidente Territorial Internacional para a Ásia e Oceania; Vice-presidente Geral Adjunto para Estrutura e Vice-presidente Geral até Junho do ano passado. Também é presidente da Comissão Técnica Territorial desde 2005.

PROPOSTAS DE TRABALHO DO NOVO PRESIDENTE: - Buscar e reforçar a internacionali-zação da Sociedade de São Vicente de Paulo;- Empreender uma iniciativa de marketing e comunicação para promover e dar notoriedade à SSVP, contribuindo também com o recrutamento de novos membros, em particular os jovens;- Estender nossos serviços e apostolado pelo projeto de 'Mudança de estruturas';- Estender nossa colaboração com outros membros da Família Vicentina e outras organizações missionárias e de caridade; católicas e cristãs;- Reforçar a formação espiritual dos membros e líderes, com programas de desenvolvimento e formação, com a contribuição da Fundação Bailly e Lallier;- Conservar uma situação financeira sólida para a continuação da ajuda global aos menos favorecidos;- Trabalhar com o estabelecimento oficial da Sociedade na China que, devido ao elevado índice populacional, nos dá uma grande oportunidade de incluirmos nosso apostolado;- Manter uma relação sólida com a hierarquia da Igreja, e defender os oprimidos e os Pobres, promover o respeito dos Direitos Humanos para restaurar e preservar a dignidade humana.

FOTO: A presidenta do CNB, Ada Ferreira, ao lado do novo presidente do Conselho Geral Internacional .

in SSVP.

Foi realçado espírito de Beato Frederico Ozanan, onde atua nas zonas mais pobres, criou a "Rede Zaco- Ozanam e as origens da Associação, e entregou ao fén", que facilita aos artesãos e às pequenas empresas acesso rápido ao crédito.

Blog do ECC

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Chegamos a uma fase boa ou má, mas mais parece má, péssima...

Chegamos a uma fase boa ou má, mas mais parece má, péssima, não só porque o homem passa a ser contado como peça e as crinças já têm de nascer com o número de contribuinte. Ela precisa de tudo, mas já é uma cidadã que contribui...um instrumento na sociedade e não ser pessoa frágil, filha do amor entre o pai e a mãe que são os responsáveis por ela. 
É por isso que o problema religioso convém afastar da sociedade. O Homem não pode ser religioso ou então tem de estar numa situação de subserviência à política e ao estado.


Muitos cristãos sofrem certa pressão e discriminação: ao nível da opinião pública, estatizar a educação,  nos programas de ensino impostos pelo Governo, na legislação sobre saúde, sobre a família e a vida humana... a família ( vamos dar lugar aos outros par virem criar filhos portugueses para não desaperecer Portugal do Mapa) .Enfim, cada um de nós é capaz de enunciar já hoje um ou outro caso.

A Igreja que sofre

A Igreja que sofre



A ajuda à Igreja que sofre é uma forma de ser católico aqui, pois em muitos lugares deste planeta Terra, ser católico ou ser cristão tem um preço – é a vida. Essa Igreja que nós não vemos e que está ao longe é uma comunidade pobre, oprimida como uma criança com o seu olhar sofredor. Olha para o alto como quem confia que Alguém lhe valerá, o Deus do Céu, que está na terra, servindo-se das almas boas, nas pessoas que descobriram que a felicidade está mais no dar que receber, no ser do que no ter.

FEIXE DE NOTAS

FEIXE DE NOTAS


Lampreia - Os concelhos do Vale do Minho estão de olho no apetecido ciclóstomo, pretendendo utilizá-lo como factor da região. A lampreia reinará à mesa. Pescadores aludem a um início de época “fraco” no Minho e “positivo” no Lima. “Há mais lampreias no rio Lima que no ano passado. Um saldo positivo, no final deste primeiro mês, a rondar os 20 exemplares. Agora, os custos são mais elevados, pelos custos dos meios e pela falta de dinheiro.

Alfredo e Nelson Vieira, dois irmãos cegos e surdos-mudos, naturais de Covelas, Cinfães, ficaram sem casa numa madrugada, depois de um incêndio supostamente provocado pelo fogão a lenha. Conseguiram saltar pela janela, mas ficaram feridos.

