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Meus caros Leitores,

Devido ao meu Blog ter atingido a capacidade máxima de imagens, fui obrigado a criar um novo Blog.

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domingo, 13 de março de 2016

Curiosidades sobre nomes e apelidos na Paróquia na década de 90 do século passado

Curiosidades

A titulo de curiosidade foi analisado um ficheiro deste jornal, onde constam, em número bastante significativo, nomes de um membro de cada agregado familiar e verificou-se o seguinte num universo de 2542 famílias.

Sobrenomes mais conhecidos: 1º lugar com 205 (8%) estão os Silvas; 2º com 194 (7,6%)  os Gonçalves; 3º com 192 (7,5%) os Rodrigues; 4º com 161 (6,3%) os Sá; 5º com 148 (5,8%) os Martins; 6º com 138 (5,4%) os Pereira; 7º com 136 (5,3%) os Fernandes; 8º com 104 (4,1%)\ Os Ferreira; 9º com 103 (4%) os Lima; 10º com 99 (3,9%) os Sousa; 11º com 92 (3,6%) os Costa; 12º com 91 (3,5%) os Passos; 13º com 86 (3,4%) os Alves; 14º com 83 (3,3%) os Correia; 15º com 77 (3%) os Oliveira; 16º com 72 (2,8%) os Carvalho; 17º com 69 (2,7%) os Araújo; 18º com 67 (2,6%)os Cunha; 19º com 65 ( 2,5%) os Viana; 20 com 63 (2,4%) os Ribeiro; 21º com 58 (2,3%) os Lopes; 22º com 57 ( 2,2 %)os Santos e gomes; 23º com 50 (2%) os Rocha; 24º com 48 (1,9%) os Matos e Pinto; 25º com 44 (1,7%) os Moreira; 26º com 42 (1,6%) os Vieira; 27º com 40 (1,5%) os Barbosa e Castro: 28º com 39 (1,5%) os Amorim; 29º com 38 (1,5%) os Barros; 30º com 35 (1,4%) os Cruz e Ramos; 31º com 34 (1,3%) os Marques; 32º com 31(1,2%) os Almeida, Machado e Pires; 33º com 30 (1,2%) os Azevedo; 34º com 28 (1,1%) os Miranda; 35º com 26 (1%) os Carvalhido; 36º com 24 ( 0,9%) os Monteiro; 37º com 23 (0,9%) os Jesus; 38º com 22 (0.8%) os Cambão, Cardosos, Esteves, Faria, Brito e Baptista; 39º com 20 (0,8%) os Morais, Felgueiras e Magalhães; 40º com 19 (0,7%) os Novo; 41º com 18 (0,7%) os Cerqueira, Teixeira e Pinheiro; 42º com 17 (0,6%) os Abreu; 43º com 16 (0,6%) os Freitas; 44º com 15 (0,6%)
 os Franco e Meira; 45º com 14(0,5%) os Balinha, Arezes e Carneiros; 46º com 13 (0,5%) os Neves; 47º com 12 (0,5%) os Reis e Mendes; 48º com 10 (0,4%) os Bastos, Coelho, Duarte, Malheiro e Valença; 49º com 9 (0,4%) os Cabanelas, Fiúza, Brandão e Nogueira; 50º com 8 (0, 3%) os Campainha; 51º com 7 (0,3%) os Torres, Pinto e Mota; 52º com 6 (0, 2%) os Leite, Valente, Maduro e Coutinho; 53º com 5 (0,2%) os Arieira, Sobreiros, Gaivoto, Tavares e Moura; 54º com 3 (0,1%) Os Palma, Vasconcelos e Amado, os Fonseca; e por fim com 58º  com 1 (0,4%) os Espregueira. 



 

Em relação ao lugare da Abelheira verifiquei e organizei os nomes mais antigos e conhecidos (num universo de 70 famílias) desse lugare com ordem seguinte.

