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Meus caros Leitores,

Devido ao meu Blog ter atingido a capacidade máxima de imagens, fui obrigado a criar um novo Blog.

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sábado, 24 de janeiro de 2026

 Actividades básicas a Paróquia

1.O Acolhimento não é a mesma coisa que dar coisas, mas criar espírito de relação humana disponível para cooperar e não substituir. Uma Paróquia que não tem bom acolhimento, é como se não celebrasse a Eucaristia com muita fé e alegria consequente da audição da palavra de Deus, do louvor e acção de graças. É como não ter catequese, evangelização, proclamação da Palavra, Celebração da Palavra fazendo bem aos mais frágeis que é a Palavra vivida porque se faltam estas acções, qualquer grupo humanitário pode fazê-lo, ainda que seja em nome de uma coisa qualquer, Daí levar-nos ao melhor e mais adequado acolhimento, à ajuda ou inter-ajuda, à Cooperação ou Parceria (igualdade) de modo a conseguir o subsídio a solidariedade sem humilhação, sem ostentação, dispostos a um diálogo franco e criativo. É obrigação nossa que deve vir do mais fundo do nosso coração, como fosse do Coração de Deus, com olhos de quem sofre com o outro. Por isso temos que intervir socialmente como cooperantes desinteressados, mas atentos e saber olhar o outro, ou os outros como se fossem “cristos que necessitam de cireneus.”.



2. Nestes grupos há actividades que, numa Paróquia devem ser levadas a sério e não podem todos fazer tudo. Por isso, devem ser constituídos grupos de trabalho, como vicentinos, Cáritas, ou criar instituições, como na nossa paróquia temos de tudo. A Paróquia, no seu todo, tem o Cecan/rd (Centro Comunitário de Assistência aos Necessitados/ Recolha e Distribuição), Ozanan- Centro de juventude, Centro Social Paroquial com variadas respostas sociais (idosos, infância, e serviço de refeições e higiene a idosos e acamados, serviço de refeições a necessitados, Conferência Vicentina para acompanhamento espiritual e material a pobres, Legião de Maria para os doentes, para os solitários, sofredores crentes e menos crentes, pois a Legião de Maria é, para mim, numa paróquia o maior grupo missionário em nome de Nossa Senhora de todas as Graças. E, por fim, toda a Paróquia, cada um pelo trabalho e contributo, não pode estar alheio às necessidades existentes para colaborar ainda que seja para dar conhecimento das existências problemáticas.
3. Nestes grupos não podem faltar voluntários, pois há actividades ainda que sejam nas instituições que devem ser exercidas por voluntários, como temos na área da evaglização, na área das celebrações e na área da caridade, sem interesse próprio e sempre a favor de outrem movidos apenas por causas humanitárias e religiosas e as diferenças entre uns e outros podem ser apenas técnicas ou de competências, organização e dedicação. Ou melhor, a diferença está só entre a dedicação orientada para a não remuneração. É gratuidade.
Estes trabalhos nos grupos e instituições de uma paróquia podem ser lenitivo para pessoas reformadas se tornarem úteis e não arrumadas. É mais uma valia para a harmonia das comunidades orantes ou não.
Podem e devem existir voluntários para o estudo técnico-científico do projecto, para os de promoção e sem receberem algo, são os promotores, para os empresários sociais, directores institucionais. Direcção técnica e técnicos de ocorrências. O Voluntariado não pode ser tal que ocupe lugares de postos de trabalho, mas ajudar a criar postos de trabalho segundo as necessidades das Instituições. Pode haver estagiários sem remuneração.

