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Meus caros Leitores,

Devido ao meu Blog ter atingido a capacidade máxima de imagens, fui obrigado a criar um novo Blog.

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quarta-feira, 2 de maio de 2018

POR QUÊ? VER PARTIR AMIGOS… O SENTIDO DA VIDA


POR QUÊ? VER PARTIR AMIGOS…
O SENTIDO DA VIDA


Os primeiros homens intuíram sempre um sentimento de religiosidade e, assim para eles, a natureza e seus entes eram coisas sagradas. Deste modo o Sol, a Terra, a Água, o Fogo, O Ar, etc… Foram para todos os seus deuses e a multiplicação na era pagã de deuses produzidos pela mitologia e pela arte. A pouco e pouco foram aparecendo outros mitos como o aparecimento dos belzebus, dos fantasmas e lobisomens criados pelos próprios humanos.
Gerações e gerações, séculos e séculos passaram que, de ligados à natureza e a tais misticismos, foram descobrindo a existência de algo transcendente e único, necessário e inatingível que seria o criador de tudo, como todo-poderoso que por vontade própria, tudo criou incluindo o Homem, a Mulher, isto é, toda a humanidade à sua semelhança e todas as coisas.
Nesta altura surge o monoteísmo com uma essência espiritual, fruto d’Este Deus criador que fez tudo porque ama e está acima de qualquer lógica de ritos, crenças e dogmas que mais tarde os homens constituíram nas religiões criadas pelos próprios. Por isso mesmo, os sentimentos de religiosidade aparecem fora de qualquer religião em particular. Imprescindível é que o ser humano reconheça este pormenor da Vontade Divina, para então conseguir perceber qual é o real objectivo da vida e como alcançá-lo.
Hoje, e já entrados quase nos primeiros 20 anos do século XXI, todos percebem que a religiosidade lhes é inerente. No entanto preferem fugir às regras, aos compromissos onde em qualquer sociedade organizada tem de haver. Aparecem  regras para a condução em sociedade ou comunidade e, mesmo assim,  acabaram por emergir em conflitos íntimos de incoerências que inquietaram muitos, fazendo perderam força e coragem para avançar em frente e assumirem compromissos estáveis e duradouros na vida. Igualmente acontece hoje. Também é fruto da cultura do descartável. E não há vida com sentido, se não há objectivos, planos e regras.
A vida não pode ser somente um curto intervalo entre o nascimento, o crescimento e a morte (a passagem). Há que pesquisar e aprofundar com sinceridade e seriedade o propósito da Vontade Criadora de Deus. Um objecto fruto de Amor, mesmo dentro da lógica natural das coisas, na vida não há lacunas, tudo é simples e coerente, impulsionado por um constante progresso e evolução do espírito da Criação.
Há que nos libertarmos de superficialidades e não sermos escravos delas. Muitos se apegam à conquista e conservação do poder terreno, fazendo dos outros, escravos a seu bel-prazer ou de domínio. Mas, o poder terreno deveria ser utilizado exclusivamente para o bem, para melhorar este mundo, que é sempre um poder passageiro, que, no além, não significa nada, tenha sido um simples ser humano, papa, bispo, sacerdote, rei ou governante, magistrado ou um simples camponês,… um vago. Ocupe o lugar que ocupar, terá de arcar com cada uma das consequências dos seus actos que serão tanto mais graves quanto maior for o seu poder que lhe vem de dons concedidos.