1 º lugar com 22 (31.3%) os Cambão; 2º com 14 (20%) os Arezes e Balinha; 3º com 9 (13%) os Cabanelas; 4º com 6 ( 8,6%) os Maduro e em 5º com 5 (7,1%) os Gaivoto.

Prenomes mais usuais: em 1º com 333(13%) Maria, 2º com 305 (12%) Manuel; 3º com 218 (8,6%)  o José; 4º com 151 ( 6%) João; 5º com 115 (4,5%) António; 6 com 102 (4%) Carlos;7 com 88 (3,5%) Fernando; 8º com 60 (2,4%) Joaquim; 9º com 58 (2,3%) Alberto; 10º com 52 (2%) Afonso; 11º com 45 (1,8%) Rosa; 12º com 43 (1, 7%) Conceição; 13º com 42 (1,6%) Jorge; 14º com 40 ( 1,6%) Augusto; 15º com 39 (1,5%) Francisco; 16º com 35 (1,4%) Rui; 17º com 34 (1,3%) Domingos; 18º com 31 (1,2%) Ana e Armando; 19º com 21 ( 0,8%) Pedro; 20º com 19 (0,7%) Miguel; 21º com 18 (0,7%) Carmo; 22º com 9 ( 0,4%) Fátima e Artur e por fim 23º com 6 (0,2%) Luísa.

A titulo de informação, gostaria de mencionar que a contagem de nomes nesta análise tanto foi utilizado o sobrenome proveniente da Mãe com o do pai; assim como nos prenomes o primeiro e o segundo nomes.
Fátima Cambão
in Paróquia Nova
 

 

Como se chama? O Santo do seu nome

Como se chama?

             O Santo do seu nome 
Não há nada no mundo que nos pertença mais do que o nome que possuímos. Tudo o resto passa, tudo se modifica, a beleza, cargos, situações, empregos, casas, amores, dinheiro, etc… Diz a ditado popular: “troca-me a porta, mas não me troques o nome”.
Quando deixamos de existir é apenas o nosso nome que fica gravado.
Mas afinal, o que é o nome? O nome é a palavra com que se designam, no caso, as pessoas; é a identidade de cada um de nós. O nome tira as pessoas e as coisas do anonimato(Gr1).
O nome é constituído por um prenome e o sobrenome. O prenome será então, o nome particular com que se distingue cada um dos membros da mesma família o nome de baptismo. No caso do sobrenome ou patronímicos serão os nomes dos pais é o nome que designa uma filiação ou uma linhagem de sangue ou de adopção.





