AVISO

Meus caros Leitores,

Devido ao meu Blog ter atingido a capacidade máxima de imagens, fui obrigado a criar um novo Blog.

A partir de agora poderão encontrar-me em:

http://www.arocoutinhoviana.blogspot.com

Obrigado

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Jornadas e projectos-Tolerância- Juventude-Duas Mãos Ceias de PAZ-Idoso-Identidade da Abelheira

JORNADAS tolerância

Juventude

FESTA DA PADROEIRA



Vocação, juventude e seminário

JORNADAS

OBJECTIVOS: Sensibilizar e consciencializar as Famílias da sua importante posição enquanto suporte básico de transmissão de valores, tais como o respeito pelo outro, capacidade de convivência, solidariedade, realização pessoal, compromisso eclesial e deveres individuais e colectivos.

DESTINATÁRIOS: Todos os paroquianos em geral, e dum modo particular: Pais e Mães de Família, jovens, médicos, educadores, catequistas, professores, assistentes sociais, políticos, membros de movimentos e obras, utentes e trabalhadores de Instituições Sociais, etc.

LOCAL: Auditório do Seminário do Carmo.

PROGRAMA: Dia 9 de Maio
21H30 – O Seminário Diocesano, espaço de desenvolvimento comunitário e formação humanista.
-Prof. Dr. Manuel Costa Santos (Prof. Da Universidade Católica).

Responsabilidade da escola ao despertar da vocação.
-Prof. Dr. Valdemiro Domingues (Director do Dep, Diocesano do Ensino Religioso nas Escolas).

Dia 10 de Maio
21H30 – O Respeito e a Tolerância para com as vocações não concretizadas.
-Frei Mário Bota( Prof. De Sociologia na Universidade Nova de Lisboa).

O Divorciado (o separado) e a sua inserção na Comunidade: Família, Igreja e Sociedade.
-Dr. Edmundo Soares (Prof. Do Colégio do Rosário – Porto).

Dia 11 de Maio
21H30 – A Família, Escola e Paróquia na Educação Sexual da Juventude.
-Dra. Maria Augusta Manso (Prof. Da ESSE – Viana do Castelo).

O Alcoolismo, Toxicodependência e outras razões de conflitos, de rupturas familiares e sociais.
-Dra. Lucinda Neves (Directora do CAT de Viana do Castelo).
Os direitos das minorias e o respeito pelas diferenças.
-Prof. Dr. Rui Morgado (Director da Faculdade de Farmácia do Porto).

Dia 12 de Maio
21H30 – Procissão de Velas
da Igreja para a Capela de Nossa Senhora das Necessidades.

Dia 13 de Maio
16H40 – Inauguração de Sede do Escutismo
- Rua Campos Monteiro (Abelheira)

17H30 – Marcha para a Igreja.

18H15 – Missa Solene.

19H30 – Inauguração do Humanitus Forum, assinaturas do protocolo de Cooperação com o CER (Centro de Estudos Regionais) e Porto de Honra (Lg. Carmelitas, 504).
Arraial nocturno com iluminações e música por um Famoso Conjunto e ainda a participação do Grupo de Cavaquinhos – Samaritano.

Dia 14 de Maio

09H30 – Festa da Palavra, capela de Nossa Senhora das Necessidades.

10H00 – Procissão Solene a sair da Capela de Nossa Senhora das Necessidades para a Igreja Paroquial.

11H00 – Missa da Catequese.

13H00 – Almoço – Convívio (por inscrição).


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ORGANIZAÇÃO: Conselho Paroquial de Pastoral da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima.

COMISSÃO EXECUTIVA: Membros do Centro Paroquial de Formação (CPF).

CONTACTO: Telefone: 823029 e 24722. Fax: 823029





Paróquia de N. ª S. ª de Fátima





Duas mãos cheias de P A Z


P R O J E C T O


1 – TECNOLOGIA PELA PAZ

2 – ARTES PLÁSTICAS PELA PAZ internet

3 – IMAGENS PELA PAZ

4 – POESIA E ... “ESTÓRIAS” PARA A PAZ artes

5 – RALLY – PAPER ENTRE GERAÇÕES PELA PAZ

6 – CAMINHADA PELA PAZ recital

7 – COCLISMO PELA PAZ

8 – MÚSICA PELA PAZ espectáculo

9 – IDEIAS PELA PAZ

10 – HOMENS PELA PAZ encontro


exposição



Desenha, pinta, fotografa, escreve... sobre a paz. Nós prometemos expor e publicitar as tuas criações. Informa-te, pois estão previstas sessões de apoio às realizações destas actividades.


Troca mensagens de paz pela internet. Coloca a tecnologia ao serviço da paz. Informa-te junto aos animadores do projecto para saber tudo.


Junta a tua família e inscreve-te no rally paper, a realizar nas estradas do distrito de Viana do Castelo. Põe os teus pais a mexer!


Vem caminhar e percorrer as estradas connosco. Aproveita o que o ambiente tem de melhor.


Colabora no espectáculo de música. Aparece com o teu grupo e concorre. Participa no encontro de jovens e apresenta as tuas ideias para um mundo cheio de paz. Queres saber mais? Contacta-nos.
PROJECTO duas mãos cheias de paz


Projecto promovido pelo Centro Paroquial de N. ª Sr. ª de Fátima, J. A V. (Jovens Amigos da Vida) e apoiado pelo programa Juventude para a Europa. Para sabermos mais contacta o Cartório Paroquial de N.ª Sr.ª de Fátima – Telef. 258 823 029.









O projecto inclui 10 acções diferentes, a desenvolver por jovens. O objectivo é promover uma cultura de paz na comunidade local e a ocupação dos tempos livres. O projecto inclui actividades de ar livre, ateliers, trabalho com novas tecnologias, iniciativas musicais e um encontro de jovens que pretende promover o debate sem distinção social, política, económica e religiosa.







PROJECTO duas mãos cheias de paz




O projecto destina-se a jovens entre os 13 e os 25 anos. As actividades decorrerão entre Junho de 2000 e Janeiro de 2001. Para mais informações telefona para o 258 823 029 ou dirige-te ao cartório da Paróquia de N.ª SR.ª de Fátima.




A primeira fase de inscrições decorre
até ao final do mês de Junho.








E D U C A Ç Ã O----------------------------------------------» catequese


PARÓQUIA DE N. S. FÁTIMA
VIANA DO CASTELO





ASPECTOS DE NATUREZA PSICOLÓGICOS
Aos Pais das Crianças da Catequese

Aquilo que se pretende é dar a conhecer algumas características do funcionamento cognitivo, sócio/moral e de personalidade, das crianças dos diferentes grupos etários que frequentam a catequese. Deve salientar-se que o que aqui é apresentado se refere a
comportamentos da generalidade das crianças, não tendo que ser obrigatoriamente assim. O nosso objectivo é ajudar o educador a ser um facilitador do desenvolvimento harmonioso da criança.
Para facilitar esta exposição, dividiremos as crianças em três grandes grupos etários:



2 – 6/7 anos

-Neste período o pensamento da criança é fundamentalmente dominado pela percepção e egocentrismo daí que toda a interpretação da realidade seja de algum modo limitada.
-Do ponto de vista social tem grande dificuldade em obedecer às regras sendo-lhe difícil compreender a razão da existência das mesmas.
-Para estas crianças a autoridade do adulto é absoluta sendo os seus comportamentos baseados no desejo de evitar a punição.
-Os actos são julgados pelas suas consequências e não pelas intenções .

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Jesus é o Amigo – Catequese





7 – 12 anos

-Estamos perante um período de grandes mudanças cognitivas em que a criança já é capaz de operações mentais.
-Todo o pensamento da criança é baseado em factos e situações concretas.
-Em termos sociais, a criança já é capaz de cumprir regras.
-Mas a sua compreensão de regra é literal e concreta.
-Assim a regra é entendida de uma forma rígida, arbitrária e não modificável.
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Ser Cristo é seguir Jesus - Catequese


12 anos - - - - - - - - »

-Este é um período de transformações acentuadas dada a natureza e quantidade de mudanças (físicas,
intelectuais, morais e sociais) a viver pelo adolescente.
-Neste período sendo capaz de pensar sobre hipóteses e de abstrair, o adolescente vai “deslumbrar-se” com as suas novas capacidades.
-Ao contrário do que seria de prever esta situação vai dificultar as suas relações com os outros principalmente com o adulto por quem se sente incompreendido.
-Outro aspecto importante destas idades é o relevo que em termos de socialização tem o grupo de companheiros ou amigos.
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Jesus Amigo e Modelo que responde às inquietações
e com Ele se compromete pessoalmente – Catequese




CRESCER
é um processo contínuo de desenvolvimento físico e cultural, avança, fase após fase, numa sequência ordenada. A educação tem como objectivo ajudar a desenvolver plenamente as qualidades e capacidades da criança e do jovem permitindo a construção de uma personalidade equilibrada e adulta.

