AVISO

Meus caros Leitores,

Devido ao meu Blog ter atingido a capacidade máxima de imagens, fui obrigado a criar um novo Blog.

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sábado, 15 de janeiro de 2011

Natal no Centro de Dia Nª Sª de Fátima - Viana




Os idosos e as crianças do Berço participaram numa festa de Natal onde não faltou a presença das autoridasdes e o calor de um ambiente quente e alegre pela participação de todos:utentes, trabalhadores e voluntários . Num dos momentos em que Gílio Bazenga começou o tempo dos discursos. .

NATAL DOS SEM ABRIGO - NATAL dos ORTODOXOS



Natal dos Sós e dos Sem Abrigo com a colaboração de dois voluntários do Banco de Voluntários da Câmara Municipal, e voluntários da Paróquia.
“Reflicto longamente; nas palavras e nas imagens, que são de gente conhecida das ruas de todos nós.Pater Calvus


Desse encontro de Natal acontecido na casa paroquial, vejo os momentos no corte temporal da objectiva fotográfica, com o bispo a falar com cada qual daqueles miseráveis, dos seropositivos, homens e mulheres tristes, que choram nos braços daquele sacerdote que sabe a santo e comovo-me também, mas com um toque de rábia que só a força da experiência contém.


Numa das fotografias, a senhora, que sei com problemas do foro psicológico, próxima de alguém que conheço do eu-cá-tu-lá, e que no refeitório social faz todas as refeições… por não ter lugar na larga família, de muitos irmãos e primos, quem a acolha e proteja nas suas fragilidades. É gente de antigos títulos nobiliárquicos e que mantém algumas posses, uns mais que outros, claro está. Gente até das reitorias das nossas universidades, da arquitectura de renome, entre outros que tais. E a mulher, já cinquentona, escura, magra e desmazelada, de olhos baixos e tristes, que eu vejo muitos dias da semana sentada no passeio da rua da Bandeira, à espera que o refeitório abra, está defronte do bispo que a acarinha.


Da reflexão concluo que há, de facto, coisas difíceis de engolir. A miséria assume muitas formas: a material e a outra, esta talvez mais grave.”



*O Natal dos Sós e dos Sem-abrigo foi o melhor Natal que todos os participantes puderam sentir.


D. Anacleto saíu contente com todos e teve a oportunidade de falar com cada pessoalmente.





Foi sensacional o conforto que D. Anacleto dava aos que se lhe dirigiam, de um modo particular aos carentes, alguns com lágrimas nos olhos lhe falavam.


Ao Natal dos Sós e dos Sem-abrigo associou-se também o Gílio Bazenga membro da Direccão do Centro Social e responsável pelo sector dos idosos e uma psicóloga também quis passar por lá para levar um ar da sua graça a todos os presentes.







*No dia da Sagrada Família celebraram-se anos de casados neste ano de 2010 e jubilados. Um casal "dourado" deu um bom testemunho aos mais novos.









*As crianças na Festa do Natal e nas férias da Catequese do Natal e Ano Novo foram prendadas com pequenas coisas, mas um pouco do seu agrado. Receberam a bênção personalizada do presidente da celebração as crianças que não tinham feito a primeira comunhão e andavam na catequese e a todas as outras, assim como os bebés ao colo das mães.

*A Comissão do Menino no dia da festa da Epifania apresentou contas à Comunidade, apenas quatro jovens conseguiram dar exemplo de criatividade e de serviço feito com eficácia.

*A catequese recomeçou a 8 de Janeiro, dia em que os catequistas fizeram a sua Ceia de Reis.





Quatro jovens do sexo feminino que formaram a Comissão do Menino fizeram um presépio original, onde representaram toda a vida de Cristo desde o seu nascimento até ao Calvário e Ressurreição, demarcando claramente os espaços apropriados. Um Presépio catequético. Uma das jovens é catequista.