O sobrenome, em Portugal, é normalmente composto pelos nomes da mãe e por o do pai (exemplo nome da mãe Maria José de Sá e o pai João Rodrigues; o filho, naturalmente irá adoptar os dois sobrenomes “Sá” e “Rodrigues”, ficando por exemplo António de Sá Rodrigues).
A onomástica é uma ciência bonita através da qual se estuda a etimologia (origem e formação), a transformação e a classificação dos nomes próprios.
O nome engloba todas as características de uma pessoa, desde a altura em que tem a ver com esse mistério único e singular que é cada criatura. Por isso, no povo de Israel o nome era dado por Deus e era como dar a alguém a vida, colocando a pessoa diante de uma vocação predestinada logo de inicio. A nossa origem está no coração de Deus. Só subsistem os projectos que estão no coração de Deus.
Na mentalidade antiga, o nome de um ser não só o designa como também determina a sua missão. Por exemplo, Emenuel” significa Deus connosco. Foi isso mesmo que Deus quis ao revelar-se e ao dar-se a conhecer, entregando-se ao seu povo. Uma mudança de nome indica uma mudança de destino. (Gn 17.5). Está aqui a explicação da mudança de nome de algumas pessoas quando se dedicam a outro tipo de vida que escolhem por vocação algum dia. A dádiva e o recolhimento a algumas Ordens Religiosas e, até mesmo, o nome do Papa.
Mas. Embora pareça um pouco incrível, o nome tal como hoje se usa, isto é, o nome próprio ou de baptismo ou prenome, acrescido do sobrenome ou patronímico ou nome de família só se usa desde há quatro séculos. 
Os romanos usavam o mesmo nome para designar um conjunto pessoas (o gens) com um antepassado varão comum, o que é exactamente uma família.
Até há quatro séculos apenas se usavam um nome a que, por vezes se acrescentava um qualificativo geográfico, social, profissional ou simplesmente físico – como Braga, Velho; carpinteiro, ruivo, etc… A partir do Séc. XVI os sobrenomes passaram a ter transmissão hereditária para o qual se buscava um nome próprio para a celebração do baptismo, entre os nomes de Santos e mártires. Nos dois últimos séculos, depois da Revolução Francesa, assistiu-se a uma maior abertura na escolha de prenomes, até porque muitas pessoas não eram baptizadas.
Com a independência de Portugal e o desenvolvimento da cultura, às Três grandes fontes tradicionais da ciência dos nomes onomástica – (Latina Visigótico e até mesmo a Itália para além de outras modas de proveniência castelhana ou inglesa.
Actualmente, os meios de comunicação de massa, o prestígio de cartas figuras públicas, da política ou das artes, são factores que contribuem poderosamente para a geração de modas.
Assim, os nomes vão obedecendo a essas ditas modas e, mais do que isso, a ciclos, a épocas para, depois mais tarde, entrarem no perfeito desuso. Muitos ficam pelo caminho desaparecem, mas surge outros nunca antes vistos. Apesar de tudo, ainda hoje os nomes de mais larga difusão entre nós continuam a ser os de origem latina(António, Augusto) germânica (Afonso, Luís)ou hebraica (João, José Ana Maria), nomes que têm atrás de si séculos que lhes permite resistirem com vantagem às mais ou menos passageiras “epidemias”.
Podem dizer que a escolha de um nome para um filho é um grande acto de amor. O nome que vai ter é a roupa com que o individuo entra na sociedade, que tanto poderá parecer pronto a vestir, como alta costura.
Nomes estrangeiros são por vezes bonitos. Mas, veja por exemplo Willian Silva, Soraia Rodrigues, Jéssica Sousa…
Muitas vezes, os pais desejam prestar homenagem a algum familiar na selecção do nome para o filho ou a um personagem célebre da História de algum romance ou filme que os sensibilizou. Contudo, ao fazê-lo, devem ser criteriosos, pois esse nome vai servir não para um futuro imediato, mas para toda uma vida. A moda passa, entra em desuso. Não carregue, nem castigue o seu filho com este tipo de nomes.
Uso os nossos, os portugueses mais tradicionais porque esses pelo menos são algo que nos identifica à nossa terra, à nossa cultura, às nossas gentes e com toda a certeza irão persistir np tempo…
Em relação aos nomes, ainda podemos caracterizá-los e ver neles certas curiosidades engraçadas: há nomes que são utilizados tanto como prenome como sobrenomes Exemplo Afonso, Rodrigues ou Rosa Maria Afonso, utilizam-se certos nomes para servir de alcunha alterando-lhes por exemplo, a grafia José passa a Ze, António passa a Tone (maneira mais fácil de chamar as pessoas), ou então o Zé da Horta, a Maria da Meadela, o “Jon” da Maria (classificação dada por certas particularidades), etc… assim como usar o diminutivo, adoçando a maneira como nos dirigimos a essas pessoas, ex o Toninho, o Joãozinho, etc… Para além disto certas pessoas tomam-se famosas e populares pelos seus actos e feitos, conseguindo e recebendo dos outros a honra de ter certas ruas e caminhos com o seu próprio nome(apenas conhecido na zona – Vulgo sem que constem em mapas camarárias e outros documentos legais de atribuição de nomes às ruas (ex caminha da Fortunata, Quelha dos Arezes, etc) . Podemos verificar ainda outras curiosidades como a existência de nomes que em Portugal têm uma composição com outros que é infinita (Ex João, Maria, José…)a tanto podem ser utilizados como primeiro ou como segundo nome (Maria João- José Maria, José Pedro- Pedro José….).
Verifiquemos ainda outra particularidade que é a existência de nomes característicos e quase específicos de certas regiões, para além da abundância de pessoas com os apelidos Silva e Santos, geralmente presentes em toda a área nacional e em percentagens praticamente iguais. Permitam me mesmo dizer que estamos num pais de Silvas e Santos…
Fátima Cambão
in Paróquia Nova