NA FÉ
o crescimento é um processo contínuo de desenvolvimento espiritual. A formação moral da consciência faz-se a partir dos primeiros anos. A criança aprende observando os outros. Ela imita os adultos, especialmente, os pais. É com eles que aprendem a ser honestos, trabalhadores, amigos dos outros, a frequentarem a igreja, a participar na missa dominical, a receberem os sacramentos...
A formação da criança e do jovem na sua integridade – corpo e alma – proporciona a síntese que os ajuda a integrar os valores cristãos e a vida.

CATEQUESE
é o ensino ordenado das verdades fundamentais da Fé, conduz ao entendimento do plano de Deus na vida do Homem criando gradualmente o alicerce para as várias dimensões da vida cristã na fé adulta.

NA PARÓQUIA
célula da Igreja, formada pelos crentes que vivem em comunidade, ligados entre si pela Fé, amadurecendo-a pela Palavra de Deus e se manifesta na vida de partilha, serviço e caridade, tem 6 fases:
1ª fase – Iniciação ao Mistério Cristão
2ª fase – Ser discípulo de Jesus
3ª fase – Aprofundamento da Fé
4ª fase – Procura do sentido cristão da vida
5ª fase – Compromisso cristão
6ª fase – Aprofundamento, actualização e vivência

Consulte programas específicos para crianças, adolescentes e adultos.

Secretariado da Catequese Paroquial com a colaboração
De Carlos Loureiro, Floriza Alves e Augusta Manso.

JORNADAS DO IDOSO
3 A 8 DE MAIO 1993



OBJECTIVOS
Sensibilização e Formação para a problemática do Idoso.
Identificação de necessidades de respostas novas.
Aceitação e superação das realidades.


DESTINATÁRIOS
Idosos
Familiares de Idosos
Jovens
Trabalhadores com idosos e todos os interessados pelos problemas sociais.


PROGRAMA

Dia 3. A SAÚDE E A FAMÍLIA

15.00H – A promoção da saúde do idoso – Dr. Manuel Afonso, especialista de Saúde Pública membro da C.I. da ARS de Viana do Castelo.
21.30h – Abertura com a presença das Autoridades.
22.00h – A família, Comunidade do Idoso – Dra. Raquel Ribeiro (Director Geral da Família e Presidente da Comissão Nacional para a Política da Terceira Idade) – Lisboa – Testemunho do Idoso * Lar * Centro de Dia * Centro de Convívio * Reformados (Associação dos...), Concerto de Bach para dois Violinos e Piano em Ré Menor (João, Rui Cerqueira e Edite Rocha).


Dia 4. ENVELHECER É NATURAL

15.00h – Alterações Fisiológicas no Processo de Envelhecimento – Dr. João Tavares, Assistente de Clínica Geral e Director do Centro de Saúde de Valença.
21.30h – Alterações Intelectuais no Processo de Envelhecimento – Dr. Valdemar Valongueiro – Especialista de Neurologia, médico do HDVC. * Grupo de Cavaquinhos “Samaritano”.


Dia 5. DOENÇAS CRÓNICAS DO IDOSO NO CONTEXTO SOCIAL

15.00h – Achaques da 3ª Idade, como controlá-los e aprender a viver com eles – Dr. João Tavares.
21.40h – O Idoso no Contexto Sócio-económico – Dr. Lopes Cardoso, Advogado e Vicentino – Porto. * Sonata para Piano a 4 mãos, nº 1 de Mozart * Sonata para Violino e Piano, nº 4 de G. F. Handel ( João e Rui Cerqueira).


Dia 6. A IMAGEM DO IDOSO E A SUA ALIMENTAÇÃO

15.00h – Comer bem na 3ª Idade – Dr. Rui Teixeira, Prof de Nutrição e Dietética da Escola Superior de Enfermagem de Viana do Castelo.
21.30h – Conforto e Cuidados Estéticos em Geriatria – Enf. Laura Margarido – Enf. Chefe do HDVC.

Dia 7. UMA VELHICE DE QUALIDADE

15.00h – Morrer Tarde, o Mais Novo Possível – Pe. Dr. Anselmo Sousa, CRSS de Braga e
responsável pelo “Projecto Homem” da Cáritas de Braga (Recuperação de Toxicodependentes).
21.30h – MESA REDONDA – O Idoso no Distrito – O que se faz? Quem faz? Como faz?
Coordenação de Dra. Maria Júlia Perestrelo
* União das Misericórdias – Dr. Oliveira e Silva
* IPSS – Manuel Sobral
* Conferências Vicentinas – Dra. Piedade Gonçalves
* Cáritas – Prof. Engrácia Correia
* CRSS – Dra. Maria de Lurdes Rodrigues
* Secretariado Diocesano de Acção Sócio Caritativa – Pe. Artur Coutinho.


Dia 8. ESPIRITUALIDADE E MORAL PARA O IDOSO

18,15h – Eucaristia na Igreja Paroquial
21.30h – O Idoso na Ética da Solidariedade entre Gerações – Pe. Dr. Jorge Cunha, Prof. Da Universidade Católica – Porto * Coral Polifónico.
22.30h – Encerramento com a presença das Autoridades.



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LOCAL

Às 15.00h – Centro Social Paroquial de N. S. de Fátima, Rua da Bandeira, 639
Às 21.30h – Auditório do Lar de S.ta Teresa, Largo das Carmelitas, à Rua da Bandeira – tel. 828998

COMISSÃO EXECUTIVA

Dr. Manuel Afonso
Major Manuel Fernandes
Josefa Freire
Madalena Barbosa – Utente
José Marques – Utente
João Ferreira – Utente
Irmã Anália Lucas - Trabalhadora

ORGANIZAÇÃO

Direcção do Centro Social Paroquial de N. S. de Fátima – Viana do Castelo

SECRETARIADO

Cartório Paroquial – telef. 823029 (Fax) ou 24722
Dr. Manuel Afonso – Telef. 828901, (Fax) 829990
Major Manuel Fernandes – Telef. 26060

1993
Com a Colaboração da Direcção-Geral da Família, centro Regional
De Segurança Social e Administração Regional de Saúde




INTEGRADAS NO ANO EUROPEU DO
IDOSO E SOLIDARIEDADE ESTRE GERAÇÕES

Formas de ver

PROJECTO


OBJECTIVOS

1 Consciencializar os jovens e cegos/amblíopes da importância do equilíbrio ambiental;

2 Fomentar a comunicação e solidariedade entre cegos/amblíopes e outros jovens sem esta deficiência;

3 Criar um centro de documentação sobre o ambiente, utilizável por este grupo alvo;

4 Promover a reciclagem de materiais, nomeadamente do papel;

5 Animar um Centro de Apoio a Cegos/Amblíopes, com infraestruturas tecnológicas adequadas às populações em questão.

PROGRAMA

6a14 de OUTUBRO
Inscrições abertas para participação nas actividades do projecto
17 de OUTUBRO (10 horas)
Sessão de formação: “A árvore, o seu contexto e importância ecológica”.
Local: Humanitus Forum
24 de OUTUBRO (10 horas)
Sessão de formação: “A Madeira e o seu valor económico”.
Local: Humanitus Forum.
31 de OUTUBRO (10 horas)
Visita à Adega Cooperativa de Ponte de Lima, comprova de vinho.
Local: Ponte de Lima.
7 de NOVEMBRO (10 horas)
Sessão de Formação: “Os produtos da Floresta: Os Frutos”.
Local: Humanitus Forum
14 de NOVEMBRO (10 horas)
Visita a uma oficina de um cesteiro tradicional e a um espaço de reciclagem de papel.
21 de NOVEMBRO (10 horas)
Sessão de Formação: “Os Produtos da Floresta : A Folha”
Local: Humanitus Forum.
28 de NOVEMBRO (10 horas)
Caminhada pedestre com magusto.
5 de DEZEMBRO (10 horas)
Foot-paper com base em provas de conhecimento de espécies.
12 a 19 de DEZEMBRO (10 horas)
Workshop sobre papel reciclado.
Restante mês de DEZEMBRO
Realização de um Herbário com os elementos recolhidos e produzidos nas actividades anteriores.
JANEIRO
Elaboração e organização de material para exposição.
6a 14 de FEVEREIRO
Exposição de materiais (herbários, folhas de papel reciclado, fotos dos encontros...).
Local: Humanitus Forum
27 FEVEREIRO
Almoço/Convívio entre os participantes no projecto.