4.A Paróquia por si não basta, faz parte de uma Diocese e esta tem um secretariado diocesano para reconhecimento dos problemas, coordenar as fundações contra as concorrências desnecessárias e, muitas vezes inconvenientes, dinamizar em comunhão as de âmbito paroquial, diocesano e nacional, transmitir orientações, recolher as preocupações de cada uma, avaliar o trabalho e os meios económico-financeiros de cada uma e, por fim, fundamentar a Acção Social, ou Sócio caritativa, da Igreja Diocesana. de uma Paróquia

1.O Acolhimento não é a mesma coisa que dar coisas, mas criar espírito de relação humana disponível para cooperar e não substituir. Uma Paróquia que não tem bom acolhimento, é como se não celebrasse a Eucaristia com muita fé e alegria consequente da audição da palavra de Deus, do louvor e acção de graças. É como não ter catequese, evangelização, proclamação da Palavra, Celebração da Palavra fazendo bem aos mais frágeis que é a Palavra vivida porque se faltam estas acções, qualquer grupo humanitário pode fazê-lo, ainda que seja em nome de uma coisa qualquer, Daí levar-nos ao melhor e mais adequado acolhimento, à ajuda ou inter-ajuda, à Cooperação ou Parceria (igualdade) de modo a conseguir o subsídio a solidariedade sem humilhação, sem ostentação, dispostos a um diálogo franco e criativo. É obrigação nossa que deve vir do mais fundo do nosso coração, como fosse do Coração de Deus, com olhos de quem sofre com o outro. Por isso temos que intervir socialmente como cooperantes desinteressados, mas atentos e saber olhar o outro, ou os outros como se fossem “cristos que necessitam de cireneus.”.
2. Nestes grupos há actividades que, numa Paróquia devem ser levadas a sério e não podem todos fazer tudo. Por isso, devem ser constituídos grupos de trabalho, como vicentinos, Cáritas, ou criar instituições, como na nossa paróquia temos de tudo. A Paróquia, no seu todo, tem o Cecan/rd (Centro Comunitário de Assistência aos Necessitados/ Recolha e Distribuição), Ozanan- Centro de juventude, Centro Social Paroquial com variadas respostas sociais (idosos, infância, e serviço de refeições e higiene a idosos e acamados, serviço de refeições a necessitados, Conferência Vicentina para acompanhamento espiritual e material a pobres, Legião de Maria para os doentes, para os solitários, sofredores crentes e menos crentes, pois a Legião de Maria é, para mim, numa paróquia o maior grupo missionário em nome de Nossa Senhora de todas as Graças. E, por fim, toda a Paróquia, cada um pelo trabalho e contributo, não pode estar alheio às necessidades existentes para colaborar ainda que seja para dar conhecimento das existências problemáticas.
3. Nestes grupos não podem faltar voluntários, pois há actividades ainda que sejam nas instituições que devem ser exercidas por voluntários, como temos na área da evaglização, na área das celebrações e na área da caridade, sem interesse próprio e sempre a favor de outrem movidos apenas por causas humanitárias e religiosas e as diferenças entre uns e outros podem ser apenas técnicas ou de competências, organização e dedicação. Ou melhor, a diferença está só entre a dedicação orientada para a não remuneração. É gratuidade.
Estes trabalhos nos grupos e instituições de uma paróquia podem ser lenitivo para pessoas reformadas se tornarem úteis e não arrumadas. É mais uma valia para a harmonia das comunidades orantes ou não.
Podem e devem existir voluntários para o estudo técnico-científico do projecto, para os de promoção e sem receberem algo, são os promotores, para os empresários sociais, directores institucionais. Direcção técnica e técnicos de ocorrências. O Voluntariado não pode ser tal que ocupe lugares de postos de trabalho, mas ajudar a criar postos de trabalho segundo as necessidades das Instituições. Pode haver estagiários sem remuneração.
4.A Paróquia por si não basta, faz parte de uma Diocese e esta tem um secretariado diocesano para reconhecimento dos problemas, coordenar as fundações contra as concorrências desnecessárias e, muitas vezes inconvenientes, dinamizar em comunhão as de âmbito paroquial, diocesano e nacional, transmitir orientações, recolher as preocupações de cada uma, avaliar o trabalho e os meios económico-financeiros de cada uma e, por fim, fundamentar a Acção Social, ou Sócio caritativa, da Igreja Diocesana.