O Ano Santo da Misericórdia

O Ano Santo da Misericórdia trouxe a Viana em peregrinação cerca de 400 Melgacenses que passando a Porta Santa depois de uma celebração penitêncial presidida pelo Padre João Paulo, arcipreste de Melgaço, na Igreja da Sagrada Família receberam a indulegência plenária do ano jubilar. 
Foi uma celebração que, naturalmente, já estava preparada nas paróquias do arciprestado e os fiéis com os seus párocos vieram em seis camionetes e carros particulares, à Catedral concelebrar e comungar num só Espirito a Misericórdia de Deus e dos homens.
Um bom testemunho cristão das gentes de Melgaço, da terra da senhora da peneda, do Presunto e do Albarinho.





























PASSEIO DA CATEQUESE em 1960



 Está planeado para o dia 19 de Julho.
A hora da partida é às 8 horas e meia, com as camionetas a carregar na Matriz, na Abelheira e nas Car­melitas. (a)

Conforme foi determinado, antes de começar o ano catequístico, só têm direito ao passeio os meninos que não deram mais de 6 faltas desde o 1.° Domingo de Outubro aié 30 de Junho, e que já têm a 1Comunhão. Por causa das festas extraordi­nárias em honra de Nossa Senhora de Fátima, foi dada a tolerância de mais uma falta. Segue-se a lista das crianças apresentadas por suas Catequistas, com excepção de duas, que não estão cá.

Pessoas adultas das famílias das crianças (excluindo, portanto, irmãos ou outros parentes que freqüentem a Catequese) podem acompanha-las. contanto que paguem 20$00. Pede-se aos Amigos da Catequese e Educa­dores o seu auxílio.

Quem almoçar antes das 8 horas poderá comungar na Missa que será celebrada no termo do passeio.
 
 
Idalina Carneiro, Rosalina Carneiro, José Antônio Freire, Ana Maria Moreno, Júlia Lages Torres, Maria do Carmo Pinho, Teresa Marques Oliveira, Justina Ralha, Maria da C. Ribeiro, Rosa Maria Moreira, Teresa Guiomar Fernandes, Diônia da Ponte, Maria Campainha Maria Isabel Rocha, Lúcia de Jesus P. Oliveira, Maria Filomena Magalhães Maria José Martins, Maria da Piedade Veiga, Amélia Carvalhido, Maria da Liberdade G. Freitas, Noémia Miranda, Rosa Maria Rocha, Maria Luisa Azevedo, Maria José Oliveira, Luciana J. Pereira, Maria Puga, Maria das Dores Pinto, Maria Filomena Dantas, Maria Helena Pinto, Maria José Torres, Lina Ribeiro, João Rodrigues Barros. Maria de Fátima ; Sá, Teresa Manuela Pinto, José Silva Almeida, José Alberto Natividade, José Manuel Lima j Gonçalves, Armando Rodrigues Bandeira, Fer­nando Esteves Pereira, Rui Alberto Machado, Fernando José Parente de Sousa, Carlos Ma­nuel Antunes Alves, Maria de Fátima Rodrigues Monteverde, Beatriz da Cruz Forte, Maria Ester Morais Correia, Laura Maria Malheiro da Balinha, Manuel Guilherme Parente de Sousa, Maria Ernestina Soares Rodrigues, Margarida Maria