*Os ortodoxos celebraram o Natal no dia 7, no Porto presidida pelo Exmo. Revmo. Metropo-litano D. Policarpo, arcebispo metropolitano da Espanha e Portugal exarca de patriarcado Ecuménico da Constantinopla.


No dia 8, sábado, fizeram uma celebração em Viana na Capela de S. João D‘Arga, seguido de um convívio. Na foto superior vê-se o nosso director à direita do D. Policarpo seguido do Arquimandrita Filipe(Porto), do padre Basílio(Vigo), e ao fundo o diácono Néctario(Porto).
 



Pela Comunidade

*O Natal dos Sós e dos Sem-abrigo foi o melhor Natal que todos os participantes puderam sentir.


D. Anacleto saíu contente com todos e teve a oportunidade de falar com cada pessoalmente.

Foi sensacional o conforto que D. Anacleto dava aos que se lhe dirigiam, de um modo particular aos carentes, alguns com lágrimas nos olhos lhe falavam.

Ao Natal dos Sós e dos Sem-abrigo associou-se também o Gílio Bazenga membro da Direccão do Centro Social e responsável pelo sector dos idosos e uma psicóloga também quis passar por lá para levar um ar da sua graça a todos os presentes.

*No dia da Sagrada Família celebraram-se anos de casados neste ano de 2010 e jubilados. Um casal "dourado" deu um bom testemunho aos mais novos.

*As crianças na Festa do Natal e nas férias da Catequese do Natal e Ano Novo foram prendadas com pequenas coisas, mas um pouco do seu agrado. Receberam a bênção personalizada do presidente da celebração as crianças que não tinham feito a primeira comunhão e andavam na catequese e a todas as outras, assim como os bebés ao colo das mães.

*A Comissão do Menino no dia da festa da Epifania apresentou contas à Comunidade, apenas quatro jovens conseguiram dar exemplo de criatividade e de serviço feito com eficácia.

*A catequese recomeçou a 8 de Janeiro, dia em que os catequistas fizeram a sua Ceia de Reis.





Quatro jovens do sexo feminino que formaram a Comissão do Menino fizeram um presépio original, onde representaram toda a vida de Cristo desde o seu nascimento até ao Calvário e Ressurreição, demarcando claramente os espaços apropriados. Um Presépio catequético. Uma das jovens é catequista.

Honra e Mérito

António Amadeu Correia de Matos, nascido no último dia do mês de Janeiro de 1929, quase com 82 anos. Andou na escola do Carmo, depois na escola da Igreja de S. Domingos. Fez o serviço militar. Foi funcionário dos Serviços Municipalizados. Casou aos 25 anos com Maria da Conceição Martins de Brito que lhe deu 5 filhos: A Fátima, Educadora, a viver em Lisboa; o Rui, com curso Geral do Comércio, a viver em Barcelos; o Luís Manuel Pof. de Ed. Física, Maria, Funcionária Pública, depois da EDP e a viver em Viana; a Susana Cristina mais nova 20 anos que, pela ordem seria o penúltimo na lista aqui indicada, o Luís. Todos os filhos estão casados e têm estes pais sete netos. A mais nova está aida solteira e é licenciadaem biolologia e a viver em Lisboa.




A Maria da Conceição tem 79 anos e vivem felizes às portas do Bairro do Jardim. A Conceição trabalhou na fábrica dos tapetes, onde hoje é a Somartis.

Quanto à política o António era de tendência esquerda, católico praticante, mas não com assiduidade. A esposa é católica, mas a política não é para ela. Vai votar porque é um dever.

O Amadeu Matos é ou era um cronista assíduo do “Aurora do Lima” e em 2001 para o Sport Clube Vianense, publicou um livro “”Velhas Glórias do Vianense” com o apoio da Câmara Municipal.

O seu passatempo preferido, sempre fora do horário de trabalho era o futebol. Foi jogador no Ferroviário do Entroncamento, no Famalicão e no Vianense.

É uma família feliz e este Natal foi feito na sua simples, mas bela casa e bem confortável, das antigas do Bairro do Jardim, com muita alegria e amor.