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FICHA DE INSCRIÇÃO

Nome ------------------------------------------------------------------------------------------
Morada ----------------------------------------------------------------------------------------
Telefone ------------------------------------- Idade -----------------------------------------
Pretende transporte? SIM ------- NÃO -------
Se SIM, indique a partir de que local ----------------------------------------------------
Identifique a sua situação
S/ Deficiência -------- Amblíope -------- Cego ----------
Data --------------------------------------------------------------------------------------------
Ass. --------------------------------------------------------------------------------------------


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CONTACTOS
Anabela Dias – Centro de Cegos e Amblíopes (Tel. 82 47 22) ou Cartório Paroquial de N. S. de Fátima (Tel. 82 30 29)

PROMOTOR

Centro Social Paroquial de
Nossa Senhora de Fátima
(Viana do Castelo)

APOIOS

PROGRAMA “JUVENTUDE PARA A EUROPA”
OZANAN – CENTRO DE JUVENTUDE


Este programa está editado em Braille. Se estiver interessado solicite o seu envio pelo tel. 823029
4900 Viana do Castelo

JOVEM inscreve-te!
Este projecto está aberto a cegos e amblíopes, assim como a jovens entre os 15 e os 25 anos. A inscrição é gratuita. Sê solidário.

FORMAS DE VER

As terras também têm uma alma



POR UMA TERRA COM ROSTO, COM VIDA, COM ALMA...

“Preservar as condições de habitabilidade da terra, para que os valores ecológicos, culturais, históricos e monumentais não se percam ou descaracterizem mas se desenvolvem e incrementem, é hoje considerado um dever cívico, e um imperativo cristão para que p magistério da igreja vem chamando a atenção de cada vez com mais insistência.

Uma vez que os espaços verdes, numa zona de acentuada tradição rural, estão a desaparecer, impõe-se a necessidade de concretizar e aplicar planos de pormenor para a zona oriental de Viana do Castelo (Abelheira), tendo em vista uma adequada utilização dos espaços e uma equilibrada e correcta definição das funções de ocupação do solo.

Face ao desaparecimento das manchas de ruralidade, acentuando-se a sua transformação em dormitório da cidade e para lhe conferir condições de habitabilidade de acordo com os imperativos da pessoa humana e combater o surgimento de comportamentos marginais, é imperiosa a implementação das seguintes medidas:
- A construção do Centro Paroquial da Abelheira, de há muito reclamado às autoridades municipais;
- A criação de zonas de convívio e de lazer e de manchas verdes disseminadas;
- a valorização dos equipamentos já existentes, nomeadamente a Escola do 1º Ciclo e a Escola C+S da Abelheira, dotando-a das condições e dos espaços que carecem;
- incrementação do adequado policiamento, praticamente inexistente.

A sensibilização dos novos residentes da Abelheira e da cidade para os valores específicos que nos aspectos cultural, etnográfico, religioso, monumental e artístico informaram a comunidade da Abelheira, em ordem à sua preservação e valorização, afigura-se uma tarefa inadiável.

Criação de um espaço de alcance cultural e social, numa área natal, para dar a conhecer aos vindouros as memórias e vivências da Abelheira que, em muitos casos, deram corpo e alma à cidade de Viana do Castelo, seja nos transportes (carreteiros), no comércio de ferragens, seja na própria construção civil (ferreiros), nos serviços de higiene e limpeza (lavadeiras) e ainda no sector alimentar através dos tempos (cultura de legumes, milho, trigo, centeio e produção de vinho).



É preciso respeitá-la!


“O empenho teórico e prático, pela defesa e pela promoção da vida, em conexão com o compromisso para a construção de uma sociedade fundamentada na justiça e na solidariedade, constitui uma dimensão básica da humanização, tal como proposta pela revelação bíblico-cristã”.

A . Garcia Rubio

“A destruição do meio ambiente é o resultado de uma visão redutora e antinatural que denota às vezes um verdadeiro desprezo pelo homem.”

João Paulo II
Dia Mundial da Paz, 1990

FESTA DA padroeira


Dia 8

“O Homem e a Natureza – Uma Relação Ética”
por Mons. Reis Ribeiro, no Auditório do Lar de Sta. Teresa

Dia 9

“Desenvolvimento Económico e o Equilíbrio Ecológico”
por Eng. Mário Russo, no Auditório do Lar de Sta. Teresa

Dia 10

14h00 – Visita guiada ao Lugar de Abelheira
21h30 – Procissão de Velas em Honra de N. S. de Fátima,
a sair da Capela do Senhor do Alívio.

Dia 11

Terço e Celebração da Eucaristia às 18h15
na Capela de N. S. das Necessidades.

Dia 12
21h30 – Procissão de Velas da Capela de N. S. das Necessidades,
para a Igreja Paroquial.

Dia 13

Celebração Solene da Eucaristia, às 19h15
E jantar – convívio, por inscrição.

Dia 15

21h30 – Na Igreja Paroquial “Missão para a Comunhão”
por Georgino Rocha.








JORNADAS DA FAMÍLIA


Paróquia
* N ª. S ª. De Fátima
* S.ta Maria Maior

24 de Abril a 01 de Maio de 1994

Ano Internacional
da Família



OBJECTIVO GERAL
Sensibilizar a opinião pública e as comunidades paroquiais para os problemas da família.

DESTINATÁRIOS
Todos os paroquianos em geral e dum modo particular: Pais e Mães de família, jovens, médicos, educadores, catequistas, professores, assistentes sociais, políticos, membros de movimentos e obras e trabalhadores de Instituições Sociais, etc.

LOCAL
Auditório do Centro Social e Paroquial de S.ta Maria Maior.

ORGANIZAÇÃO
Conselhos Paroquiais de Pastoral das Paróquias de N.ª S.ª de Fátima e de S.ts Maria Maior.



PROGRAMA
Dia 24.04 – 21.15H
1 – “O Homem, o Amor e o Sentido da Vida”
1 – A Felicidade e o Sentido da Vida
Mons. Reis Ribeiro – Director do Notícias de Viana
2 –Análise da crise espiritual do Homem.
Pe. Dr. Agostinho Castro – Superior do Seminário do Carmo
3 – A sexualidade humana e alei natural
Dr. Miranda de Melo – Médico Especialista e Director do HDVC
4 – Do Amor surge a Vida – A Paternidade Responsável.
Dra. Paula Sampaio e Eng.º José Sampaio (Médica e Eng. Civil)
* Música clássica (Irmãos Cerqueira)

Dia 26.04 – 21.15H
2 – “O Cristianismo e a Família”
1 – Os princípios básicos da Família na perspectiva da Igreja.
Frei Bernardo Domingues, O . P . – Professor da Universidade Católica
2 – A Família em transformação e os valores na sociedade.
Pe. Dr. Valdemiro Domingues – Professor e Pároco
* Música clássica (Irmãos Cerqueira)

Dia 27.04 – 21.15H
3 – “O Trabalho e os Direitos Económicos da Família”
1 – O Trabalho familiar não remunerado – um valor económico a defender
Dr. Oliveira e Silva – Advogado e Deputado
2 – Os Direitos Económicos da Família
Dr. Branco Morais – Economista e Professor do Instituto Politécnico
* Declamações

Dia 28.04 – 21.15H
4 - Subsidiariedade à Família”
1 – O Estado e a Família
Dra. Filomena Bordalo – Directora Regional da Segurança Social
2 – A Paróquia como apoio de espaço às famílias.
Pe. Artur Coutinho – Pároco de N. S. de Fátima
3 – A Consciência e a motivação para o sero de voluntariado.
Cón. Constantino M. Sousa – Pároco de Sta. Maria Maior
* Cavaquinhos (Escola de Música do Centro Social Paroquial)


Dia 29.04 – 21.15H
5-“A Sociedade e a Família”
1 – A Família para além das Ideologias.
Conceição e José Maria Sousa – Professora e Técnico de Finanças
2 – A Política ao serviço da Vida
Dr. Euclides Rios – Professor e Jornalista
* Música Popular (Escola de Música do Centro Social Paroquial)

- 16.00H
6-“O Jovem e a Família”
1 – A delinquência juvenil e a família no século XX
Dr. Miguel Forte – Delegado do Ministério Público
2 – O Jovem no seio da Família.
Dra. Alexandra Lopes – Advogada em estágio
* Canções

18.15H
7-“A Eucaristia – consolidação da Família Cristã”

Dia 30.04 – 21.15H
8-“Problemas da Família e Respostas”
1 – A Família e a criança numa sociedade em mudança (O direito à mudança na qualidade)
Dr. Rui Osório – Redactor Principal do JN
2 – A Família lugar ideal para a sobrevivência do Idoso (O direito a uma velhice de qualidade)
Dra. Maria Augusta Manso – Psicóloga e Professora do Instituto Politécnico.
3 – A Família espaço normal para o crescimento da criança e as estruturas sociais de apoio: Creche e Infantário. (O direito à formação e ao convívio).
Izilda Aguiar – Educadora de Infância
4 – As crianças em situação de risco e à família (O direito a uma vida de qualidade)
Dra. Luisa Sousa – Assistente Social
5 Os sem Família e a integração Social (O direito à Família).
Dra. Lurdes Rodrigues – Assistente Social
6 – A Família espaço adequado ao desenvolvimento do deficiente (O direito à existência)
Manuel Domingues – Director da APPACDM
7 – As associações juvenis ao serviço da Família (O direito da Família à cooperação).
José Carlos Loureiro – Professor estagiário, curso de História
8 – A adopção como resposta – testemunho de um casal...
* Coral Polifónico

Dia 01.05
9- “Festa da Mãe”
A realizar nas respectivas igrejas paroquiais
1 – Eucaristia e Festa para as Mães pelas crianças da Catequese

COMISSÃO EXECUTIVA

Aníbal Esteves
Maria Regina Magalhães
Filipe João Manso
Lia Martins de Carvalho
José Pedro Pereira
Idalina Barbosa
Felisberto Eira
Maria Donzília da Rocha



Telefones para contacto:
823029 e 822436
Fax 823029








Paróquia de N. ª S. ª de Fátima
Paróquia S.tª Maria Maior
Viana do Castelo










“ O Futuro da Sociedade
depende da Família”


João Paulo







F o r u m

Abelheira

Tradição e modernidade. Que futuro?