Em Viana do Castelo uma lontra bebé foi encontrada “à deriva” a tentar atravessar uma estrada em Viana do Castelo, e já foi entregue ao AquaMuseu do Rio Minho, em Vila Nova de Cerveira, onde vai ser “devidamente tratada”. O mamífero foi localizado junto ao rio Lima e, por isso, já foi baptizado de Princesa do Lima.

Sílvia Ribeiro, investigadora da associação não-governamental “Grupo Lobo”, foi distinguida pela Fundação Yves Rocher pelo seu trabalho no Programa Cães de Gado, cujo objectivo é proteger os rebanhos e assim diminuir os prejuízos causados pelos lobos.

Aprender a recuperar animais silvestres-A ALDEIA, Associação de Conservação da Natureza, irá promover, de 18 até 20 de Fevereiro, em Gouveia e Seia, mais um curso de recuperação de animais silvestres. O workshop tem como objectivo a formação de técnicos e voluntários interessados na protecção e conservação da fauna nacional.

Portugal assinalou a abertura do Ano Internacional das Florestas com um encontro, no passado dia 1 de Fevereiro, no Centro de Ciência Viva de Proença-a-Nova. Este evento foi ocasião para a apresentação do site oficial das comemorações. Esta iniciativa é do Ministério da Agricultura e da Comissão Nacional da UNESCO.

O Parlamendo Europeu condenou

O Parlamendo Europeu condenou a forma e a perseguição que estão a fazer aos cristãos no Oriente e pediu aos líderes religiosos que façam o mesmo, para que se garanta a liberdade religiosa nesses países...Até que enfim...mas isto não condena o calendário europeu. Como é?...


É que, de facto, não está longe que países islâmicos façam parte da COMUNIDADE. Não me parece que seja um problema, mas não deve ser o dinheiro apenas o elo de ligação porque esse esvai-se rapidamente e em vez de unir até divide.

Há que encontrar na COMUNIDADE outras razões mais profundas da sua união e que estejam acima do poder económico ou material - a liberdade religiosa pode e deve ser um desses valores.

Assisti um dia a uma conferência na Alemanha sobre o islamismo, que um professor da Universidade de Bona proferiu com toda a objectividade em que defendeu que era possível um diálogo e uma convivência sadia entre cristãos e islâmicos, mas quando chegou a vez de intervir um dignitário islâmico, politicamente autorizado pelo Chefe Turco, as pessoas começaram a sair da sala porque, afinal, o diálogo estava muito longe. Outros, como eu, continuámos, mas não fácil foi digerir o diálogo com o referido Imã.

É possível mas difícil o diálogo com o islamismo.

COSTUMA-SE DIZER: “RESPEITA SE QUERES SER RESPEITADO”. Há necesssidade de voar sem amarras, de ser salna massa e Luz do Mundo; e cada um... ser rosto claro daquilo em que acredita...com paz, harmonia, justiça e Amor!...

ESTATUTOS DO CONSELHO PASTORAL PAROQUIAL -PNSFATIMA-VIANA DO CASTELO

ESTATUTOS DO CONSELHO PASTORAL PAROQUIAL


REVISÃO - PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA - VIANA DO CASTELO

ARTIGO I -Definição e objectivos

O Conselho Pastoral Paroquial é o organismo representativo e consultivo da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima - Viana do Castelo que, em comunhão com a Igreja Diocesana, anima e dinamiza os dons e carismas dos seus membros como assembleia convocada por Deus e exemplo de Fé viva.

ARTIGO II - Atribuições do Conselho Pastoral Paroquial

São atribuições do Conselho Pastoral Paroquial:

a) Animar a vida paroquial como comunidade eclesial; b) Coordenar as actividades do plano anual de pastoral, de harmonia com as orientações diocesanas; c) Estar atento aos problemas de natureza socioeconómica e cultural da comunidade, fazendo o encaminhamento de necessidades para as entidades competentes; d) Promover a cooperação entre os diversos organismos paroquiais; e) Fomentar a ligação com os órgãos pastorais de nível interparoquial, regional e diocesano; f) Eleger o(s) seu(s) representante(s) ao Conselho Pastoral Diocesano; g) Analisar e decidir sobre todas as questões da pastoral da Paróquia.