Quando parece que perdemos o “norte”, há que parar e perguntar a nós mesmos: Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? É preciso saber profundamente quem sou, de onde vim para melhor fazer o caminho do futuro. Quem assim fizer não se perde, mas reencontra-se e descobre esse absoluto e poder divino. Descobre o verdadeiro e grande sentido para a vida.
Caso contrário tudo o que fizermos sem ter em conta a nossa origem, caímos em banalidades artificiais e bonitas, mas que nos conduzem ao vazio duma superficialidade que não interessa e nos conduz a decepções e ao abismo depressa.
 Jesus designou a vinda do Filho do Homem como a última possibilidade de salvação.
O Homem quando cai em banalidades depressa chega ao lixo, à grosseria. Nada lhe adiantará ter carro para andar e atingir o que quer. Nem ter às mãos umas “canadianas” para andar, se não quiser fazer caminho.
Se quiser alcançar o céu, não basta olhar para ele, mas ter fé, esperança e caridade, não isoladamente, mas caminhando de mãos dadas com os outros a fazer o bem, somente deste modo lhe será possível reconhecer a Criação e onde se encontra, bem como as leis que a regem, segundo a Vontade do Criador.
Para mim o cristianismo interpreta o sentido da vida porque tem uma visão de mundo que nos ajuda a interpretar esse problema da existência da vida. Explica as questões mais profundas da humanidade, o cristianismo está ao lado dos mais fracos e dos mais explorados da nossa existência: “a vida após a morte, a origem do universo, a existência e o carácter de Deus, o conflito universal entre o bem e o mal.”
É um mistério que está e participa o nosso Deus na pessoa do seu filho Jesus. Como é mistério, ficamos sempre interrogativos. Por quê aconteceu isto e aquilo comigo, com aquele. Por quê àquele? Será um beco sem saída? Mas o mais importante é seguir o Cristo que morreu na cruz e ressuscitou para mostrar a verdade das suas palavras e dos seus gestos nos últimos anos da sua vida.
S. Paulo expressa a nossa vida, pondo-a em comparação com os atletas na 1ª Carta aos  Coríntios 9. 24–27:
“Vós não sabeis que dentre todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prémio? Corram de tal modo que alcancem o prémio. Todos os que competem nos jogos se submetem a um treinamento rigoroso, para obter uma coroa que logo perece; mas nós o fazemos para ganhar uma coroa que dura para sempre. Sendo assim, não corro como quem corre sem alvo, e não luto como quem empurra o ar. Mas empurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado.” Isto é, o que importa é que corram todos com coragem e vontade de chegar à meta, mas os que vêm atrás, desde que não desistam e cheguem à meta, encontraram o verdadeiro sentido da vida.
Faz sentido. É consistente. Se colocados à prova, dá relevância às buscas mais vitais nas quais nos envolvemos. Não tenhais medo. Não tenhais medo das ciências ou das filosofias.
As grandes religiões procuram dar uma resposta sobre o sentido da vida, mas para mim, como cristão penso ser verosímil tudo o que aprendi nesta fé que professo.
Assim aconteceu já com os judeus, O judaísmo é a religião do povo de Israel, e constituiu a mais antiga religião monoteísta. Foram os judeus, aliás, que deram origem ao monoteísmo, à crença num único Deus. A origem do judaísmo encontra-se na aliança de Deus com o patriarca Abraão, com Moisés e, por via destes, com todo povo judeu. Foi esta aliança que fez dos judeus o povo eleito.