Acabei de conhecer o irmão da Armanda que trabalhava no Souto Morais e me tratou da vista por causa de um acidente. Também descobri que era irmão da regente Maria de Lurdes que foi minha professora da 3ª classe. Isto levou-me a recuar no tempo e a dizer feliz hora em que bati a esta porta. Eram 15,45 H.do Domingo em que se celebrou o Baptismo do Senhor.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Movimentos Paroquiais --- Um novo impulso à renovação da vida paroquial

Movimentos Paroquiais


Um novo impulso à renovação da vida paroquial




O elevado número de movimentos e obras numa paróquia não constitui por si só um indicador fiel da dinâmica paroquial. Certamente que a sua origem obedeceu a exigências de um maior compromisso cristão na comunidade paroquial. Mas tal atitude, quando não alimentada e renovada interior e colectivamente, com o passar do tempo e da sucessão das lideranças ou dos seus elementos, pode ter vindo a diluir-se até perder muita da sua vitalidade.


Chegados a este ponto, o efeito e a visibilidade que numa paróquia os movimentos e obras deveriam assumir revelam-se pouco eficazes ou quase nulos. Torna-se então necessária uma revitalização das dinâmicas internas para que, na vivência da espiritualidade e acção específicas dêem um contributo significativo à renovação da vida espiritual de toda a Paróquia.

Uma reflexão no seio de cada movimento que conduza a um melhor conhecimento e assunção dos princípios e acção tendo em conta a especificidade própria ( seja de carácter litúrgico, de oração, de educação da fé ou sociocaritativo) afigura-se como um passo indispensável para uma desejada renovação.

A simples inscrição ou o registo num determinado movimento não assume por si qualquer valor nem garantia de salvação. Aderir a um movimento paroquial deve traduzir, essencialmente, um compromisso interior e grupal com uma especial forma de viver a fé e de a tornar visível e comunicativa aos outros. Tal exigência impõe a cada elemento uma participação activa, na medida das suas possibilidades, na vida e dinâmica do grupo a que pertence. Para tal, a assiduidade e participação nas reuniões, o enriquecimento da reflexão e na busca de soluções para os problemas em análise, a colaboração com os responsáveis, a disponibilização para assumir funções de liderança, apresentam-se como outras tantas exigências a uma adequada renovação.

Movimentos paroquiais vivos e activos, conscientes do seu papel no todo comunitário, repercutir-se-ão, naturalmente, nos níveis de participação, intensidade e dinâmicas da vida paroquial. Celebrações litúrgicas, festividades, palestras, acções diversas, Conselho Pastoral, não se concebem sem uma presença forte e participativa dos seus elementos.



Independentemente da sua natureza específica, todo o movimento eclesial assume-se como um organismo vivo e actuante dentro de uma paróquia. Vivendo o carisma que lhe é peculiar, e manifestando assim uma forma específica e intensa de vivência da fé, estará a transmitir vida e dinamismo a todo o corpo da comunidade paroquial. Cada um a seu modo, pressupõe uma forma de adesão livre e voluntária a um serviço na igreja, uma forma especial de viver a fé, como um chamamento de Deus a uma maior exigência.

No início de mais um Novo Ano, a Comissão Permanente do Conselho Pastoral Paroquial convida todos os movimentos e obras a um esforço de renovação que contribua para reanimação ida vida paroquial como comunidade viva e testemunho de Cristo no mundo em que vivemos. Ao mesmo tempo manifesta a sua disponibilidade, nos meios ao seu alcance, para os ajudar na superação das suas dificuldades.

Para todos um Feliz Ano Novo

A Comissão Permanente do Conselho Pastoral Paroquial

domingo, 9 de janeiro de 2011

Can- Cando e Candeira em Dem- Caminha

É uma palavra Tártara que significava pedra. Daí, talvez, Leite de Vasconcelos ter como  Cando, Candeira topónimos significando lugar de pedra, penedo, rochas, pedra miúda...