ARTIGO III - Constituição

1. São membros do Conselho Pastoral Paroquial:

a) O Pároco, por inerência do cargo; b) Os Presbíteros que, em união com o Pároco, colaboram na pastoral paroquial;

c) Um representante do Seminário do Carmo; d) Os delegados dos movimentos de fiéis canonicamente erectos, em número de dois, dos quais o presidente, por inerência do cargo, e outro por eleição ou nomeação; e) Os membros do Conselho para os Assuntos Económicos; f) O responsável pela Direcção de cada uma das valências do Centro Social;

g) O Pároco poderá nomear ainda três membros da sua responsabilidade.

2. São os seguintes os movimentos referidos na alínea d), com representação no Conselho Pastoral Paroquial:

2.1. PASTORAL LITÚRGICA : Acolhimento, Acólitos, Comissão de Culto Nossa Senhora das Necessidades, Corais, Leitores, Ministros Extraordinários da Comunhão, Ofertórios, Ostiários, Sacristães, Zeladores

2.2. PASTORAL SOCIAL: CECAN - RD. ,Comissão de Angariação de Fundos, Estabelecimento Prisional, Legião de Maria,Observatório da Pobreza, OZANAN, Vicentinos. Centro Social: , ADI , Berço , Cegos e Amblíopes , Centro de Convívio , Centro de Dia , Escola de Música, Infantário, Oficina de Bonecas, Ponto de Encontro, Refeitório Social ,Rendimento Social de Inserção, SAD.

2.3. PASTORAL DA EVANGELIZAÇÃO : Acolhimento a Noivos, Biblioteca Paroquial . Caminho Neocatecumenal, Carismáticos , Catequese , Centro de Formação ,Centro de Preparação para o Matrimónio, Escutismo, Formação para o Baptismo, Jornal "Paróquia Nova", Luz Dominical , Missionários Voluntários, Sítio da Paróquia, Viagens e Peregrinações

Artigo IV - Eleições e mandatos

a) A eleição a que se refere a alínea d) do Artigo III será feita pelos respectivos grupos, em dia, hora e local a determinar;

b) Quando no decurso de um mandato ocorra mudança de presidente de um movimento, a mesma se verificará no Conselho; c) Em caso de impossibilidade permanente de um membro participar no Conselho, deverá o mesmo ser substituído até ao fim do mandato por um outro proposto pelo movimento; d) O membro do Conselho que incorra em três faltas não justificadas perde a representação, não podendo ser considerado elegível no decurso desse mandato; e) Quando um elemento do Conselho não puder participar numa reunião, deverá ser substituído por outro elemento do movimento, devendo este munir-se de uma credencial passada pelo seu presidente ou responsável; f) A participação na vida política activa ou o exercício de cargos de implicação partidária são incompatíveis com o exercício de funções no Conselho Pastoral Paroquial. Assim, se no decurso do mandato um membro do Conselho Pastoral Paroquial optar por essas formas de intervenção pública, deverá apresentar o respectivo pedido de suspensão de funções.

ARTIGO V - Órgãos do Conselho Pastoral Paroquial

São órgãos do Conselho Pastoral Paroquial: a) O Plenário; b) A Comissão Permanente.

1. Constituição e funcionamento do Plenário a) O presidente do Plenário, bem como da Comissão Permanente será, por inerência do cargo, o Pároco; b) O Plenário é constituído pelo conjunto dos membros do Conselho nos termos do Artigo III; c) O Plenário reúne, em sessão ordinária, três vezes por ano, por convocação do Pároco, e em sessão extraordinária, sempre que o Pároco, a Comissão Permanente ou dois terços dos membros do Conselho o solicitem;

d) A convocatória deve ser feita com pelo menos 15 dias de antecedência, incluindo, obrigatoriamente, a agenda de trabalhos da assembleia; e) De todas as reuniões será lavrada a respectiva acta a cargo de um secretário para o efeito nomeado no princípio de cada mandato do Conselho Pastoral Paroquial; f) Em todas as reuniões far-se-á o registo das presenças em folha própria que cada elemento presente deverá assinar.