O islamismo é uma religião fundada por Maomé, que viveu na transição do século VI para o século VII. O islamismo é uma religião teísta, cujas raízes se estendem até Abraão

          O budismo teve origem nos ensinamentos de Siddhartha Gautama, que viveu entre o séc.V e VI a. C. O budismo é uma das principais religiões não teístas hoje existentes que me custa entender que o Amor e a Perfeição estão só na dor.

O hinduísmo é a principal religião da Índia e nasceu um milénio antes de Cristo. É uma religião politeísta: crê na existência de um Deus supremo, Brahma, e também numa variedade de outras divindades maiores e menores. Brahma, o Criador, é um Deus impessoal que, em conjunto com a Xiva, o Destruidor, e o Vixnu, o Preservador, formam uma trindade de deuses. Estes deuses garantem a ordem do mundo, a renovação e a destruição de tudo o que existe. Dá a impressão que há 3 deuses em luta e quem vence é ao Xiva, podendo destruir tudo.

O sentido da vida, pode ser descoberto pela religião e pelas filosofias e, por isso, há opiniões várias sobre o sentido da vida podem por si próprias se distinguir de pessoa para pessoa, bem como também podem variar no decorrer da vida de cada um. Não existe consenso sobre este assunto, mas há filósofos que pensam que a vida só pode ter sentido se a concepção teísta do mundo for verdadeira. Só Deus poderia dar sentido à vida porque os seres humanos, sendo o resultado de um acto de amor criador e intencional, não seriam apenas um acontecimento acidental da natureza, um simples e insignificante fruto do acaso.
          Deus garante o sentido da vida humana (e o seu valor) porque a criou com um objectivo. E, ao criá-la com um objectivo, dar-nos-ia também a possibilidade de superar a condição de mortais. Assim, se a morte pudesse ser superada, se não for sua a última palavra, as nossas obras e projectos não estão condenados a desaparecer para sempre: os nossos esforços teriam, então, uma razão de ser.
          Em síntese, alguns filósofos pensam que a seguinte tese é verdadeira: Diz S. Paulo que se Deus não existisse seria vã a nossa fé.
E esta é a minha fé.

sábado, 8 de outubro de 2016

Dar Alma à Vida C

Dar Alma à Vida  C


Dar Alma à Vida é contrariar o que as culturas das diferentes épocas foram limitando a consciência do património ético e espiritual.
Dar Alma à Vida é pôr as religiões em diálogo para que, com o regresso às fontes, possam melhor responder aos problemas de hoje.
Dar Alma à Vida é evitar que diferentes saberes da ciência absolutizem, fechando-se sobre si mesmas na linguagem, criando guetos que limitam o respeito e a fraternidade entre os homens.
Dar Alma à Vida é pôr os diferentes sectores do conhecimento científico a dialogarem para que se possa criar uma teia na construção adequada e enfrentar os problemas da crise ambiental onde todos possam pensar no bem de todos, pelo caminho do diálogo “paciente, ascético e generoso” tendo em conta sempre, como o Papa Francisco sita, “A realidade é superior à ideia”.




Dar Alma à Vida é fazer descer o consumismo compulsivo, obsessivo próprio do técnico-económico porque actualmente vive-se um sentido de precariedade e insegurança que favorece formas de egoísmo colectivo.
Dar Alma à Vida é gerar um novo estilo de vida à volta do poder económico, político e social onde o homem se integra.
Dar Alma à Vida é deixar para traz uma etapa das autodestruições e gerar uma consciência universal que torne possível descobrir, regressar às fontes, despertar nos homens uma nova reverência em relação à vida nas ocasiões decisórias sobre a sustentabilidade da humanidade e do conhecimento.





Dar Alma à Vida é ver no Evangelho o modo de pensar, sentir e viver, descobrindo que motivações que derivam da espiritualidade podem alimentar a grande paixão no cuidado pelo outro, e pela ecologia em geral de que Francisco de Assis deu exemplo com alegria, paz e amor.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Dar Alma à Vida XCIX

Dar Alma à Vida XCIX


Dar Alma à Vida não é propor o diálogo, mas dialogar com a natureza; sem ser a partir de certezas científicas absolutas que poderão não conduzir a adopção de medidas eficazes que impeçam a degradação da natureza ou do seu meio ambiente. 
Dar Alma à Vida é gerar medidas que não transfiram meios mais danosos para o meio ambiente ou para as pessoas que nele habitam, sobretudo, os mais frágeis, os mais pobres. Dar Alma à Vida é elaborar projectos alternativos em caso de dúvida, pois nem sempre será possível chegar a consensos. 



Dar Alma à Vida é ser honesto e transparente para que as ideologias ou os interesses particulares não se sobreponham nem lesem o bem comum. Dar Alma à Vida é colocar o poder político e económico a dialogar entre si, tendo em vista o bem comum, sem esquecer a integridade da pessoa humana: matéria e espírito e a sua religião seja ela qual for. Não seria ético o contrário porque para dar Alma à Vida é necessário uma lógica própria que deixa espaço para uma sincera preocupação pelo ambiente sem pôr de lado o espaço para os lentos, os fracos ou menos dotados e que possam também “singrar na vida” independentemente do êxito alguns com interesses individualistas, consumistas, materialistas. 