8 de MAIO
Abelheira. Tradição e modernidade. QUE FUTURO?

“A Abelheira na Geografia e na Memória da Cidade”

Orador, Dr. Francisco José Carneiro Fernandes, Prof do Ensino Secundário
Moderador, Prof. Pe. Dr. ª Costa Neiva, Professor Universitário e 1º Pároco da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima.

Testemunho Abelheirense.

Animação musical

“A preservação dessas condições ambientais que favoreçam um melhor desenvolvimento e convivência humana é um dever moral, um novo desafio à criatividade e à responsabilidade de todo o empresário”. - Solicitudo rei socialis’ de João Paulo II.

9 de MAIO
Abelheira. Tradição e modernidade. QUE FUTURO?

“A Abelheira no enquadramento sócio-económico de Viana do Castelo”

Orador, Dr. Carlos Branco Morais, Economista
Moderador, Dr. Romeu de Sousa, Advogado

Testemunho da Escola do 1º Ciclo da Abelheira

Animação musical.

“A destruição do meio ambiente é o resultado de uma visão redutora e antinatural que denota às vezes um verdadeiro desprezo do homem” – João Paulo II

10 de MAIO
Abelheira. Tradição e modernidade. QUE FUTURO?

“Algumas coordenadas culturais do lugar da Abelheira”
( painel )

“Toponímia da Abelheira”,
Pe. António Baptista, Pároco da Facha e investigador.

“Formas de religiosidade popular”,
Pe. Artur Coutinho, Pároco de Nossa Senhora de Fátima.

“Património cultural e religioso”,
Dr. José Carlos Loureiro, Prof. Do Ensino Secundário.

“Aspectos Antropológicos”,
Dr. José Rodrigues Lima, Prof. Do Ensino Secundário

Moderador, Dr. Rui F. Viana, Director da Biblioteca Municipal.

“Testemunho Abelheirense

“A terra está na desolação”. “A terra foi profanada por seus habitantes... Por isso a maldição devora a terra... Os crimes dos homens pesaram sobre ela”. – Is 24,4 –6.19-20

11 de MAIO
A Abelheira. Tradição e modernidade. QUE FUTURO?

“Tradição e modernidade. Que futuro para a Abelheira?”
(painel)

“O Plano de urbanização da Cidade e a Abelheira?”
Dr. Defensor Moura, Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo e Técnicos da Câmara Municipal.

“Tradição e Modernidade Ambiental”
Eng. Horácio Faria, Presidente do NAIA.

“Tradição e Modernidade Urbanística”
Arq. Fernando Meireles dos Santos.

“A Abelheira nas preocupações da Junta de Freguesia”
Junta de Freguesia.

Moderador, Arq. Vasco Cameira da Comissão de Coordenação da Região Norte.

“Testemunho Abelheirense”


“... são de mencionar os graves problemas da moderna urbanização, a necessidade de um urbanismo preocupado com a vida das pessoas, bem como a devida atenção a uma «ecologia social do trabalho». – ‘Centesimus annus’ de João Paulo II




f o r u m


Local

Auditório do Lar de Santa Teresa,
Largo das Carmelitas,
Viana do Castelo


Horário

Início das sessões : 21.30 horas.


Comissão executiva

Dr. Albino Nunes Ramalho
Dr. Francisco José Carneiro Fernandes
Dr. José António Cambão
Dr. José Carlos Loureiro
Dr.ª Isabel L. Rodrigues
Enf. Olinda Ferraz


Apoios / Patrocínios

Governo Civil
Câmara Municipal de Viana do Castelo
Junta de Freguesia de Santa Maria Maior
Centro de Estudos Regionais
Comissão Fabriqueira da Paróquia

A Fé conduz à Coesão Social e o livro do Sacristão-alfaias litúgicas- Páscoa 2004

Apresentação

Apenas para manter o costume, pois não estamos em tempo de outros investimentos para além da obra a que todos temos de dar algo de nós mesmos… continuamos, mas, este ano, limitámo-nos a um trabalho muito simples. Também faz jeito e fica bem a qualquer cristão conhecer mais um pouco através da informação e formação domiciliária pela Páscoa, como todos os anos...
É agradável como o Senhor Pe. Dr. António Belo, mês a mês, no Jornal tem desenvolvido este tema da liturgia e como já, por duas vezes, temos resduzido a brochura para estudo e reflexão em casa porque muitas vezes o jornal até se perde.Este livrinho é mais um complemento que fica bem a todo o cristão saber sobre a matéria.
Aproveito para lembrar a nossa grande obra social, catequética e até litúrgica que precisa de melhores condições físicas e materiais. Daí o nosso empenho firme e seguro da obra que estamos a realizar na antiga Quinta dos Espregueiras Mendes, à Rua Conde de Aurora e via entre Santos.
Com esta lembrança queria mais uma vez pedir aos nossos amigos que não esquecessem a sua colaboração tão necessária e tão urgente quanto possível porque já deveria ter sido feita. Já antes do Natal a Comissão Fabriqueira dirigiu uma carta a todos com os pormenores da maquete.
Com os votos de uma Páscoa Feliz para que a nossa vida seja uma vida nova, cheia de alegria e de amor porque Jesus curou todas as nossas feridas, se subscreve, o amigo e pároco,
Pe. Artur Coutinho

. O que é liturgia?

Falamos em liturgia e, se cada um frequenta a catequese ou se costuma ir à missa, com certeza, já deve ter ouvido falar muito dessa palavra.
No Antigo Testamento, que é a primeira parte da Bíblia, a palavra liturgia é empregada para designar o culto prestado a Deus pelos sacerdotes judeus. No começo, os primeiros cristãos não usavam muito essa palavra, para não serem confundidos com os hebreus, mas depois passaram a empregá-la para designar o culto prestado a Deus pela Igreja de Jesus Cristo.
Se cada um for procurar no dicionário o significado de liturgia, encontrará: conjunto de ritos realizados na igreja.


A . O Culto


O que é o culto? É justamente o conjunto de actos e atitudes espirituais que manifestam respeito, honra, veneração e adoração a Deus, como por exemplo a missa e a oração.


B. Os “sinais” litúrgicos


A liturgia é uma obra de Deus, manifestada por sinais. Vamos explicar agora o que isso quer dizer.
Quando cada um vai à igreja e observa uma celebração, como por exemplo a missa, logo nota uma série de sinais, isto é, de objectos, lugares e atitudes próprios daquela celebração:

Ø Objectos – cálice, patena, pala, manutérgio, corporal, sanguíneo, galhetas, missal, mesa da palavra (ambão).

Ø Símbolos – flores, pão, vinho, água, óleo, incenso, vela, livro da palavra, canto, música, mesa eucarística (altar), sacrário.


Veja alguns exemplos:


Ø Sinal da Cruz – não devemos fazê-lo mal e depressa, porque estaremos a demonstrar pouco respeito e, além disso, ele nada significará;

Ø Genuflexão (dobrar o joelho até o chão e levantar-se em seguida) – é um gesto de fé em Jesus que deve ser feito com calma e atenção; não se faz a genuflexão aos santos e a Nossa Senhora, mas somente a Jesus, presente no sacrário, ou no altar depois da consagração;

Ø Reverência – é um sinal de respeito às coisas sagradas; faz-se dobrando a cabeça e os ombros diante da cruz e da imagem dos santos;

Ø Beijo no altar – o altar representa Cristo, que se sacrificou ao Pai; ao beijar o altar, não se está a beijar uma toalha ou uma mesa, mas é uma saudação ao próprio Jesus.É por isso que o sacerdote beija o altar ao começar a Eucaristia;

Ø Objectos – os objectos litúrgicos (cálice, patena, galhetas, alva) devem estar sempre limpos e ser usados com cuidado durante as celebrações.

C. O ano litúrgico

Cada um já deve ter aprendido, na escola ou em casa, que há vários tipos de “anos”: o ano escolar (período do ano em que cada um vai à escola); o ano civil (o ano oficial, que começa em janeiro e termina em dezembro); o ano solar (período em que ocorrem os movimentos da Terra em torno do Sol) e outros.