 A Resiliência
Esta palavra tem-se aplicado muito, ultimamente.Vem do latim resilire, que significa "saltar para trás", "voltar", "recuar", "ricochetear", e formada pelo prefixo re- (de novo, para trás) e o verbo salire (saltar,

 


pular). Originalmente usada na Física para descrever a capacidade de um material retornar à sua forma original após uma deformação. O termo o termo foi adaptado para as Ciências Humanas, significando a capacidade de se adaptar e superar adversidades, "voltando" ao seu estado de equilíbrio ou até mais forte, como uma mola que volta ao normal após ser esticada.
'Um povo que vê o seu país invadido não tem outra solução a não ser ripostar e resistir.
Este verbo resistir traz consigo uma longa história, que tem, desde o início, ligação, ao campo lexical da guerra. Resistir encontra a sua origem etimológica no verbo latino resistere, que significa «ficar firme», «aguentar». No interior deste verbo, encontra-se o elemento -sta-, que significa «ficar imune», «permanecer firme», «resistir de pé». Na origem da palavra estava já a ideia de ficar, de se defender contra uma investida inimiga.
Encontrávamos este valor de resistência já entre os espartanos, que concebiam a coragem como a capacidade de permanecer na formação militar, sem arredar pé.
Este é hoje o valor que identificamos nas imagens vindas da Ucrânia, que nos mostram homens que se despedem das suas famílias para permanecerem firmes, sem arredar pé em defesa da sua pátria. Homens que esquecem o seu percurso individual para se integrarem num esforço coletivo em prol da defesa do solo pátrio.
O que já não compreendemos tão claramente é a razão pela qual, em pleno século XXI, ainda recuperamos imagens do século I antes de Cristo.
Em perspetiva, a Humanidade parece, de facto, ter evoluído muito pouco' in Ciberdúvidas https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/artigos/rubricas/idioma/resistencia/4825#[consultado em 23-01-2026]
A resistência encontrámo-la, por exemplo, na arquitetura: as traves resistem ou não ao peso que suportam; na eletricidade o fio condutor de energia tem capacidade para aguentar mais energia, resiste ou vai abaixo, isto é, deixa de passar a energia, porque não tem capacidade, queima e corta, o material melhor condutor de energia, entre outros, o mais comum é o cobre, mas, por exemplo a borracha, vidro, cerâmica não são condutores.
A resiliência veio ocupar a palavra mais antiga: a Resistência. No entanto, a resiliência não tem tanto a ver com o material, mas com o espírito, o estado de alma.
A resiliência é uma palavra mais restrita quanto ao objeto, mais como perseverança, paciência, fortaleza, isto é, uma capacidade de saber superar as dificuldades, as adversidades, os desejos que acompanham a nossa vida, mantendo nós a fé e a esperança em Deus.
Se tomarmos a Bíblia, no livro do profeta Jo vemos como o profeta sofredor declara a perseverança, como exemplo máximo, no capítulo 1, versículo 21: “saí nu do ventre da minha mãe, e nu partirei” O Senhor o deu, o Senhor leva; louvado seja o nome do Senhor”. Afinal a sua resiliência foi recompensada porque o Senhor da vida restaura tudo na nossa história vivida.
No meio da tribulação da vida também, como perseguições, prisões e naufrágios S. Paulo tirou a conclusão: tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus e que, de verdade, o procuram.
Hoje, pus, mais uma vez, a confiança nos planos de Deus e sei que isso é essencial para a minha resiliência.
E então Jesus não foi o maior resiliente? Ele enfrentou a incompreensão, traição, sofrimento mas permaneceu firme ao cumprimento da sua missão que era a salvação da Humanidade.

Deste modo Jesus ensina-nos a confiar em Deus, mesmo quando enfrentamos dores muito profundas. “Pai, se é possível, afasta de mim este cálice”, apenas um desabafo na profunda dor. “Pai nas tuas mãos entrego o meu espírito...”…E “tudo estava consumado”
A oração fortalece-nos espiritualmente. Ela é a fonte poderosa da resiliência como vemos em S. Paulo aos Filipenses 4,6-7. Sem oração não é possível chegar longe porque a oração é o respirar do nosso coração, onde habita Deus. A. Coutinho