Antunes Alves. Ana Maria Malheiro Balmha, Maria cia Conceição Parente de Sousa, Olinda Maria Esteves Barreto, Carlos Alberto Rodri­gues, Jorge Manuel Lima Martins, Antônio Manuel Nascimento Parente, José Moreno de Sousa, José Manuel Cardona, Luís Castelo Branco, Victor Manuel F. Novo, Victor Melo, João Manuel Rodrigues, Manuel Ribeiro Lima, Antônio Castro Marinho, João M. Alpuim, João Manuel Coutinho, Antônio Coutinho, José Honório Novo, Fernando Barbosa, Mário Alberto Freixo, João Manuel Valença, Manuel Simões Correia, Paulo Machado, José Jaime Valença, Francisco Fernandes, Teresa Coulinho, Carlos Arrais de Castro, Alvaro Arrais de Castro, An­tônio Antunes Ferreira, Manuel Vilas Boas, Miguel Angela Manhado, Armando Martins Amaro, Manuel Duarte Araújo Miranda, Ave­lino Lopes Miranda, João Gonçalves Traila, Ba- sílio Gonçalves, Antônio Lopes Cambão, João Alves de Passos, Manuel Fernandes Marques, Antônio Domingos Palma Cambão, Domingos Soares Correia, Antônio de Passos Viana, João Soares Martins Correia, Manuel Correia Carva­lhido, Manuel Correia Viana, Manuel Lopes Cambão, Carlos Alberto Vieitas Carvalhido, José Martins Afonso Maduro, José Antônio Rodrigues Enes do Outeiro, Manuel José Fer­nandes da Cruz Abreu, João Luís Correia Car­valhido, Manuel Lopes da Balinha, José Freixo Rodrigues Afonso, José Antônio Rodrigues Cambão, José Luís Rodrigues Cambão, José Gonçalves Carvalhido, Luís Gonzaga Gonçal­ves Carvalhido, José de Passos Sousa Pereira, Manuel Freixo Rodrigues Afonso, João Luís Oliveira Cambão, Carlos Alberto Oliveira Cambão, João Rodrigues Enes do Outeiro, João de Passos Cambão, João da Silva, Manuel de Passos Traila, João Manuel de Passos Campainha, Amadeu da Conceição Rodrigues Cambão, Antônio Lopes Malheiro, Fernando Fernandes Marques, Manuel Correia Puga, Antônio Lopes da Balinha, João Baptista Gon­çalves Carvalhido,  Joaquina Rodrigues Enes do  Outeiro, Maria Madalena Gonçalves Carva­lhido, Maria de Fátima Pereira da Silva, Maria da Agonia Campainha, Maria Angelina C.ambão, Teresa das Dores C. R., Teresa da Silva Passos Viana, Maria Manuela Martins Caba- nelas, Aida de Jesus Marques, Maria Elisabete Lopes Miranda, Maria Cândida Viana da Silva, Maria de Fátima Correia Puga, Alda Maria Pa­rente Azevedo, Maria de Lurdes Martins Ba­linha, Rosa Maria Rodrigues Cambão, Maria das Dores Viana Ramos, Maria das Dores Marques, Maria da Silva Lopes, Rosa Viana da Silva, Maria da Conceição Teixeira, Filomena Parente Lopes, Fernauda Maria de Passos Cam­painha, Maria do Carmo Martins da Silva, Te­resa Malheiro da Cunha, Maria Fernanda Vieitas Carvalhido, Maria do Carmo Martins Arezes, José Viana da Silva, Maria Eduarda da Costa Lima, Helena Malheiro, Maria de