D. Advento


O período do Advento abre o ano litúrgico. Advento significa vinda, chegada. É o tempo em que se espera o nascimento de Jesus, a vinda de Cristo. Tem início no fim de Novembro ou começo de Dezembro. Os quatro Domingos que antecedem o Natal chamam-se Domingos do Advento.
ADVENTO: tempo de preparação para o nascimento de Jesus. Inicia-se quatro Domingos antes do Natal e termina com a Festa do Natal (25 de Dezembro).
NATAL: Dia 25 de Dezembro: Nascimento de Jesus. Comemora-se até à Festa do Baptismo de Jesus, duas semanas depois mais ou menos.
TEMPO COMUM (1ª PARTE): Inicia-se na segunda-feira após a Festa do Baptismo de Jesus e termina na terça-feira de Cinzas.
É durante o Advento, no dia 8 de Dezembro, que a Igreja celebra a festa de Nossa Senhora, a Imaculada Conceição.


E. Quaresma

Na Bíblia, o número quarenta é citado várias vezes, como por exemplo nos quarenta anos em que os hebreus permaneceram no deserto, nos quarenta dias em que Elias caminhou e nos quarenta dias e quarenta noites em que Jesus jejuou.
A Quaresma é um tempo muito especial para todos os cristãos. É um tempo de renovação espiritual, de arrependimento, de penitência, de perdão, de muita oração e principalmente de fraternidade. Por isso, durante a Quaresma, a Igreja convida os cristãos a viverem em orações, reflexão, jejum, abstinência e partilha, fraternidade. É Tempo de conversão e penitência. Inicia-se na quarta-feira de Cinzas e termina no Sábado, véspera do Domingo de Ramos.
Aproveite, portanto, esse tempo de graça e renovação e prepare-se o melhor possível para a celebração da Páscoa. Procure fazer tudo o que puder para ajudar as pessoas, principalmente as mais necessitadas.
Com o Domingo de Ramos inicia-se a Semana Santa.


F. SEMANA SANTA: Inicia-se no Domingo de Ramos (entrada triunfal de Jesus em Jerusalém) e termina no Sábado Santo (Festa da Vigília Pascal).


G. Tríduo Pascal


As celebrações mais importantes de todo o ano litúrgico são sem dúvida as do Tríduo Pascal. Tríduo quer dizer “três dias” e pascal significa “da Páscoa”. Inicia-se na Quinta-feira Santa e termina no Sábado Santo, com a Vigília Pascal.

Ø Quinta-feira Santa – Na tarde desse dia, comemora-se a última ceia de Jesus, ocasião em que ele tomou o pão e o vinho, abençoou-os e deu-os aos seus discípulos, dizendo tratar-se de seu corpo e de seu sangue: assim ele instituiu o sacramento da Eucaristia, estabelecendo com o povo a Nova Aliança, por meio do seu sacrifício. Foi também durante a última ceia que Jesus lavou os pés dos apóstolos, demonstrando humildade, serviço e amor ao próximo. A celebração na igreja é geralmente feita à noite.

Ø Sexta-feira Santa – Nesse dia a Igreja relembra a Paixão e Morte de Cristo, numa celebração muito especial, realizada à tarde, pois foi por volta das 15 horas que Jesus morreu. Na Sexta-feira Santa não há celebração de missas.

Ø Sábado Santo – Este é um dia de recolhimento, reflexão e muito silêncio: é o dia em que Jesus permaneceu em seu sepulcro. Na noite do Sábado Santo, renova-se a memória do acontecimento mais importante de nossa fé cristã: a Ressurreição. Há então em todas as igrejas uma celebração muito significativa, a mais importante de toda a liturgia, que é a Vigília Pascal.

Reunidos nas igrejas, os cristãos de todo o mundo comemoram a ressurreição de Jesus Cristo, triunfando sobre a morte. A cerimónia da Vigília Pascal divide-se em quatro partes:


a) liturgia da luz – acende-se uma grossa vela, chamada círio pascal, que simboliza a luz de Cristo que vence as trevas da morte;
b) liturgia da palavra – as pessoas relembram, por meio de leituras bíblicas, os factos importantes realizados por Deus ao longo da História;

c) liturgia baptismal – recordando que o Baptismo é a nossa Páscoa, ou seja, nossa “passagem” para a vida cristã, renovamos nessa noite as promessas feitas no nosso baptismo, confirmando a nossa vida em Cristo;

d) liturgia eucarística – celebra-se finalmente o sacrifício de Cristo, mas com grande alegria, porque Jesus está vivo e nos salvou.


H. Páscoa

Toda a gente sabe o que quer dizer “Páscoa”? Em hebraico, que é a língua em que foram escritas as primeiras versões da Bíblia, Páscoa significa “passagem”, rememorando a passagem de Moisés, com todo o povo hebreu, ao retirar-se do Egipto e libertar-se da escravidão. Também Jesus, ao ressuscitar, “passou” da morte para a vida, da escuridão à luz. E nós, na Páscoa, somos convidados a realizar essa mesma passagem, isto é, a ressuscitar com Jesus para o amor e para o serviço ao próximo.
A Páscoa é um longo período litúrgico: além dos oito dias iniciais (a oitava da Páscoa), prolonga-se por mais seis Domingos, até fazer 50 dias, terminando no dia do Pentecostes (Festa do Espírito Santo).


I. Tempo Comum

O Tempo Comum abrange quase o ano inteiro. São 34 Domingos, divididos em duas partes: a primeira compreende de seis a nove Domingos, iniciando-se logo depois do Tempo do Natal e terminando na Quaresma; a segunda começa após o Tempo Pascal e vai até o fim de Novembro, mais precisamente até à festa de Cristo Rei, que encerra também o ano litúrgico.

2. Solenidades, festas, memória


Entre estas celebrações, as mais importantes são as solenidades, como por exemplo a do Sagrado Coração de Jesus, a Anunciação do Senhor, a Assunção de Maria, Todos os Santos, São José, São Pedro e São Paulo e outras.
Vejamos datas:

Durante o ano litúrgico, a Igreja comemora as seguintes datas importantes:

NATAL: 25 Dezembro

EPIFANIA DO SENHOR: “Dia de Reis” – 6 de Janeiro.

CONVERSÃO DE SÃO PAULO: 25 de Janeiro

MÊS DE SÃO JOSÉ: 19 de Março – Dia do Pai

CEIA DO SENHOR: Quinta-feira Santa

PAIXÃO E MORTE DE JESUS: Sexta-feira Santa

PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO: Domingo de Páscoa

PENTECOSTES: 50 dias após a Páscoa

MÊS DE MARIA: Maio

DIA DA MÃE: 1º Domingo de Maio

SANTÍSSIMA TRINDADE: 10º DOMINGO do Tempo Comum

CORPO DE DEUS – “CORPUS CHRISTI”: Quinta-feira após a Festa da Ssma. Trindade

SÃO JOÃO BAPTISTA: 24 DE Junho

SÃO PEDRO E SÃO PAULO: 29 de Junho

ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA: 15 de Agosto

MÊS DO ROSÁRIO: Outubro

MÊS DAS ALMAS: Novembro

TODOS OS SANTOS: Dia 1 de Novembro

FIÉIS DEFUNTOS: 2 de Novembro

IMACULADA CONCEIÇÃO: 8 de Dezembro
CRISTO REI: Último domingo do Tempo Comum.


3. Um Pequeno Dicionário


Aqui estão relacionados alguns termos, funções, símbolos e objectos litúrgicos que fica bem a toda a gente conhecer e que se relacionam com as sua funções:

ALFAIAS: Toalhas e ornamentos do altar.

ALTAR: A mesa onde se celebra a Missa: o centro de toda a liturgia

ALVA: Veste branca, longa e por vezes com renda na barra ou alguma decoração. Traduz purificação, alegria, consagração ao serviço da Igreja.

ÂMBULA (ou CIBÓRIO): A vasilha (de diversos formatos e tamanhos e com tampa) que contém as Partículas (Hóstias Consagradas), no sacrário.

ANEL: O anel usado pelo Bispo indica a sua unidade com a Diocese.

ASPERGES: É a aspersão com água benta.

HISSOPE: É um instrumento (pequeno bastão) usado para aspergir os fiéis com água benta.

ASSEMBLEIA: Grupo de pessoas que se reúnem para rezar, meditar e celebrar.

ÁTRIO (ou NAVE): O espaço da Igreja onde ficam os fiéis em geral.

BACULÍFERO: Aquele que fica encarregado de “zelar” pelo Báculo durante as celebrações onde o bispo se faz presente, normalmente em visita oficial e para crismação numa Paróquia, ou quase sempre na Sé Catedral, imprimindo solenidade.

BÁCULO: Bastão episcopal; cajado, bordão que simboliza o serviço do “Pastor” e o Poder.

BATINA: Hábito eclesiástico que todos os sacerdotes utilizavam e ainda alguns utilizam.


BAPTISTÉRIO: Lugar da igreja apropriado para a celebração de baptizados, onde se encontra a “Pia Batismal”.