Dar Alma à Vida é ver com amplitude de uma reformulação integral que abrange um diálogo interdisciplinar os vários aspectos da crise. 
Dar Alma à Vida não é desculparem-se mutuamente, pela economia e a política, pela pobreza ou degradação do meio ambiente. “A unidade é superior ao conflito” cita este princípio o Papa Francisco. Dar Alma à Vida é dar espaço à religião no debate político, pois os princípios éticos para a razão é capaz de perceber, sempre podem reaparecer sob distintas roupagens e expressos com linguagens diferentes incluindo a religiosa. 
Dar Alma à Vida é descobrir a razão da obra criada. A economia e a política não podem tomar decisões que contrariem esta causa.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Dar Alma à Vida XCVIII



Dar Alma à Vida  XCVIII

Dar Alma à Vida é fomentar o diálogo sobre o melhor ambiente entre os políticos a nível internacional, nacional e local.
Dar Alma à Vida é reconhecer o planeta como uma casa de todos e para todos: desenvolver o melhor ambiente a pensar nesse todo, países ricos e pobres.



Dar Alma à Vida é pensar no bem comum e na interdependência entre todos como único mundo e um único projeto comum.
Dar Alma à Vida é desenvolver as energias renováveis, a agricultura diversificada e promover o bem-estar das florestas, dos seres vivos, sobretudo, os humanos, dos mares e garantir a todos água potável.




Dar Alma à Vida é evitar a poluição e criar novos meios tecnológicos para refrear os males provocados pela poluição do ar, da terra e da água a nível mundial, isto é, incluindo países pobres e ricos sem ninguém ficar de fora.
Dar Alma à Vida é garantir a todos o acesso aos melhores meios ecológicos e quem infringir regras de bem-estar ambiental tem de ser responsabilizado e pagar pelos seus custos.
Dar Alma à Vida é assumir que o planeta em que vivemos é a terra, o ar, a água e os seres vivos próprios de cada sistema.
Dar Alma à Vida é dar vida, e não morte, à obra criada.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Dar Alma à Vida XCVII

Dar Alma à Vida

Dar Alma à Vida é fazer com que os seres vivos possam conviver em ambiente sádio e próprio para o seu crescimento harmonioso.
Dar Alma à Vida é ser honesto e objectivo neste ambiente que envolve um espaço e um tempo e que, entre eles, não há muros intransponíveis. Tudo está tão unido como o átomo e os seus elementos atómicos.
Dar Alma à Vida é criar uma teia, uma rede, uma trama onde nós e a natureza fazemos um todo. Não molduramos a natureza, nem a natureza é a moldura da nossa vida, não queremos ser uma parte mas coexistentes, num todo.


Não somos os maiores, mas humildes servos uns dos outros porque somos obra da criação e o autor é o mesmo. É Deus.
Dar Alma à Vida é desenvolver, sem ignorar, os princípios éticos não podendo legitimar qualquer prática tecnológica que não tenha isso em conta.
Dar Alma à Vida é defender uma ecologia de ambiente, de economia social com a sua integridade até à cultura, desde a local até à mundial.
Dar Alma à Vida é saber dizer que a teoria do “vale tudo” para produzir e consumir vai contra o bem comum, por isso, há que criar as condições de justiça para todos com respeito pelo tempo, o espaço e a vida, mesmo até às 4 ou 5 gerações pelo menos.

Dar Alma à Vida é conservar o património histórico de cada sistema e envolvência.

sábado, 16 de julho de 2016

Dar Alma à Vida – XCVI


Dar Alma à Vida – XCVI


Dar Alma à Vida é reconhecer que quem fez o Homem foi o mesmo que fez os animais e as plantas.

Se há homens diferentes, uns são ricos e outros

pobres, têm a mesma dignidade perante o Criador.




Dar Alma à vida é reconhecer que se há que

defender a Vida do homem, há que defender a vida

Natureza, porque o autor foi o mesmo.