Passos Martins Arezes, Ana Maria Martins Cabanelas, José de Jesus Pereira, Antônio de Jesus da Costa Machado, Antônio Rozendo de Sá, Antônio Vieira Pereira Falcão, Francisco José Saraiva de Amaral, Carlos Antônio da Conceição Costa Carlos Alberto Saraiva de Amaral, Carlos Gomes Passos Pereira, Ar- mindo Miguel Pinheiro Moura, Antônio Ro­drigues Pereira, João Manuel Freitas Pereira da Silva, Antônio Rodrigues Lima, Fernando Car- valhosa Lima, Frederico Joaquim V Baptista, José Antônio Rocha Rodrigues, Manuel José Almeida Faria, Octávio José Geraz Caldas, Francisco Sá e Silva, Valentina Azevedo Pe­reira, Maria de Fátima Lopes Correia, Ana Ma­ria Lopes Correia, Rosalina Maria Araújo, Ma­ria das Dores Alves Franco, Maria das Dores Puga, Maria Olívia Vidal Gonçalves, Maria do Carmo Rocha, Cristina da Silva Amorim, Maria Odete Monteiro, Maria Jacinia da Cruz Aze­vedo, Amélia Gomes Monteiro, Florínda Gon­çalves, Maria de Lourdes da Silva Gorreia, Rosa da Silva Correia, Isabel Abreu de Passos, Maria Catarina da Silva Cavaleiro, Armanda Cerqueira Nogueira, Lucinda Fernandes de Lima, Maria Sofia Urbano, Helena Santos Mota, Maria Helena Amorim Almeida, Maria Filo- mena Lopes Correia, Maria Edith de Araújo Lima, Maria da Graça Alves Gonçalves, Maria Goreth Carvalho Puga, Maria da Graça Car­valho Puga, Maria da Conceição Pereira Novo, Teresa de Jesus Sá Urbano, Maria de Fátima Pereira, Maria das Dores Sousa Lima, Rosa Maria de Araújo, Elisa Santos Mota, Maria de Fátima Magalhães Viegas, Rosa Maria Gomes Monteiro, Rosa Abreu Antunes Marinho, Maria Garolina Martins dos Santos, Maria de Fá­tima Maciel Talira, Maria José Resende Car­doso, Maria das Dores Pires Afonso, Maria de Lourdes Martins, Maria Olímpia Sousa Pinto, Maria Elisa Teixeira Alves da Cruz, Marília da Conceição Teixeira Alves da Cruz, Mário Baptista Mesquita Alves Franco, Fernando Gonçalves Moreira, Casimiro José da Cunha Puga, João Casimiro da Cunha Puga, João Carlos Rodrigues Cambão, José Antônio Abreu Antunes Marinho, Mário Baptista Bezerra, Armando Mário Pimenta, Manuel Gomes Monteiro, Rogério Correia Martins, Benjamim Cor­reia Martins, Antônio Martins Lemos, Domingos Pereira Felgueira, Antônio de Azevedo Pe­reira, José Luis Alves, Armando da Costa Guerreiro, Antônio André de Sousa Cer­queira, Joaquim da Silva Correira, Domingos  Gonçalves Puga, Rosa Maria Gil de Carvalho, Zita Maria Gil de. Carvalho, Maria de Fátima Correia Matos, Maria Rita Alonso, Maria Do- rinda Gonçalves, Rosa Maria Maciel, Maria Manuela C. Faria, Maria Estrela Barbosa, Inés Parente Amaro. Maria Cristina de Sousa, Filomena da Conceição Lima, Alda Parente Viana, Maria Albertina Lenha, Maria Antunes Cerquinha, Maria José da Rocha, Maria Dolores Salgueiro, Maria José Alpoim, Maria da Ago­nia Meira. Maria Teresa Arantes Silva, Maria Eduarda Quintino de Melo, Etelvina da Con­ceição, Maria Margarida Coelho, Maria Luisa T. Ribeiro Cardona, Alda Maria Parente Amaro, Raúl Amorim de Barros, Leandro Parente Amaro, Maria Armanda Lima Silva, Maria Ma­dalena Vilas, Maria de Lourdes Paço.

in "Família Paroquial de Santa maria Maior", Junho/Julho de 1960.

