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segunda-feira, 16 de julho de 2012

O reino de Deus não se compra, mas é uma luta constante pela perfeição

A luta para se alcançar o Reino de Deus

Todos os seres humanos, queira­mos ou não, anseiam por uma vida mais pacífica e suave, sem intrigas, maldades, injustiças, guerras, etc. Quando todos chegarmos a uma vida benfazeja, entraremos todos no reino de Deus. Para alcançar­mos a graça que insistentemente LHE pedimos, temos de cumprir os santos mandamentos, vencer as tentações maldosas e infernais. Pôr em prática a lei do amor e da moralidade para viver em con­formidade com o Reino de Deus. Todos temos de ser catequistas, conseguir transformar a vida de muitos cidadãos, para obter a paz nas almas, nas famílias e no mundo. Pôr em prática a men­sagem de amor e misericórdia de Nossa Senhora.
O indiferentismo pela doutrina cristã é o grande causador da pobreza e de muitas guerras. Ainda hoje, como nos tempos de Cristo, muitas palavras do evangelho cho­cam muitas pessoas, porque não querem acreditar que há um Deus no mundo. A crise que nos atropela lançou-nos num abismo; parece que não temos alma. Como atalhar a pandemia de um corpo social tão desequilibrado? Muitos, quanto mais ganham, mais desperdiçam. Se todos pensássemos em poupar e não esbanjar em gastos de bens fácil gerir o nosso país. O espírito egoísta e ganancioso cada vez alas­tra mais. Ao contrário do ágape, é o amor que construiu as pessoas. Temos de sair do nosso Eu, quando nos afasta dos nossos irmãos. Há que resolver a estrutura presente e perspectivar o futuro. Cristo tratou os humanos como uma irmandade, em que não haja ódios, malqueren­ças, imoralidades, invejas, egoísmo; predisposta a praticar virtudes, a trabalhar, a bem-fazer. Todos os seres humanos, se bem educados, podem ser bons. Na estrutura geral da realidade, podem auxiliar-se mutuamente e orientar a sua coope­ração.
A nossa missão é pregar a Boa Nova. Deus está ao lado das pes­soas. A nossa sociedade padece de uma série de males que nos abalam o coração e a mente. O primado da dignidade da pessoa humana nem sempre é respeitado pelas entida­des responsáveis. O ambiente social não proporciona a formação das pessoas para a caridade, a fraterni­dade, o bem-fazer, etc. A educação religiosa desde a infância promove as boas relações de uns com os outros; prepará-los-á para uma vida de acção e de contemplação; a prá­tica do bem, a humildade, a justiça, afastam-os da cobardia, do orgulho, dos maus pensamentos, ensinam-os à pratica do bem, a suportar os maus sofrimentos que nos atropelam, a


aprender as grandes faculdades da alma, o conhecimento e a bondade, a sermos arautos do Evangelho. É o grande benefício de cada um dos alunos. A afastar as necessidades dos outros, condoer-se pelos seus sofrimentos. Devido à sua espiritua­lidade, a alma é capaz de fazer todas as coisas boas para nosso bem. O espírito age nos indivíduos, não apenas como força moral, mas tam­bém como virtude santificadora. É um correlativo da matéria A nossa mente e a nossa alma têm de res­ponder ao espírito do bem-fazer. Isto requer uma meditação sobre as verdades do evangelho, para nos convencermos de que só a sua prá­tica poderá um dia salvar a humani­dade das maldades e desgraças com que ela se debate. Todos os seres humanos vindouros têm de ser pre­parados desde crianças para vive­rem uma vida espiritual, amorosa, pacífica e benfazeja, para entrar no Reino de Deus. Para nosso bem, lá chegará o dia em que escutaremos a palavra de Deus e a viveremos satisfatoriamente. Se queremos um dia sermos todos felizes, vermo-nos livres dos malefícios da guerras e da pobreza, não temos outro remédio do que sermos bondosos e benfaze- jos, de lutarmos pela instalação na terra do Reino de Deus.  In Missões Franciscanas Julho 2012 de Mário Carapinha, OFM



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