BASÍLICA: Apareceu no tempo de Constantino esta nomenclatura para os grandes monumentos civis cedidos para o culto.

BÍBLIA: É o conjunto dos Livros Sagrados, divididos em duas partes: Antigo Testamento (que contém 46 livros e narra a história sagrada antes da vinda de Cristo) e o Novo Testamento (que contém 27 livros e narra a história sagrada a partir de Cristo).

CALDEIRA DE ÁGUA-BENTA: A vasilha onde se coloca a água benta usada para aspergir os fiéis.
CÁLICE: A vasilha em forma de taça, usada para consagração do vinho(não confundir com cibório ou âmbula).

CASULA: Veste sacerdotal igual a uma pequena capa que é usada sobre a alva (túnica) durante as celebrações. A cor da casula varia de acordo com o tempo ou circunstância litúrgicos: branca, verde, vermelha ou roxa.

CASTIÇAL: Utensílio com bocal na parte superior para segurar velas de iluminação.

CERIFERÁRIO: A pessoa que é encarregada de conduzir as velas durante as cerimónias litúrgicas.

CERIMONIÁRIO: O clérigo que dirige as cerimónias litúrgicas (ou também chamado: Mestre de cerimónias).

CIBÓRIO: O mesmo que âmbula (não confundir com o cálice).

CÍRIO PASCAL: Vela grande de cera que simboliza o Cristo ressuscitado. Lembra o Sábado Santo.

COMUNGAR: Receber Cristo na Eucaristia.

COMUNIDADE: A associação das pessoas que têm um mesmo ideal ou mesma crença.

CONGREGAÇÃO: A associação religiosa, assembleia, reunião.

CONSAGRAÇÃO: O momento central da Santa Missa em que o pão e o vinho são transformados no Corpo e Sangue de Cristo.

CORPORAL: Pano de linho engomado, sobre o qual se colocam o “Corpo de Cristo” e o cálice com o seu “Sangue”, nas espécies de pão e vinho.

CREDÊNCIA: A mesinha onde ficam depositados os objectos sacros usados durante a missa e demais cerimónias

CRUZ PEITORAL: Os primeiros cristãos andavam de cruz ao peito. Em caso de perigo extremo até levavam sobre o peito a Santíssima Eucaristia. Desde o século XIII ficou reservada aos Bispos o uso da Cruz Peitoral.

CRUCIFERÁRIO: A pessoa que é encarregada de conduzir a cruz nas procissões ou celebrações litúrgicas.

CUSTÓDIA: O mesmo que ostensório.

ECLESIÁSTICO: Que pertence à Igreja: bispo, sacerdote, diácono.

EPÍSTOLA: Carta de algum apóstolo que a Igreja lê e medita, para melhor, vivência dos fiéis.

ESTOLA: Paramento usado pelo sacerdote e diácono, sobre os ombros, por cima da túnica, representando a dignidade sacerdotal e diaconal.
A cor da estola varia de acordo com o tempo e circunstância da liturgia (verde, branca, vermelha ou roxa). A Estola cruzada no peito, de um ombro para baixo do braço oposto é como a usa o diácono, permanente ou não.

EUCARISTIA: Sacramento em que o Corpo e Sangue de Cristo estão sob as aparências (espécies) do pão e do vinho.

EVANGELHO: A “Boa-Nova” – Doutrina de Cristo. Cada um dos quatro livros principais da Bíblia (Novo Testamento).

EVANGELIÁRIO: Livro que contém os Evangelhos, que pode ser conduzido em procissão na entrada da Missa e antes da proclamação do Evangelho.

GALHETAS: As vasilhas onde são guardadas a água e o vinho usados durante a celebração litúrgica.

GENUFLEXÃO: Acto de dobrar o joelho, ajoelhar-se.

GENUFLEXÓRIO: Banco com local próprio para ajoelhar-se.

HÓSTIA: Partícula de pão ázimo (sem fermento) que se consagra na Missa.

IGREJA: É o templo, o u edifício sagrado onde os cristãos se reúnem para celebrar o culto divino.

INCENSO: Resina aromática extraída de várias espécies de árvores, que se queimam durante determinadas celebrações. É uma tradição antiga da Igreja e simboliza a protecção e purificação.

LAVABO: Cerimónia da acção litúrgica sacrificial. Simboliza a purificação da comunidade, especialmente a do celebrante.

LECCIONÁRIO: Manual que contém apenas as leituras usadas nas missas.

LIBRÍFERO: A pessoa encarregada de conduzir e apresentar os Livros Sagrados (Bíblia, Missal, Leccionário, Evangeliário) usados durante as cerimónias litúrgicas.

LITURGIA: É a celebração do povo de Deus, reunido em nome de Jesus ressuscitado.

MANUTÉRGIO: Pequena toalha de linho usada pelo celebrante e ministros da Eucaristia para enxugar as mãos (ou os dedos).

MESA DA PALAVRA: O púlpito ou a tribuna, local apropriado para proclamar a Palavra de Deus, o Ambão.

MINISTRO DA ASSEMBLEIA: O padre, o diácono ou outro ministro que representam Cristo e o povo.

MINISTRO DA EUCARISTIA: Os leigos que auxiliam o sacerdote na distribuição da Comunhão aos fiéis.

MISSAL: Livro que contém as orações, as leituras e a fórmula das Missas para cada dia e cada Domingo do ano.

MITRA: Insígnia que os bispos, arcebispos e cardeais colocam na cabeça, simbolizando a dignidade episcopal.

MITRÍFERO: Aquele que fica encarregado de “zelar” pela mitra durante as celebrações em que o bispo se faz presente.

NAVE: Da porta principal até ao lugar do Presbitério.

NAVETA: Vasilha (formato de pequeno barco) usada para guardar o incenso que é colocado no turíbulo.

NAVETEIRO: A pessoa encarregada de conduzir e “zelar” pela naveta durante as cerimónias litúrgicas.

ÓLEO SANTO: Óleo sagrado pelo bispo, na Quinta-feira Santa, usado para ungir os fiéis em diversas cerimónias: Baptismo, Crisma, Unção dos Enfermos e Ordenação sacerdotal e episcopal.

ORATÓRIO: São edifícios religiosos ao serviço duma comunidade, de uma família ou de uma pessoa. Há o Oratório público, destinado ao culto público, o Particular quando em casas particulares e o semi-público destinado a um grupo de pessoas (como seminários, colégios, hospitais, orfanatos, prisões, etc...).

ORAGO: Título dado a uma igreja para a sua bênção ou consagração. No nosso caso é Sta. Teresa.

OSTENSÓRIO: Objecto onde se ostenta a Hóstia Consagrada, por ocasião das procissões ou da adoração e das bênçãos do Santíssimo.

PADROEIRO: É o anjo ou santo sob cuja égide ou patrocínio se coloca uma região, freguesia, comunidade, paróquia. No nosso caso é a Senhora de Fátima.

PALA: Cartão, revestido de pano, usado para cobrir o cálice durante a celebração da Santa Missa.

PARTÍCULA: Hóstia.

PATENA: Vasilha, em forma de pratinho, onde se coloca a Hóstia da Santa Missa.

PRESBÍTERO: Padre, Sacerdote.

PRESBITÉRIO: Lugar da Igreja onde ficam os celebrantes e auxiliares (acólitos, cerimoniários) e a mesa do altar.

ROQUETE: Deriva da alva. É uma sobreliz com manga e usada sobretudo pelos Bispos ou cónegos.

SACRAMENTO: Actos de Cristo, repetidos pela Igreja, que simbolizam o que realizam.

SACRÁRIO: Espécie de tabernáculo, nicho fundado e fechado; lugar onde se guardam as coisas sagradas, principalmente as Hóstias Consagradas ou relíquias no cibório; o lugar do maior respeito nas igrejas.

SACRISTIA: Sala anexa à igreja, onde são guardados com zelo os paramentos e objectos religiosos.

SACRISTÃO/SACRISTÃ: Pessoa incumbida da guarda dos paramentos e objectos usados nas cerimónias religiosas. Pessoa que prepara os mesmos para as celebrações.

SACRO: Tudo o que é sagrado, venerável, santo.

SANGUINHO: Pano de linho, usado para purificar o cálice e o cibório (âmbula) e outros objectos litúrgicos.

SANTÍSSIMO: Hóstia Consagrada; o Corpo e Sangue de Cristo.

SANTOS ÓLEOS: O mesmo que Óleos Santos, benzidos na Sé Catedral pelo Bispo na 5ª feira Santa.

SANTUÁRIO: Confunde-se com o “Santo dos Santos”, a parte mais sagrada onde se guardava a Arca da Aliança. Hoje os Santuários normalmente, são lugares de peregrinações...

SINETA: Pequeno sino, usado pelo acólito, durante a consagração da missa e em outros momentos.

SOBREPELIZ: Veste branca usada sobre a túnica, pelo sacerdote, durante algumas cerimónias como, por exemplo, no baptismo e bênçãos. (usa-se pouco agora.É substituída pela Alva).