2. Constituição e funcionamento da Comissão Permanente: a) A Comissão Permanente será constituída por um máximo de cinco membros eleitos pelo Plenário, salvaguardando-se a representatividade de todos os movimentos paroquiais repartidos pelos sectores da Pastoral Litúrgica, Social e Evangelização; b) De entre os seus elementos, a Comissão escolherá um para secretário; c) Compete à Comissão Permanente representar e apoiar, de forma responsável e continuada, o Conselho Pastoral Paroquial na prossecução dos seus fins e na execução dos seus planos; d) A Comissão Permanente reunirá, ordinariamente e por convocação do Pároco ou em seu nome pelo secretário, uma vez por mês, e extraordinariamente sempre que o Pároco ou pelo menos dois terços dos seus membros o solicitem.

ARTIGO VI - Formas de decisão

1. As decisões do Conselho Pastoral Paroquial serão tomadas por maioria simples de votos de todos os seus membros, exceptuando-se o respeitante às alíneas d) e f) do artigo III em que, independemente do número de respresentantes, tanto cada um dos movimentos como o Centro Social no seu todo, têm direito unicamente a um voto.

2. Quando o Plenário assim o entender, as decisões poderão ser tomadas por voto secreto.

3. Em caso de dúvida, recorrer-se-á ao Ordinário Diocesano.

ARTIGO VII - Duração do Conselho de Pastoral Paroquial

1. O mandato dos membros do Conselho terá a duração de três anos.

2. Uma vez constituído e aprovado, o Conselho Pastoral Paroquial só pode ser dissolvido pelo Ordinário Diocesano.

3. O Conselho Pastoral Paroquial não cessa, nem com a mudança do Pároco nem com a vacatura do respectivo ofício; manter-se-á até que novo Conselho Pastoral Paroquial seja constituído e aprovado. Durante a vacatura, a presidência será exercida pelo Administrador Paroquial ou por um Delegado indicado pelo Ordinário Diocesano.

ARTIGO VIII - Regulamento interno

A Comissão Permanente poderá, se solicitada, elaborar um regulamento interno a ser submetido à aprovação do Plenário.

ARTIGO IX - Alteração dos estatutos

Qualquer proposta de alteração destes estatutos só poderá ser apresentada ao Ordinário Diocesano para aprovação, se for aceite por maioria dos membros do Conselho Pastoral Paroquial.

ARTIGO X - Resolução de casos omissos

Nos casos omissos regem as normas do Direito Comum da Igreja e as orientações do Bispo da Diocese.

Julho de 2010-data da revisão dos antigos estatutos que vieram a ser aprovados pelo decreto episcopal de 17/11/2010, de D. Anacleto Oliveira

Eleições

E l e i ç õ e s



Cavaco Silva venceu à primeira volta de eleições, continuando a ser o Presidente da República Portuguesa.

Deste acto eleitoral fica a impressão que os eleitores estão cada vez mais longe dos políticos.



Defensor Moura sucedeu a Norton de Matos e Ramos Pereira no combate, ou na luta, pelo lugar. Um Presidente da República cá do norte ficou mais uma vez adiado. À terceira não foi de vez!... mas ainda não é tarde!...

O Galo, um galináceo com histórias importantes bo meio de "Os Bichos"

O   G  a  l  o


A palavra galo (de Gallus) é o macho da galinha. Um galo pequeno é um galispo, popularmente, o galito, o frango ou franguito.

É uma ave mitológica tanto na mitologia grega como na romana. É símbolo da publicidade, é um símbolo nacional de Portugal, e de modo particular de Barcelos, a "Missa do Galo" celebrada à meia-noite no dia 24 depois da ceia de Natal, é a mascote de muitas marcas, grupos ou associações desportivas e não só.

Segundo Lucas Rafael : Esta diversidade sobre o mesmo já vem de um "Conjunto de crenças dos povos celtas que viviam na região da Gália, nas fronteiras do Império Romano, e que teve grandes influências dos deuses latinos. O que se conhece dessa mitologia foi redigido por escritores latinos depois do século I a.C., como Posidônio, Diodoro Siciliano, Estrabão, Lucano, Tácito e Júlio César “De bello galico”, que narra a conquista da Gália por Roma." Daí a prolífera cultura à volta do galo.







Não faltam lendas, elas são muitas...sem conta, mas como a mais próxima de nós, a lenda do galo de Barcelos que narra a inocência de uma pessoa, que miraculosamente, foi revelada por um galo morto.