As flores do campo e a erva silvestre, os animais de grande porte, os rastejantes pequenos e grandes, os animais do ar, da água e da terra, o Criador os fizeram e deu ao Homem a possibilidade de gerir todas as coisas para o seu equilíbrio.
 Dar Alma à Vida é reconhecer que há uma crise ecológica e que pertence ao Homem criar a harmonia entre tudo, servindo-se para tal do que tecnologicamente Deus lhe permitiu descobrir.
Dar Alma à Vida é reconhecer que o Homem é o 

responsável pelo desequilíbrio, pelo mau uso dos meios que Deus lhe concedeu.




Dar Alma à Vida é verificar que como nasce, morre, que para tudo e para todos há um tempo e este tempo pode ser prolongado não só para o Homem como para tudo o que foi criado. Nada é tão descartável como muitas vezes acontece… num relativismo exacerbado que em vez de trazer sobriedade ao ambiente para criar durabilidade, traz imediatismo que destrói o próprio planeta onde os nossos pés assentam e onde nos movemos e vivemos.


terça-feira, 5 de julho de 2016

Dar Alma à Vida XCV

Dar Alma à Vida XCV

Dar Alma à Vida é descobrir o mistério do Universo e a necessidade de uma comunhão global iluminada pelo amor que sai do coração aberto do Pai, de um e de todos, porque tudo depende não do “caos ou do acaso”, mas de uma decisão bem pensada…
Dar Alma à Vida é reconhecer o selo da criação e esse selo não é outro sem o “Amor” que é sempre um acto de bondade sem cálculos matemáticos.



Dar Alma à Vida é aprender com as realidades que nos envolvem, que há valores e fragilidades que o Criador nos concede para sabermos acautelar a modernidade do que é “progresso material ilimitado”.
Dar Alma à Vida é dialogar e interpelar a nossa inteligência para o dever de “orientar, cultivar e limitar o nosso poder”.

Dar Alma à Vida é dar vida ao que é vivo no seu habitat, é reconhecer que nada é objecto do livre arbítrio do ser humano. “O que quiser entre vós ser grande, faça-se vosso servo”.

Dar Alma à Vida XCIV

Dar Alma à Vida XCIV

É reconhecer que passou o tempo da máquina a vapor e de tudo o que vi e senti na minha infância. Mas, dar Alma à Vida é também reconhecer que não se pode parar a criatividade querida por Deus. Muitas vezes ela em vez de ser com criatividade vem sobrepor-se ao que é belo, pleno e poderoso e, com falta de discernimento do Homem, destruir a natureza.



Dar Alma à Vida é reconhecer que o poder está nas mãos de alguns, poucos em relação ao homem, que o rico esmaga a todo o custo o que impede o lucro levando o financeiro “a sufocar” o que realmente é económico.
Dar Alma à Vida é acabar com o que só sabe comer, em nome da liberdade, mas sugando o outro porque está a criar a degradação do ambiente, aumentar a sede de justiça, a perda do sentido da vida e de uma convivência social na da pacífica e “a demonstrar uma vez mais que a realidade é superior à ideia”.




Dar Alma à Vida é revolucionar culturalmente com coragem a ciência e a tecnologia para o harmonioso crescimento respeitando a estrutura natural e moral de que Deus dotou o humano.

Dar Alma à Vida é reconhecer que o tecnocentrismo não pode alhear-se, na prática, dos princípios éticos porque a técnica separada da ética nunca será “capaz de auto limitar o seu poder”.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Dar Alma à Vida XCIII

Dar Alma à Vida XCIII

Dar Alma à Vida é reconhecer que toda a obra de Deus tem a sua função, o seu espaço, o seu tempo e “tudo é uma carícia de Deus” para o equilíbrio da Vida, do Universo.
Dar Alma à Vida é descobrir a identidade de cada obra da natureza e dar-lhe a reverência devida através do nosso diálogo com o Criador.



Dar Alma à Vida é compreender as diversidades e as desigualdades na criação que levam a reconhecer as necessidades  umas das outras porque ninguém se basta a si próprio e tudo deve louvar o Senhor como o Cântico de S. Francisco de Assis: “Louvado sejas, ó meu Senhor (…).