SOLIDÉU: Pequena boina, usada pelo papa, bispos, arcebispos e cardeais.

TABERNÀCULO: O mesmo que sacrário.

TECA (ou PÍXIDE): Pequeno invólucro de metal (estojo) usado para levar a Comunhão aos enfermos.

TÚNICA: Veste longa usada pelo celebrante e também pelos acólitos, por ocasião das celebrações.

TURÍBULO: Vaso em que se queima incenso sobre brasas, em cerimónias especiais. É o mesmo que incensário ou incensório.

TURIFERÁRIO: A pessoa encarregada de conduzir e “zelar” pelo turíbulo durante as cerimónias litúrgicas.

VELAS: Colocadas sobre o altar, simbolizam a fé e a luz (Cristo).

VÉU DE OMBROS: É um pequeno manto que o celebrante usa sobre os ombros por ocasião da bênção do Santíssimo ou da sua procissão solene.

VIÁTICO: O Sacramento da Eucaristia, administrado aos enfermos para indicar-lhes o caminho da fé e para confortá-los, quando estão impossibilitados de ir à igreja.


4. O Cristão e os Sacramentos

4.1. Baptismo

O Baptismo é o primeiro sacramento que o cristão deve receber. Pelo Baptismo somos chamados a ser filhos de Deus. É por isso que nos tornamos todos irmãos. O baptismo apaga em nós a mancha do pecado original e torna-nos membros da Igreja viva de Deus. Somos “selados” pelo amor de Deus e iniciados na fé cristã. Para provar o seu amor ao Pai e também a nós, Jesus também foi baptizado, por João, nas águas do rio Jordão.

“Aquele que crê e for baptizado será salvo”.
(Marcos 16, 16)

4.2. Confirmação ou Crisma

Geralmente, todo o cristão é baptizado ainda criança. Todos os “compromissos” baptismais são assumidos pelos pais e padrinhos. O sacramento da Confirmação ou Crisma, entretanto, não é apenas o de assumir os compromissos baptismais. Como sinal do amor de Deus, nós recebemos, através do sacramento da CONFIRMAÇÃO, os DONS DO ESPÍRITO SANTO, que são “presentes” que Deus distribui generosamente a todos os seus filhos, como no dia da Pentecostes.
Portanto, para receber o sacramento da Confirmação é necessário que o cristão esteja bastante preparado, maduro espiritualmente e consciente do “Dom” (presente) que irá receber.
Pela Confirmação, somos revestidos pela força do Espírito Santo. Assumimos o compromisso de viver e de testemunhar a fé cristã.
Conheço várias casos de jovens que esperam a maturidade, por vontade própria, para receber este sacramento.
Um deles era muito comprometido na Igreja e só quando cumpriu o serviço militar pediu o Crisma.

“O Espírito Santo descerá sobre vocês e d’Ele receberão forças para serem as minhas testemunhas”. (Actos 1, 8)


4.3. Eucaristia

Entre todos os sacramentos, podemos dizer que a Eucaristia é o Sacramento que nos une mais a Deus. Pela Eucaristia nos aproximamos mais de Deus, porque o sinal do amor de Deus é o seu próprio FILHO, JESUS CRISTO, que nos vem servir de alimento.
Sacramento tão sublime como a Eucaristia deve merecer especial atenção do cristão. É preciso estar compenetrado, consciente e muito preparado para ser digno de fazer, do próprio corpo, a morada de Jesus, porque é nele que Jesus quer morar.
A Eucaristia tem valor infinito.

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, vive em mim e Eu nele”.

(João 8, 56)

4.4. Reconciliação ou Confissão


Deus conhece cada um dos seus filhos, as suas qualidades e virtudes e também as suas fraquezas. Foi por isso que Jesus nos deixou o Sacramento da Reconciliação. É a oportunidade de reconhecer as nossas fraquezas e de poder voltar a participar novamente de sua mesa. Através do sacerdote, representante de Cristo, no nosso meio, podemos ter nossos pecados perdoados, para haver a nossa reconciliação com Deus.

A “confissão directa a Deus” é fugir a um encontro perceptível dum abraço, duma palavra de luz, de um caminho que se abre, de um perdão que se vê... É não acreditar no sacramento.

“Recebei o Espírito Santo! Os pecados daqueles que perdoardes serão perdoados, os pecados daqueles que não perdoardes não serão perdoados”. (João 20, 22)



4.5. Unção dos Enfermos

O sacramento da Unção dos Enfermos foi instituído para que todos os doentes possam ser confortados na hora dos seus sofrimentos. Enquanto o médico trata das doenças do corpo, o nosso espírito é revestido da força do Espírito Santo, pelo sacramento da Unção dos Enfermos.
Nós fazemos uma celebração comunitária deste sacramento na Quarta-feira Santa e sempre que alguém o peça. Há quem o peça pelo facto de se sujeitar apenas a uma operação cirúrgica. Nunca devemos ter este sacramento como “bilhete de partida”.

“Expulsavam muitos demónios e curavam muitos doentes, ungindo-os com óleo”.
(Marcos 6, 13)

4.6. Ordem

O sacramento da Ordem não é apenas mais um sinal do amor de Deus, mas um chamamento, muito especial, que Ele faz àqueles que se entregarão totalmente ao serviço da sua Igreja: os diáconos, os padres e os bispos.
Todos sabemos que, para receber este sacramento, é preciso que se tenha uma vocação especial. Exige do vocacionado muitas renúncias e longos anos de estudo e preparação, para alcançar a graça de receber o Sacramento da Ordem. O sacramento da Ordem é dividido em três graus: Diaconado, Presbiterado (padres) e Episcopado (bispos).
A missão do sacerdote é a de ser o representante de Cristo no meio dos homens, de anunciar a doutrina cristã e ser o “pastor” que cuida do grande “rebanho”, o povo de Deus, sob a autoridade do Bispo que preside.
O diaconado permanente pode ser pedido por uma pessoa casada, com ou sem filhos, depois de se sujeitar a uma preparação adequada.
Só não pode confessar, nem celebrar a eucaristia.

“Todo sumo sacerdote, escolhido entre os homens, é constituído para o bem dos homens, nas coisas que se referem a Deus. Sua função é oferecer dons e sacrifícios pelos pecados”.

(Hebreus 5, 1)


4.7. Matrimónio
O sacramento do Matrimónio foi instituído para que o homem e a mulher pudessem selar uma aliança, ou seja, o sinal do amor de um para com o outro. Da mesma forma como Deus selou a aliança com o seu povo e foi fiel a esta aliança, assim também deve ser o Matrimónio, um compromisso de amor, de aceitação e de entrega mútua.
A família é a nossa primeira e mais importante instituição. Ela só produzirá bons frutos, se o matrimónio for concebido com responsabilidade, consciência, amor, fé e bênçãos divinas.
O C.P.M. é uma oportunidade para uma preparação mais eficaz deste sacramento.

“Por isso, um homem deixa o seu pai e sua mãe, e se une à sua mulher, e eles dois se tornam uma só carne”.

(Génesis 2, 24)

5. Os sacramentais

As acções sacramentais, ou simplesmente os sacramentais, não são sacramentos, como os sete que acabamos de enunciar. São acções litúrgicas que têm como finalidade lembrar os sacramentos e santificar alguns momentos de nossa vida.
Os mais importantes sacramentais são os seguintes:

Ø sinal da cruz com água benta;

Ø genuflexão diante do Santíssimo Sacramento;
Ø adoração eucarística;

Ø aspersão com água benta;

Ø bênção e procissão com velas;

Ø bênção de objectos: imagens, terços, casas...

Ø imposição das cinzas;

Ø lava-pés;

Ø reza comunitária do terço;

Ø procissões do círio e das festas.

Como se vê, são acções e gestos simbólicos que, como os sacramentos, produzem efeitos espirituais. Mas nunca se deve torná-los mais importantes do que os próprios sacramentos. Há pessoas que vão à igreja apenas para acender velas, beijar ou pôr a mão em imagens e fazer promessas sem sentido, que mais parecem um “acordo comercial” com Deus, algo assim como: se Deus me fizer tal graça, rezarei cinco pai-nossos e acenderei dez velas. Isso é um desrespeito para com Deus. Pode-se pedir a sua graça, mas que, acima de tudo, seja feita a vontade dele.