Os barcelenses andavam amedrontados e preocupados com a descoberta do autor de um crime. Diz a lenda: um dia um habitante da Galiza que apareceu lá foi tido como suspeito e foi preso, apesar dele negar a pés juntos que não tinha feito tal crime; estava apenas de passagem por ali, em cumprimento de uma promessa em peregrinação a Santiago de Compostela.

Acabou por ser condenado à forca, mas antes do enforcamento, pediu para falar com o juiz que o condenara e voltou a afirmar a sua inocência. Quando apareceu ao juiz que se encontrava, nesse momento, a comer galo assado no forno, o condenado apontou para o galo dizendo: "É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem". O juiz ignorou, mas ao ser executado o hipotético criminoso, o galo ergueu-se, na mesa, e cantou. O juiz correu à forca e graças a um nó mal dado o condenado estava ainda vivo pelo que foi solto e mandado em paz.


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Anos mais tarde foi ele a Barcelos esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo em honra de Nossa Senhora e de Santiago. Isto não terá nada a ver com a justiça de hoje na maioria dos países muito ricos ou pobres.

O galo das torres, dos campanários, tem outra origem. Foi o galo escolhido para colocar no alto, no poleiro, para que todos o vissem sobre uma base de ferro que lhe permite girar 360 graus e se tornar um centro observatório em relação ao tempo, isto é, com uma finalidade social e meteorológica em Freixo de Espada à Cinta já no tempo de D. Afonso Henriques, no castelo, por volta de 1150…



Esta foi a escolha do galo como símbolo do alvorecer. Pois é o galo, a ave que, ao sentir o nascer do sol de um novo dia, chama cantando, chama as galinhas do galinheiro e toda a gente: Kó…QUÓ…RI…Kó…Kó…, normalmente três vezes!...

Seja como for o galo gosta, ou procura, sempre colocar-se em lugar superior às galinhas. Será para as vigiar ou não perder o lugar do "poleiro". Também nos podemos interrogar porque é que um galo não aceita de bom grado outro no capoeiro ou galinheiro? É que se gladiam até à morte.

O galo selvagem também se isola nos pontos mais altos das montanhas…é sempre em ponto alto que procura estar…

Preanunciado, ou usado como figura, por Jesus Cristo quando disse a Pedro: "antes que o galo cante, negar-me-ás três vezes."

No alto da torre o galo está sempre de bico voltado para o lado do vento e a base com quatro hastes em forma de raios com 50 a 60 centímetros para indicar os quatro pontos cardiais - Norte, Sul, Oeste e Este ou apenas as letra N, S, O, E. Segundo a orientação do bico, ao apontar para nascente vem chuva, quando aponta para noroeste avisa-nos que vem vento frio, tão frio que, no Minho, chamam-lhe vento galego. Parece que penetra os corpos de tão frio que é.

Deu origem ao jogo do galo ou jogo de "rachão". Diz o ditado : "Galo com rabo alto a torcer, é ressaca que vem a bater". "Cantar de galo" é a expressão utilizada para significar grandeza, importância. "Olha, é pequeno, mas parece que já quer cantar de galo, isto é, ser grande ou ter poder".

O galo foi símbolo de muitas nações, mas a francesa é que tem mais fundamento por causa da semelhança de gallus com gália, os galos, dos gauleses. Daí a segunda república francesa continuar a dar-lhe importância até o utilizar como símbolo nacional e nas próprias placas dos carteiros...

Um autor português, Miguel Torga, na sua obra "Os Bichos" ficou imortalizado, mundialmente, ao referir-se aos bichos e, especialmente, explora este tema ligado a lendas populares do galo, com certa notoriedade. O galo é o bicho da luta, do poder, incompatível, do choque e, por isso, não se querem dois galos num poleiro...a não ser que o segundo seja muito mais novo. Na China há o "Ano do Galo" e, na Madeira, o "Ano do galo Verde".

É difícil esgotar a história do galo desde a cultura popular até à científica, desde a superstição e os bruxedos até aos mais e diversos cozinhados com carne de galo ou galinha, nunca mais se acabaria.

Com isto não estou a cantar de galo, emproado no poleiro, mas lançar algumas "armas" não para lutar, nem para me defender de outro galo que cante no mesmo galinheiro, apenas para reflexão e partilhar com os amigos algo da cultura "gaulesa?" ou "galesa"?...galinácea?!...Nada mais… e pronto, acabou.