(a) Esta igreja das Carmelitas corrrespondia aonde hoje é a Igreja paroquial de Nª Sª de Fátima, antiga igreja do Convento do primeiro Carmelo de Viana do Castelo.

sábado, 12 de março de 2016

Lagareta da Moura



Tarde abrasadora de um dia de Verão.

Para chegar à "Lagareta da Moura"
 
havia que devastar e abrir caminho
 
, mas a Lagareta da Moura de Arga de
 
 S. João ficou por descobrir.
 
 
 
 
Foi grande o medo das serpentes ou
 
 de outros bichinhos, mas com este
 
 dois jovens tentamos: o João Manuel
 
 Pinto e o António da Boucinha que já
 
 faleceu...
 
O que o António tinha na mão era um
 
 rádio, único meio de estar em
 
 contacto com o resto do mundo...
 
 Hoje, não
 
 sei se é fácil chegar lá, mas o
 
topónimo inspira antiguidade...
 
Isto aconteceu por 1975!

terça-feira, 8 de março de 2016

Padre António Carneiro


Faleceu no dia 2 de Maio na nossa Paróquia, em que viveu a maior parte da sua vida — vida dum Santo — Apóstolo do Coração de Jesus em Viana do Castelo. O seu coração ardente pegava o fogo do amor de Deus em todos os que dele se acercavam.
Manteve-se lúcido até aos últimos momentos e recebeu todos os Sacramentos da Santa Igreja com plena consciência do seu uso e fim. A sua alma subiu ao Céu e o seu corpo foi sepultado piedosamente no cemitério da Meadela.
Registamos os dizeres eloquentes da pagela-memória da sua morte:
*Passou pela ditosa cidade de Viana espalhando o bem. A sua vida foi exemplo de humildade e zelo apostólico. Eia alegre como todos os santos e, com a sua natural simpli¬cidade e candura, prendia todos quantos dele se acercavam. Nunca cuidou de honras e riquezas. Pela sua actividade apostólica, pela sua humildade sem disfarce, pela sua fé inquebrantável e pela sua ardente caridade para com todos, especialmente para com os doentes, e era verdadeiramente uma alma irmã do «santinho» Doutor Cruz, que tanto admirava. Duma maneira muito própria e original, linha o con¬dão que só os santos possuem de quebrar os corações dos pecadores mais empedernidos.
O seu grito de alma era sempre: — «Tudo por Vós, Sagrado Coração de Jesus I»
 
 
 
 
Duas afirmações feitas por ocasião do seu jubileu sacerdotal e de Capelão do Templo- monumento de Santa Luzia dão-nos o seu perfil: — «O Padre Carneiro não pensa somente em arrecadar esmolas para o templo material. Ele pensa sobretudo na formação de templos espirituais, isto é, em conquistar almas que amem apaixonadamente o amantíssimo Cora¬ção de Jesus» — Cónego Borlido —e — «Tal é a grande lição que, com o seu exemplo silencioso, o querido Pe. Carneiro nos dá. De facto, o bem não costuma fazer ba¬rulho e o barulho não costuma fazer bem» — Dr. A. Veloso, S. J.» onde mãos amigas, delicadas e generosas pousaram. Não me permite a sua hu¬mildade que as apresente bem alto, como merecem. Deus as recompense, e a San¬tíssima Virgem! E que o seu exemplo seja imitado!
 
 



 
 
N. B. -A Basílica no alto do monte de Santa Luzia foi principiada em 1903, por iniciativa do padre António Martins Carneiro, com projeto do arquiteto Miguel Ventura Terra.
A última etapa da sua construção, sob a direção do arquiteto Miguel Nogueira Júnior a partir de 1925, é considerada como inspirada na Basílica de Sacré Cœur, em Paris. Os trabalhos de cantaria em granito são de responsabilidade do mestre canteiro, Emídio Pereira Lima.
Aberto ao culto em 1926, os trabalhos estenderam-se até 1943.
O padre Martins Capela relatou que o monumento ao Sagrado Coração de Jesus foi inaugurado em 1895, no Monte de Santa Luzia.