6. A Oração
Jesus, durante toda a sua vida, sempre fez muitas orações. Ele retirava-se para lugares silenciosos, isolados, para poder melhor comunicar-se com seu Pai. Com o tempo, seus discípulos perceberam que orar era algo muito importante e pediram a Jesus que lhes ensinasse a rezar. Foi então que ele lhes falou do pai-nosso.
Depois da morte de Jesus, os primeiros cristãos iam todos os dias ao templo para rezar salmos, hinos e cânticos. E assim continuou a igreja através dos séculos, sempre dando muita importância à oração.
Como já deve ter percebido, toda a liturgia é uma oração, porque nela ocorre um diálogo com Deus que, como dissemos, também se comunica com as pessoas por meio da oração.
Por isso, o cristão, que deseja servir a Deus com dedicação e respeito, deve saber rezar, conversar com o Pai.

domingo, 22 de novembro de 2009

Rosa Prozil

Rosa Prozil Videira Abreu nasceu em 13 de Janeiro de 1929, em Outeiro, filha de Manuel Afonso Videira de Abreu e de Maria Afonso Prozil, de Outeiro.
A Rosa Prozil teve 9 irmãos, mas só 7 vingaram: o José, já falecido; a Maria; o António, já falecido; o Abel; o Luís, já falecido e o Moisés já falecido. Todos casaram e deixaram ou têm geração.
A Rosa era a 5ª dos irmãos. Andou na Escola de Outeiro. Aos 21 anos foi para religiosa, decisão ponderada que tomou para entrada na Congregação da Sagrada Família, fundada em Braga, pelo Pe. Dr. Adão, meu antigo professor e um exímio pregador, de fácil argumentação e convencimento dos ouvintes.
Deste modo a Rosa Prozil fez profissão religiosa, em 1966. Fez o ciclo preparatório e manteve-se na congregação até 1975, quando também por motivos ponderados, da mesma forma que entrou, saiu, não só por motivos de saúde, mas também porque não se sentia bem vocacionada para viver a vida comunitária como vivem os religiosos.
Viveu em Mazarefes com a irmã que agora tem 85 anos.
Agora vive aqui no antigo Bairro da Bandeira.
Foi Auxiliar de Acção Educativa da Escola Superior de Educação, onde se reformou aos 70 anos.
É solteira. Não teve filhos, mas tem sobrinhos que chegue e relaciona-se muito bem. Não lhe faltam amizades.
É católica convicta e tem uma porta aberta para o Lar das Idosas da Congregação da Sagrada Família, em Braga, se quiser.
Fez parte da Acção Católica, foi catequista e hoje faz parte da Legião de Maria na Paróquia de Nª Srª de Fátima, é também ostiária na Igreja da Paróquia.
Zela pelos "paninhos do Senhor", aquelas alfaias litúrgicas usadas no altar da Igreja.
Dedica-se a visitar doentes, idosos, a família e fazer muita companhia à irmã mais velha.

Venina

do Rosário, aos 59 anos, deu a sua alma a Deus, depois de 22 anos de Purgatório na terra. Isso aconteceu a 13 de Março.
Ela era filha única de Floriano Fernandes do Rego e Faria e de Amália Barbosa Gonçalves Traila Faria. Morava no Bairro do Bicho da Seda (hoje Bairro Jardim).
Era casada com António Moreira do Rosário, um esposo que nos 22 anos mostrou ser um modelo e um pai muito digno de 2 filhos: Ricardo e Miguel, ambos solteiros.
Há 22 anos, a Venina teve um cancro e foi operada em Pamplona. Teve dois espartos, desfibrilhador portátil e preparava-se para uma cirurgia cardíaca na mesma Clínica, mas afinal morreu de uma pneumonia quando já se encontrava em preparação para a cirurgia.
Em Pamplona, a Clínica de Navarra era a sua morada há 22 anos e para o seu marido, sobretudo depois deste se reformar.
Casaram em 1975, a 6 de Setembro. O Rosário é de Sto. Tirso e tem mais 6 irmãos.
A Venina e o Rosário eram profundamente crentes e praticantes por convicção própria e não pelo bom trabalho da Clínica de Navarra, que é da Opus Dei.
A muita fé da Venina e do seu marido fizeram alimentar uma esperança e um amor conjugal e ao próximo sempre grande.
Reproduzimos um escrito do seu marido lido por uma pessoa amiga:
"Dou somente voz, à mensagem do António a Rosário e filhos.
"... Por detrás deste teu aparente frágil corpo Venina:
- foste uma Grande Mulher
- uma Excelente Mãe
- um Exemplo de Filha
• Foste, Venina, uma mulher que lutaste contra o infortúnio, pela falta de saúde que atormentou os melhores anos da tua Vida.
• Agradecemos-te, Venina, a tua coragem, o teu respeito, o teu enorme sofrimento, pois sabemos, que nestes últimos 22 anos, fomos a única razão da tua força de viver.
• Venina, toda, mas toda a nossa família está orgulhosa de ti.
• Pedimos-te que continues a colocar a tua mão sobre todos nós, pois agora que estás junto de Deus, Ele vai continuar a ouvir ainda melhor as tuas preces.
Muito obrigada.
Estarás sempre connosco.
Até sempre, Venina..."
Muito obrigada. Estarás sem

Amadeu Rodrigues

Amadeu Rodrigues nasceu em S. João de Longos Vales, concelho de Monção, aos dezoito dias do mês de Junho de 1912, filho de Vitorino José Rodrigues e de Maria de Lima e irmão de Agostinho, falecido com 91 anos, em Belém de Pará, Amélia, Idalina, Helena, António, falecido no Rio de Janeiro com 98 anos, Esmeralda, Lucinda, Albertina e mais duas irmãs, uma que faleceu criança e outra que morreu aos 7 anos por ter mexido numa arma do pai que estava carregada e, devidamente acautelada junto do pai e outros trabalhadores num campo, mas num abrir e fechar de olhos como pode acontecer às crianças, ela aproximou-se da arma, matando-se inocentemente.
O Amadeu estudou na escola da terra e foi para o Seminário de Braga donde saiu com o 1º Ano de Filosofia. Fez exames cá fora para equivalência. Foi para o serviço militar, Artilharia 5 de Viana, onde foi cabo miliciano e chegou a pensar seguir a tropa, mas a subida de carreira não seria tão rápida como desejaria e, por isso, concorreu às Finanças e ao Tribunal.
Trabalhou no tribunal como escriturário chegando a Chefe de Secretaria, tendo sempre o trabalho em dia...ainda dava a mão aos magistrados.
Deste modo teve classificações do ministério de muito bom.
Em plena guerra de 1938 a 1945 foi convocado para o serviço militar como sargento militar, tendo ido para Amarante frequentar um curso de Artilharia Antiaérea. Após o curso a sua Unidade Antiaérea foi, à pressa, numa noite, tomar posição no Porto por haver receio de um ataque aéreo alemão por termos cedido aos aliados as bases dos Açores. No entanto, foi só um susto. O perigo passou e tendo sido licenciado para voltar ao seu trabalho, tomou, de novo, o serviço no tribunal até se reformar em 1974 com a classificação de muito bom.
Todos os irmãos casaram e tiveram filhos, à excepção da Idalina, Lucinda e Albertina que ficaram solteiras.
Casou com Esmeralda Vieira Ramos, natural de Santa Marta de Portuzelo e só teve um filho, o Emílio Jorge Ramos Rodrigues, bancário, reformado, casado com Ana Julieta da Costa Alves, de Melgaço, professora primária aposentada (os últimos 6 anos foram na Escola da Abelheira), e pai de Ricardo, Paulo e Ana Isabel, todos casados e com geração.O seu filho é leitor,acólito e da Comissão Fabriqueira de Nª Sª de Fátima.
O Amadeu já tem 4 bisnetos. Reformou-se aos 62 anos.
O seu tempo livre era trabalhar no campo, nas quintas e no tempo da caça era, por vocação, um exímio caçador.
Antes de ter concorrido às Finanças e ao Tribunal, foi perfeito do Colégio de S. Luís Gonzaga, desta cidade.
O santo de sua maior devoção é Nª Srª de Fátima. Admira e gosta do Cavaco Silva, mas não tem filiação partidária, no entanto, a sua tendência é de direita. Não liga muito ao futebol, mas torce pelo Porto.
No tempo da Provedoria do Dr. Manuel Coutinho, foi secretário da Santa Casa da Misericórdia e também secretário da Ordem Terceira de S. Francisco até mais tarde.
Conta com 96 anos, muito lúcido e activo, só ouve mal. Vive com o filho aqui na Paróquia. Tem casa na Meadela e considera-se meadelense de coração.

Soyan Gueorguiv Talanov- Búlgaro

Este Stoyan Gueorguiev Talanov nasceu no dia da Ceia de Natal de 1951. É Ortodoxo. Casou religiosamente, em 1995, com Violeta Borissova, nascida em 1955.
Ambos são nascidos na Bulgária. O Stoyan é natural de Sofia, capital daquele país. O casal não tem filhos, vive em Darque e a esposa trabalha no Lar de Santa Teresa.
O Stoyan trabalhava numa fábrica que está em má situação financeira, podendo ir à falência. Ele foi já preterido e agora encontra-se no desemprego, à procura de trabalho.
É um hábil desenhista e pintor.
Gosta da cozinha e de jardinagem. É criativo na culinária, como na jardinagem, mas é um homem polivalente. Quando não desenha, não pinta ou não tem outro trabalho tem como hobbie a leitura e a Internet.