Dar Alma à Vida é crer que o dono do animado e inanimado é só um, o próprio Deus que não tem princípio nem fim. O homem é apenas um instrumento nas mãos do transcendente, o autor da Criação e com Ele ser concriador no mundo e gerir o equilíbrio de toda a sua obra, de toda a natureza existente no Universo.

                                                                                                     A.C.

Dar Alma à Vida XCII

Dar Alma à Vida XCII

Dar Alma à Vida é compreender que depois da sexta-feira Santa vem o Domingo de Páscoa, como diz o povo: “ Não há tempestade que não traga bonança”.
Dar Alma à Vida é defender que a Religião é algo intrínseco ao Homem e necessária à comunhão Universal de toda a obra criada.




Dar Alma à Vida é admitir que a Religião defende uma espiritualidade que não esquece a Deus, Criador, todo-poderoso e omnisciente.

Dar Alma à Vida é conciliar a Religião com a Ciência para bem da vida sobre a irmã terra, irmão ar e irmã água, assim como toda a natureza visível e invisível aos olhos do Homem.                    A.C.

sábado, 18 de junho de 2016

Dar Alma à Vida XCI

Dar Alma à Vida XCI

Dar Alma à Vida é fazer tudo para no final reconhecer que nem o Homem, nem a Mulher, feitos à imagem do Criador, sejam os senhores de tudo, mas possam reconhecer que o descanso é para todos e que estes não são donos da obra criada, mas gestores de tudo o que Deus gerou…
Dar Alma à Vida é respeitar inteligentemente as regras da natureza e equilibrar os seres vivos com todo seu habitat.
S. Francisco de Assis tratava os animais como irmãos seus, a irmã terra, o sol e a lua, as estrelas e tudo o que é princípio de vida.





Dar Alma à Vida é descobrir a sabedoria do próprio Deus que nos dá o discernimento entre o que é prioritário, “entre o ser e o ser útil”.





Dar Alma à Vida é sermos seres de relação com a natureza, inseparável da justiça contra a inveja.
Dar Alma à Vida é convidar todas as criaturas, não só o Homem, mas os pássaros do campo, os animais e plantas da terra, da água e do ar, e também a harpa, todos os instrumentos de música, a louvar o Deus Criador.
Dar Alma à Vida é ser profeta a clamar por esperança, confiança, mais força porque Deus liberta, salva, é eterno e nunca perde as forças, pelo contrário, dá força aos cansados e vigor aos fracos e até liberta os cativos para que não caiam em crise espiritual nessas horas complicadas. Muitas vezes precisamos de revigorar a nossa consolação e recuperar a esperança.

                                                                                                                          Artur Coutinho

Dar Alma à Vida XC

Dar Alma à Vida XC

Dar Alma à Vida é sentir autoridade para, como crente, descobrir soluções para o mal que as novas tecnologias trouxeram e trazem à humanidade e a todo planeta.
Dar Alma à Vida é entender que é sempre bom saber mais, ter mais possibilidade, mais liberdades, mas ter  consciência, ao mesmo tempo, que nem tudo é tão bom que não traga algum mal. O Bem e o mal andam juntos.
Dar Alma à Vida é criar o discernimento para saber ser livre e responsável, aproveitando o bem e corrigindo o mal.




Dar Alma à Vida é reconhecer que as religiões podem favorecer o discernimento, para o equilíbrio do desenvolvimento ecológico, integral para que a eficácia dos actos humanos, sem relegar os irracionais, o que muitos cientistas pouco sérios não toleram a superioridade do ser humano.
Dar Alma à Vida é reconhecer que a ciência e a religião andam de braço dado para o aprofundamento do carácter, do centro espiritual, íntegro, complexo de interpretação, até à transformação da realidade.
Dar Alma à Vida é descobrir outras formas de ver em todas as dimensões: as culturas dos povos, no modo de estar e de viver, de musicar, cantar, dançar e de fazer a sua poesia.
Dar Alma à Vida é ter em conta que, por trás dessas culturas, estão os seres humanos e inumamos, a paisagem, a água, a terra e o ar e que a cultura do povo é um todo global que tem de ser equilibrado para o bom sucesso da natureza onde nos encontramos.
Dar Alma à Vida é criar sínteses entre “a fé e a razão”. A fé ilumina a razão e a natureza e põe uns e outros a dialogar com o Criador e a reconhecer os nossos compromissos com o transcendente.

                                                                                                                          Artur Coutinho

segunda-feira, 6 de junho de 2016

DAR ALMA À VIDA LXXXIX

Dar Alma à Vida LXXXIX


É controlar o crescimento “desmedido e descontrolado” da cidade dos homens.

Dar Alma à Vida é evitar a poluição visual, acústica e olfactiva.



É evitar os tóxicos que o urbanismo caótico, congestivo e a paisagem do cimento, do vidro e do metal “sem contacto com a natureza”, ocupem o espaço dos pulmões, das zonas verdes e até das zonas habitacionais.
Dar Alma à Vida é evitar o consumismo e a exploração dos frágeis, gerador de desigualdades individuais, comunitárias e globais nos países. É dar atenção aos “gemidos da irmã Terra”.

Desde há dois séculos que nunca tratamos tão mal a nossa Terra, a nossa Casa por causa de interesses económicos. Não são esses, as causas do bem comum, não podendo os poderes económicos usar números para atingirem os seus fins sem regras.


Dar Alma à Vida é criar um ambiente sádio à vida no planeta não só na terra, como na água e no ar.
Dar Alma à Vida é atender à Esperança, que nos convida a reconhecer que sempre se há-de encontrar uma saída, mas olhando à nossa volta parece que não vemos mais nada se não a frustração da obra criada por Deus.
 Dar Alma à Vida é contrariar tudo o que possa eliminar a vida sobre a Terra.


Dar Alma à Vida é proteger a natureza tal e qual ela foi criada e protege-la até às suas entranhas, sejam crianças, idosos, ou quaisquer outros seres vivos.

domingo, 20 de junho de 2010

Sejamos Homens de Esperança-Só com esperança poderemos construir o futuro

Sejamos Homens de Esperança



Só com esperança poderemos construir o futuro





Há pessoas que com uma fé grande têm visões curtas e redutoras do futuro da importância que o homem vai dar à transcendência. Parece um absurdo.

A minha fé nesse ser absoluto, transcendente do qual eu me sinto obra sua, como filho; a esperança que as minhas relações com este Pai Criador e Senhor de todas as coisas, levam-me a vê-lo com Amor e vivê-lo em relação aos outros no amor que me leva à comunhão com os irmãos, com todos na luta pelo bem. É por isso que para mim o futuro depende das forças que recebemos do Alto, no acreditar, esperar e amar.

Daí que sempre olho o futuro com uma visão positiva.




Houve desde a criação até Jesus Cristo e depois em toda a história da humanidade, altos e baixos e sempre houve a superação de muitos fracassos quer fora, quer dentro da Igreja.

Ora esta minha fé, esperança e caridade leva-me a ter uma visão optimista da religião e do mundo, da fé e do Homem novo.

Os homens vão começar a cultivar mais a transcendência nas suas vidas e Deus, o nosso Deus, será sempre como o ALLá, o Maior.





As estatísticas do Vaticano mostram o crescimento e a nova evangelização que ainda não chega a todos os lados vai crescer mais. Os homens de hoje têm fome de Deus, é o que se vai manifestando nas comunidades. É a nova evangelização que não se fará como quem deita remendos novos em pano velho. Alguns passam a vida na Igreja a bater com a mão no peito, mas sempre a deitar remendos em odres velhos.

No entanto, estas têm de crescer na humildade, no serviço e na comunhão, não só nos Leigos, mas também nos Padres e nos Bispos. Todos têm de ser mais pastores e haverá um aumento de adesões a Deus que é Amor, como um rebanho à volta de Deus, à volta do Papa, sucessor de Pedro.



Uma coisa nos faz falta…é sermos homens da esperança contagiantes como consequência de uma grande fé e amor.